Dilma, Temer, Renan e Cunha são entulhos que atravancam o Brasil

15-8-16 Temer Dilma  Cia

 

Mas um sai em agosto e outro em setembro. Renan e Temer não tardarão a pegar os bonés

Em três meses de profundas articulações, declarações sagazes, percepções fundamentais e demonstrações de aderência extrema ao queijo – quer dizer, tremendo compromisso com o país – Dilma conseguiu ampliar o número de senadores que votaram contra ela. Pela abertura do processo (e consequente afastamento) votaram, em 12 de maio, 55 senadores. Na terça-feira, a favor da pronúncia (sua transformação em ré do processo), votaram 59 senadores. São necessários 54 votos, no julgamento, que deverá ocorrer no próximo dia 25, para tirá-la da Presidência em definitivo.

Todo esse sucesso esplendoroso foi obtido mesmo com a ameaça – Deus nos livre – de ser substituída por um sujeito lastimável, cujo carisma e serviços prestados ao país, se medidos por algum termômetro político, se aproximam do extremo pelo qual Lord Kelvin ficou conhecido: o zero absoluto.

VERSÃO

É verdade que mesmo Temer na Presidência é obra de Dilma, que o escolheu ou o aceitou como vice. Como já notamos, aqui, Temer sempre foi um medíocre, mas não era um desconhecido. Ninguém escolhe ou aceita Temer como vice para fazer uma política a favor do povo e do país.

Temer é, aliás, a maior prova de que estamos precisando, urgentemente, de eleições. Dilma não pode ser substituída por ela própria em versão masculina, mas tanto quanto nula, entreguista (qual a diferença entre entregar o campo de Libra, no pré-sal, ou o campo de Carcará, no pré-sal?), antipopular e antinacional – portanto, antidemocrática até as entranhas.

Mas essa versão de Dilma é, exatamente, Temer.

Dilma, é verdade, sempre excede a estupidez que todos esperam dela, mesmo que essa expectativa seja próxima ao infinito. Mas, dificilmente, convenhamos, isso é uma vantagem a favor dela ou de Temer.

No entanto, essa figura que não consegue juntar lé com lé nem cré com cré, corresponde ao fundo econômico do estelionato eleitoral – da adesão aos inimigos do país - que levou Dilma à execração pública e ao banco dos réus em pouco mais de um ano de seu segundo mandato.

Em recente artigo, o economista Felipe Rezende faz um bom resumo. Ainda que os leitores do HP já conheçam a história – a análise de Rezende é, essencialmente, a mesma que fizemos a partir de janeiro de 2011 – o artigo tem o mérito da concisão e de aparecer neste momento (v. F. Rezende, "Por que o Brasil sofre uma das piores crises de sua história?", Valor Econômico, 04/08/2016).

Resumindo o resumo: as empresas brasileiras vinham desde 2007 (com exceção de 2009, quando a crise dos EUA atingiu o Brasil, devido aos juros do sr. Meirelles no Banco Central) aumentando os investimentos, inclusive recorrendo a empréstimos para fazê-los – ou seja, contando com lucros futuros para cobrir os investimentos.

Rezende chama isso de "esquema Ponzi" - a famosa "pirâmide" ou "corrente" - com o que não concordamos. Porém, mais importante, ele ressalta que a partir de 2011, com a derrubada do crescimento imposta por Dilma e Mantega, a perspectiva de lucros futuros se evaporou, deixando as empresas no pântano. Nas palavras de Rezende: "a partir de 2011 há uma forte queda da rentabilidade das empresas, principalmente da indústria, afetando a acumulação interna de lucros e o retorno esperado do investimento".

Ele examina a questão sobretudo sob o ângulo do endividamento: "Os dados do Banco Central (BC), mostram que o endividamento das empresas e famílias passou de 35% do PIB em dezembro de 2005 para 75% do PIB em junho de 2015. Com a obtenção do grau de investimento, o total da dívida em moeda estrangeira das empresas não financeiras saltou de US$ 58 bilhões em março de 2008 para US$ 118 bilhões em junho de 2015".

Para isso serviu o belo "investment grade", de que tanto falava o sr. Mantega.

As empresas foram obrigadas a cortar os investimentos, porque eles se tornaram insustentáveis - e a dívida, crescente - devido à política econômica implementada já no primeiro mandato de Dilma, de frear o crescimento, portanto, os lucros, a perspectiva de lucros e a capacidade de pagamento empresarial.

"Logo", diz o economista, "não deveria causar surpresa a queda dos investimentos há dez trimestres consecutivos". E frisa: "As elevadas taxas de juros praticadas pelo BC elevaram as despesas financeiras do setor privado, agravando a recessão e o potencial de uma crise dentro do sistema financeiro". Em seguida: "Por outro lado, as irresponsáveis medidas do ajuste fiscal implementadas ao longo de 2015 - além de causar um choque nos custos das empresas por meio do aumento brutal dos preços administrados - interromperam a ação dos estabilizadores automáticos - isto é, as variações de gastos e recolhimentos de impostos e tributos devido ao desaquecimento da economia - ao cortar fortemente os gastos reais do governo, empurrando a economia para uma das piores crises da sua história".

Derrubada do crescimento, juros altíssimos, corte violento nos investimentos públicos e nos demais gastos governamentais – o que se poderia esperar disso, senão o afundamento do país em um abismo?

Poderíamos acrescentar que, sob a forma de juros, mais de meio trilhão de reais foram passados do setor público para os bancos, fundos e outros rentistas em apenas um ano (2015).

Os elogios de Dilma ao ministro da Fazenda de Temer, o malsinado Meirelles, são apenas a demonstração de que não há diferença qualitativa entre um governo e outro. Se eles brigam pelo poder, é apenas porque quadrilhas costumam brigar pelo controle da muamba, nesse caso, o papel de feitor dos monopólios externos sobre o Brasil. Essa é a razão de Dilma declarar que o "sucesso" do governo Temer (essa alienada acredita que o país está se recuperando) foi plantado pelo seu governo.

CRISE

O fato é que o Brasil enfrenta, devido à Dilma e Temer, a pior crise desde o início do século XX. Não por acaso, essa crise coincide com o apodrecimento dos partidos governistas – PT, PMDB, PSDB & satélites – que mal se distinguem, do ponto de vista do que querem fazer com o país: roubar, entregar, destruir. A crise econômica coincide com a podridão política na medida em que a rendição ao neoliberalismo – ao imperialismo, aos monopólios financeiros e cartéis sobretudo norte-americanos – é a decomposição acelerada dos cadáveres que se renderam.

Daí todos esses defuntos políticos – Dilma, Temer, Cunha, Renan – que açambarcaram o poder, em um dos maiores países, mais ricos em recursos, e com um povo trabalhador e criativo. Sem se livrar deles, é impossível voltar a crescer para contemplar as nossas necessidades.

Nosso maior escritor, Machado de Assis, escreveu sobre a contradição entre o Brasil real e o Brasil oficial. Nunca essa contradição foi tão aguda.

Porém, as coisas caminham. Ainda que às vezes com uma lentidão que desespera alguns – mas para isso, na verdade, não há motivo: o Brasil real avança e enterra os restos do carcomido Brasil oficial. Toda essa "vida política" das Dilmas e Temer não é mais do que passado ainda não sepultado.

Mas, Dilma e Cunha já estão com hora marcada para a execução.

Um para 25 de agosto, outro para 12 de setembro.

Falta Temer, Renan e outros fantasmas.

Fonte: Carlos Lopes do jornal Hora do Povo

Carteirinha da UMES

 

icone-carteirinha-umes

 

icone-guia-de-descontos-umes

 

 

 

Informações

 

icone-gremio-estudantil

 

CPCUmesFilmes Logo fundo branco

 

 

 

Parceiros

 

sptrans

 

 

logo zumbi faculdade comunitaria

 

 

casa mestre ananias

 

 

 

Fique bem informado

 

hp

 

 

icone-apeoesp

 

 

icone-campanha-educacao

 

 

portal do bixiga

 

pornoimpala.info pornopingvin.com
Yurtdışı Eğitim Makedonya Avrupa Üniversitesi Makedonya Eğitim Saraybosna Üniversitesi Saraybosna Üniversitesi Saraybosna Üniversitesi Saraybosna Üniversitesi Saraybosna Üniversitesi Bosna Hersek Üniversiteleri Bosna Hersek Üniversiteleri Bosna Hersek Üniversiteleri Bosna Hersek Üniversiteleri Bosna Hersek Üniversiteleri Travnik Üniversitesi Travnik Üniversitesi Travnik Üniversitesi Saraybosna Üniversiteleri Makedonya Üniversiteleri Struga Üniversitesi Kiril Metodi Üniversitesi Bulgaristanda Eğitim Bulgaristanda Eğitim Bulgaristan Üniversiteleri Bulgaristan Üniversitesi Bulgaristan Üniversiteleri Ukrayna Üniversiteleri Ukrayna Üniversiteleri Ukraynada Üniversite Ukrayna Üniversiteleri Malta Dil Okulları Gürcistan üniversiteleri Gürcistan Eğitim Malta Dil Okulu Malta Nerede ingiltere Dil Okulları ESE Malta Dil Okulu Лазерна Епилация Пловдив Лазерна Епилация Пловдив Лазерна Епилация Пловдив Лазерна Епилация Пловдив