Seminário de grêmio da UMES: A escola dos nossos sonhos só será construída garantindo a soberania nacional

Foto: Leonardo Varela

 

Abaixo publicamos os principais pontos tratados pelos debatedores da mesa de Conjuntura no Seminário da UMES

 

Na manhã deste sábado (12) a UMES deu início ao Seminário de Lideranças 2016, que tratou dos principais desafios para a construção da escola pública de qualidade no Brasil e para garantir que o Estado assuma por completo sua responsabilidade pelo desenvolvimento da juventude, questão que passa pela retomada do crescimento econômico e fim das políticas de arrocho. A discussão se dividiu nas mesas de Conjuntura e Cultura no sábado (12) e Movimento Estudantil no domingo (13). Ao abrir o seminário Marcos Kauê, presidente da UMES, condenou principalmente o governo federal por sua política de cortes contra a educação devido aos juros altos e explicou porque o debate teve início pela mesa de Conjuntura Nacional. “Começamos o nosso debate pela questão de conjuntura nacional porque temos clareza que sem defender a soberania do Brasil não vamos construir a escola que o nosso país precisa para se desenvolver. Sem retomar o crescimento e colocar fim a essa política de governar para os bancos não vamos desenvolver a escola dos nossos sonhos”.

 

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A atividade foi realizada em um sitio em Santa Isabel e contou com a participação de dezenas de lideranças de mais de cinquenta escolas da cidade de São Paulo, assim como diversos debatedores que compuseram as mesas. Na mesa de Conjuntura, realizada na manhã de sábado, a mesa foi composta por Kauê, Tiago Cesar (vice-presidente da UMES), Thaisa Maria (tesoureira), Pedro Campos (ex-presidente da UMES e ex-Secretário Geral da UNE) e Mariara Cruz (atual diretora de extensão da UNE).

 

Ao abrir a discussão Kauê afirmou que o país vive em uma grave crise devido as políticas recessivas do governo federal, recordando que a UMES foi protagonista importante de momentos decisivos do país, como o “Fora Collor” e a luta contra as privatizações nos anos 1990. “A UMES foi a primeira entidade a levantar a bandeira pelo Fora Collor enquanto muitas lideranças ainda vacilavam. A UMES convocou a sociedade contra as privatizações, que começaram com Collor e depois engrossaram com FHC”.

 

Tratando da crise econômica instalada no Brasil devido a política de Dilma, crise que se reflete por toda a sociedade, Kauê citou o poema “O operário em construção”, de Vinicius de Moraes, afirmou que é preciso aprender a dizer não para aqueles que governam contra o povo. “Precisamos estudar e questionar a realidade que nos é contada. Enquanto o desemprego e os cortes na saúde e educação atingem milhões de brasileiros devido a política de Dilma assegura os lucros dos bancos e bilionários. Foi depois de dizer ‘não’ que o operário do poema ‘Notou que sua marmita/ Era o prato do patrão/ Que sua cerveja preta/ Era o uísque do patrão/ Que seu macacão de zuarte/ Era o terno do patrão/ Que o casebre onde morava/ Era a mansão do patrão/ Que seus dois pés andarilhos/ Eram as rodas do patrão/ Que a dureza do seu dia/ Era a noite do patrão/ Que sua imensa fadiga/ Era amiga do patrão’”. Ao encerrar sua fala os estudantes cantaram a palavra de ordem “A UMES somos nós nossa força e nossa voz”.

 

Para ele a luta contra a política de arrocho do governo federal em São Paulo não pode aliviar em nada os cortes do governo Alckmin contra a educação, assim como suas propostas para fechar escolas. “Em São Paulo a política de cortes contra a educação do governo federal levou a proposta de reorganização: um projeto para fechar mais de 94 escolas. Com as ocupações nós vencemos essa batalha, mas o governo já fechou quase 1.500 salas este ano e isso equivale a quase 50 escolas. É inaceitável e não vamos permitir”.

 

Para Pedro hoje vivemos um momentos similar ao vivido pela UMES durante a campanha pelo Fora Collor ou na luta contra as privatizações. “É uma das crises mais graves de nossa história. Não é uma crise apenas política e ética, é uma crise econômica que precisamos entender”. Para ele aqueles que resumem a discussão dizendo que ‘tirar a Dilma é golpe’ fogem de discutir um projeto para o Brasil. “Eles não querem discutir a vida das pessoas. Essa é uma crise tão grave quando a do ano em que Collor sequestrou as nossas poupanças e nesse ano de 2016 tudo indica que será ainda pior”.

 

Apontando os dados do desemprego, que superam os 2,8 milhões de pessoas, ele ressaltou que esse indicativo numérico “são pessoas, são vidas”. “O governo Dilma e setores do PT tratam essa tragédia como se fosse um número frio, desconectado da vida das pessoas. Desconsiderando principalmente a juventude, os negros e as mulheres que são a maioria dos desempregados”.

 

Para Mariara a atual crise foi uma escolha do governo federal. “Aumentar os cortes para pagar juros foi uma política escolhida pelo governo, foi uma política do governo federal. A juventude nesse momento é quem mais sofre: 16% estão no desemprego. As jovens mulheres são 41% dessa estatística. Isso é o resultado dessa política de recessão”. Com os cortes do ano passado o resultado foi uma greve gigante nas federais. A UFRJ simplesmente adiou o início das aulas o máximo que pode. A federal do Rio Grande do Sul ficou sem bandejão e alguns de seus institutos tiveram aula nas salas da rede estadual”.

 

Continue acompanhando continuaremos a divulgar mais informações sobre os debates e intervenções do seminário.

 

 

 

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