Estudantes em passeata afirmam que fechar escolas é crime

Estudantes durante ato realizado em frente a Secretaria de Educação

 

Centenas de estudantes ocuparam a Avenida Paulista na manha desta sexta (6) contra a “desestruturação” do governador Geraldo Alckmin. “O que estão fazendo contra nossa educação é um crime, um verdadeiro ataque aos estudantes e aos professores. Eles destruíram a educação pública, e agora nossas salas estão superlotadas e os professores com salários miseráveis. O que Alckmin quer é enterrar de vez a nossa educação com a sua tal reestruturação”, disse o presidente da UMES, Marcos Kauê..

 

“Estamos aqui hoje pra dar um recado para os inimigos da educação. Estamos aqui para dizer ao Alckmin que os estudantes não vão aceitar o fechamento de escolas, não vamos aceitar essa medida para superlotar ainda mais as nossas salas de aula”, afirmou Kauê em frente ao MASP, enquanto os estudantes ocupavam a Avenida Paulista.

 

A manifestação teve início às 8 horas enquanto dezenas de estudantes chegavam com suas delegações vindas de escolas de todas as regiões da cidade de São Paulo. Por volta das 10 horas os estudantes ocuparam três faixas da Paulista e seguiram em direção a Avenida Consolação. Com muita animação eles cantavam diversas palavras de ordem contra o sucateamento da educação. “Pode querer, pode tentar, a minha escola ninguém vai fechar!”, cantavam os estudantes enquanto marchavam com destino a Praça da República, onde fica a sede da Secretaria da Educação.

 

Está é a terceira manifestação convocada pela UMES no MASP para denunciar a “desestruturação”. No total, estudantes e professores já organizaram centenas de atos e manifestações em escolas, delegacias de ensino, Assembleia Legislativa, Câmara dos vereadores, Palácio do Governo, ou na própria Secretaria.

 

Durante a manifestação Kauê também condenou a politica de cortes e recessão do governo federal, que só da educação cortou R$ 10,4 bilhões. Um dia antes, nesta quinta, Kauê sintetizou o significado da “reestruturação” de Alckmin durante a crise. “A política tucana é cruel com a juventude. Justamente por causa da crise é que o governador deveria trabalhar para manter mais salas de aula funcionando. O pessoal vai migrar o ano que vem para a escola pública, é obvio. Ao final desse ano, graças a recessão econômica causada pelo governo Dilma, teremos no país mais de 2 milhões de desempregados. Onde os filhos desses trabalhadores irão estudar?” Disse Kauê em entrevista publicada no jornal Hora do Povo. Na ocasião ele ressaltou que “A situação é crítica, a inadimplência nos colégios particulares aumentou 27,2% nos primeiros seis meses desse ano. Estimasse que, já em 2016, serão pelo menos 144 mil novos alunos no ensino fundamental e médio público, e o Alckmin fechando escola. As salas que hoje já tem 50 alunos vão ter quantos? 70?”

 

Para o vice-presidente da UMES, Tiago Cesar, os estudantes seguirão nas ruas enquanto a reestruturação não for derrotada e houver a certeza de que nenhuma escola, ciclo ou período serão fechados. “Estamos aqui para dizer que somos contra o fechamento de escolas, e seguiremos na rua enquanto essa medida não cair. É importante ocuparmos às ruas contra esse crime, porque quem fecha escola abre cadeia” denunciou o vice-presidente. Ele também denunciou os cortes de Dilma para dar mais recursos aos banqueiros.

 

Durante o percurso pela consolação dezenas de estudantes fizeram uso da palavra. Entre eles Bismarck Lucas, presidente do grêmio da escola Astrogildo Arruda, que esta na lista de escolas que serão fechadas. O estudante criticou a decisão “arbitraria” do governo que decidiu fechar a sua escola e tantas outras. “Como pode um pedagogo defender o fechamento de escolas”, criticou, ao citar os dirigentes das delegacias de ensino.

 

Já Rafael Carneiro, presidente do grêmio do Jose Bustamante, foi mais enfático. Disse que essa proposta de fechar escolas é coisa de “pilantra”. Lucas Penteado (Kóka), presidente do grêmio do Caetano de Campos da Consolação, também criticou a medida e afirmou que sua escola permanecerá mobilizada para impedir a saída dos estudantes do fundamental de sua escola. “Não vamos deixar que fechem escolas ou transfiram estudantes contra sua vontade”.

 

O diretor da UMES Jonathan Oliveira reafirmou que enquanto a reestruturação seguir como proposta os estudantes estarão nas ruas. “Nenhuma escola será fechada. Estamos fartos dessa situação. Queremos educação de qualidade, não salas mais superlotadas e professores sem condições de dar aula”. Ao fim Jonathan pediu uma vaia para Alckmin e seu secretário de educação. “Somos contra a desorganização de Alckmin e contra os cortes de Dilma” disse o diretor da UMES, Caio Guilherme. “Não vamos permitir essa insanidade, vamos ficar na rua até com toda essa sacanagem acabar”.

 

Ao chegarem na Secretaria da Educação, os estudantes realizaram um jogral devido a problemas com o carro de som, onde Kauê falava e os demais jovens repetiam. “Bom dia secretário Herman Voorwald, nós somos os estudantes de São Paulo e viemos em passeata desde a Paulista para dizer que somos contra a sua reestruturação”, disse Kauê em frente a Secretaria. “Gostaríamos de pedir para alguém da vir explicar para os estudantes que história é essa de fechar a nossa escola”.

 

Em seguida Kauê parabenizou os estudantes por mais essa grande manifestação. “Hoje é um dia muito importante. É mais um dia que viemos dizer que somos contra a desestruturação que vai fechar centenas de escolas. Aqui estão diversos estudantes das escolas que o Alckmin quer fechar. Estudantes da escola Francisco Voccio, Astrogildo Arruda que estão na lista. Mas nós não vamos deixar, porque o que queremos são escolas com salas de no máximo 25 alunos, escolas com laboratório de química. Queremos que a Secretária respeite os estudantes. Por isso em quanto for necessário vamos continuar em manifestação”.

 

Ao fim kauê convidou a todos para a manifestação organizada em conjunto com a APEOESP no próximo dia 10, onde será realizado o 2° Grito pela Educação próximo ao Palácio dos Bandeirantes, em frente ao estádio do Morumbi.

 

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