Mercadante diz que desestruturação de Alckmin "faz sentido"

Estudantes em manifestação na Paulista, no dia 23, contra a desestruturação de Alckmin (Foto: Leonardo Varela)

 

O ministro da educação, Aloizio Mercadante afirmou, durante audiência no Senado, realizada terça (27), que a desestruturação de Alckmin em São Paulo "faz sentido". “Acho que é até recomendável que você tenha faixas etárias específicas” disse o ministro, ao defender a medida para dividir as escolas em ciclos, o que acarretará no fechamento de pelo menos 94 escolas, e a transferência forçada de centenas de milhares de alunos, como anunciou o próprio Alckmin nesta segunda.

 

Para o ministro da educação de Dilma, é preciso tomar cuidado ao falar da “rede de ensino” comandada pelo governador Geraldo Alckmin, pois segundo ele a educação é uma “questão suprapartidária”. “Fecharam 94 escolas. Do ponto de vista pedagógico, não vejo problema em separar por faixa etária, talvez até faça sentido. Agora, com o problema da mobilidade em SP, os pais que escolhem a escola mais perto de casa vão ter um problema de transporte”, avaliou.

 

Para o presidente da UMES “a defesa do ministro parece negar por completo as centenas de manifestações que os estudantes estão organizando em São Paulo. Já é um absurdo o governo estadual defender essa proposta que vai fechar escolas, deixar salas ainda mais superlotadas e demitir professores, tudo para economizar com a educação. Mas se levarmos em consideração que o ministro da educação, junto com Dilma e seu governo, são responsáveis pelos cortes de mais de 10,4 bilhões na educação do país... aí tudo faz sentido. Como a UMES tem dito, ‘Dilma mata e Alckmin enterra’”!  

 

A desestruturação foi anunciada em setembro pelo governo de Geraldo Alckmin, e prevê a “reorganização” das escolas estaduais nos ciclos fundamental I (1º ao 5º), fundamental II (6º ao 9º) e ensino médio. Com isso, a Secretaria de Educação espera fechar 94 escolas, e transferir 311 mil alunos e 74 mil professores para outras unidades. Já o sindicato dos professores de São Paulo, a APEOESP, afirma que 155 escolas já foram notificadas de seu fechamento, e que pelo menos 1 milhão de estudantes podem ser transferidos, o que levará a demissão milhares de professores.

 

Em 1994 o governo tucano de Mário Covas separou parte do fundamental das escolas. A medida levou a demissão de 20 mil professores. Durante toda a gestão tucana, que já dura mais de 20 anos, dois milhões de matrículas foram fechadas no Estado. Apenas neste ano de 2015 o governo Alckmin já fechou mais de 3 mil salas de aula.

 

 

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