Governo de SP suspende bônus de professores e propõe reajuste abaixo da inflação

 

O governo Geraldo Alckmin (PSDB) suspendeu o pagamento do bônus salarial dos professores e servidores da educação em 2016, uma medida que integra o conjunto de cortes (“contenção orçamentária”) previstos contra a educação do Estado para este ano. Esta é a primeira vez que o governo se nega a pagar o adicional desde 2008, quando a medida foi implantada.

 

Devido a política de cortes o governo pretende utilizar o valor do bônus para o reajuste salarial da categoria, o que equivaleria a 2,5% de aumento. No caso de um professor da educação básica II, com jornada de 40 horas semanais e piso salarial de R$ 2.415,89 o reajuste equivale a R$ 60,00 de aumento por mês. Proposta muito abaixo da inflação, acumulada em 16,4% desde junho de 2014, data do último reajuste do governo.

 

 

Até então o bônus era concedido aos profissionais das escolas que atingiam as metas de desempenho do Idesp (indicador de qualidade do Estado). No ano passado, 232 mil servidores da educação receberam cerca de R$ 1 bilhão em bonificações. Este ano o número de profissionais com acesso ao beneficio seria maior já que os resultados avançaram nas três etapas do ensino básico.

 

Por sua vez a APEOESP sempre defendeu a necessidade de incluir o bônus ao salário dos profissionais da educação, porém afirma que a medida ignora a reivindicação já que acompanha uma proposta de reajuste bem distante dos 16% exigidos pela categoria para compensar as perdas com inflação. O indicativo de reajuste é tão baixo “que não dá para iniciar uma negociação. A categoria não vai aceitar mais uma perda”, indicou o sindicato que já sinalizou o início de uma greve geral em sua assembleia no próximo dia 8 de abril.

 

 

O último reajuste recebido pelos professores foi em agosto de 2014 e representou um aumento de 11,25%. Ano passado os professores de São Paulo permaneceram em greve durante 92 dias exigindo reajuste equivalente a inflação.

 

O programa de cortes do governo do Estado para 2016 já fechou mais de 1.500 salas de aula, deixou centenas de escolas sem merenda e retirou também as impressoras das escolas. No início do ano o secretário de Educação, José Renato Nalini, afirmou que os cortes em sua pasta seriam de R$ 1,5 bilhão.

 

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