Alckmin fecha 1.112 salas e “desorganiza escolas” em 2016

 

Embora o governo de São Paulo negue que o fechamento de salas e turmas conforme prévia seu projeto de “reorganização escolar”, derrotado em 2016, professores, estudantes e a mídia em geral tem demonstrado o contrário.

 

Para a APEOSP, de acordo com levantamento divulgado no último dia 15, o governo Geraldo Alckmin fechou mais de 1.112 salas de aulas em 47 regiões de São Paulo, desde o início do ano letivo. O sindicato afirma que o número ainda é preliminar pois faltam informações de 46 regiões. “Estão sendo fechadas salas de aula e estava em curso um projeto de reorganização. Ora, esse movimento não é outra coisa senão uma reorganização silenciosa”, denunciou a presidenta da Apeoesp, Maria Izabel Azevedo Noronha (Bebel). “Estão faltando regiões muito populosas do estado, como Campinas. O número real de classes fechadas deve ser muito maior”.

 

Os estudantes por sua vez denunciam que além das salas e turmas fechadas muitos estudantes ainda não conseguiram realizar suas matrículas. “A diretoria da UMES tem visitado diversas escolas e há muita reclamação de salas fechadas e alunos remanejados sem nenhum diálogo. Muitos são surpreendidos quando chegam na escola. O que mais chama a atenção são as filas de matrícula, dezenas de pais ainda estão indo todos os dias as escolas na tentativa de matricular seus filhos. Muitos destes são de escolas particulares que devido a crise econômica tiveram que cortar a mensalidade do orçamento”, afirmou Marcos Kauê, presidente da UMES.

 

 

O jornal Folha de S. Paulo e até mesmo o portal G1 também publicaram denúncias sobre a “reorganização branda” do governo de São Paulo.

 

A matéria da Folha, publicada nesta quinta (18), demonstra que muitos alunos foram surpreendidos no primeiro dia de aula com a sua transferência forçada para escolas mais distantes, ou até mesmo para outros turnos, como é o caso da estudante Maria Alice Nogueira (6). A criança havia sido matriculada pela mãe, Maria do Carmo Nogueira (36), na E. E. Soich Mabe, porém a quatro dias do início das aulas a mãe foi surpreendida com a notícia de que a turma de sua filha teria sido fechada. O resultado foi a transferência forçada para uma escola a 4,6 quilômetros da casa da menina (40 minutos de ônibus). A bagunça custou caro para a família que precisa todos os dias arcar com 4 passagens de ônibus.

 

A reportagem da Folha também apurou que ao menos 12 escolas estaduais da capital paulista tiveram turmas fechadas. Embora o governo relate que o número de matrículas tenha caído mais de 140 mil durante o ano de 2016, diversas escolas afirmam que muitas salas ultrapassam o limite de 40 alunos.

 

Até mesmo a E. E. Fernão Dias, primeira escola a ser ocupada na capital, sofreu com a “reorganização branda”. Na ocasião 30 alunos foram surpreendidos no primeiro dia de aula ao conferir a lista de presença pela manhã, quando esperavam iniciar seus estudos no 3º anos do ensino médio. A surpresa era que seus nomes constavam na lista do noturno.

 

“Como sempre, a mudança não foi conversada com os alunos”, desabafou Igor Miranda (17). “Não posso escolher entre um e outro”, disse André Luís (17), que estuda eletrônica à noite na ETEC Guaracy Silveira, relatou a Folha.

 

Na E. E. Prof. Ceciliano José Enne, zona oeste, muitos pais deram com a cara no portão devido a mudança de horário em 118 escolas de período integral. “Foi dando 7h10, 7h15 e nada. Alguns pais começaram a bater no portão dizendo que precisavam trabalhar”, afirmou a doméstica Rosemeire de Souza (43), que é mãe de um garoto de dez anos. “Ninguém avisou para a gente poder se programar. É uma bagunça”.

 

A Secretaria de Educação até agora não disse quantas turmas e salas foram fechadas, porém em nota afirmaram que a “bagunça” faz parte de um processo “natural da rede”. Tanto estudantes quanto professores denunciam que estas ações fazem parte do projeto do governo de São Paulo para superlotar ainda mais as salas da rede pública: “a reorganização escolar”, proposta no final de 2015. O combate ao projeto resultou em mais de 200 colégios ocupados contra o fechamento de 92 escolas e a transferência de 310 mil alunos.

 

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