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Professores entram em greve por reajuste e fim da precarização

Os professores da rede estadual de São Paulo aprovaram greve por tempo indeterminado após assembleia que reuniu mais de 20 mil pessoas na Avenida Paulista, na última sexta-feira, 19.

Durante a manifestação, organizada pela APEOESP, os professores denunciaram a intransigência do Governo de São Paulo, que não negociou com a categoria. Os professores reivindicam reajuste salarial de 13,5%, sendo 5% mais 2% referentes à recomposição do reajuste prometido para 2012 e mais 6% de reajuste já previsto na lei complementar 1143/11. Os docentes pedem também a reposição das perdas salariais desde 1998, com o reajuste de 36,74%.

“Consideramos uma afronta à categoria o reajuste de 2% proposto pelo governo, sobretudo porque utiliza uma estratégia de tentar enganar os professores, ao dizer que o reajuste é de 8,1%. Omite que 6% já estão previstos na lei complementar 1143/2011”, afirma a APEOESP.

Além disso, entre as principais reivindicações está o fim da precarização dos professores temporários chamados “categoria O”, que não possuem os mesmo direitos dos efetivos. Esses professores são proibidos até mesmo de serem atendidos no IAMSPE (Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual). Conforme a Apeoesp, a categoria exige a realização de concursos públicos para que todos possam ser efetivados.

A manifestação contou com o apoio da UMES-SP, que esteve presente levando a solidariedade dos estudantes na luta pela valorização dos professores através do reajuste, melhores condições de trabalho e efetivação dos professores temporários. “O professor é meu amigo! Mexeu com ele mexeu comigo”, entoaram os estudantes.

Para Rodrigo Lucas, presidente da UMES, “para uma educação de qualidade é preciso professores bem pagos. Não podemos admitir que no estado mais rico da federação os nossos professores tenham salários tão baixos, professores sem plano de carreira. É preciso realizar concursos em São Paulo e valorizar todos os professores”, afirma.

Após a assembleia na Paulista, a manifestação seguiu até a Consolação e depois chegou à Praça da República, onde fica a sede da Secretaria Estadual da Educação. Uma nova assembleia está marcada para o dia 26 de abril.

 

Veja mais informações em www.apeoesp.org.br

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