Atraso escolar diminui, mas ainda atinge 26,4% no ensino médio

Em relação ao ensino superior, a série história revela o impacto das políticas governamentais para a democratização do ingresso na faculdade

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O atraso escolar no Brasil foi reduzido entre 2005 e 2015 de 36,9% para 26,4% na faixa etária dos 15 aos 17 anos, que corresponde ao ensino médio, segundo a Síntese dos Indicadores Socais do IBGE. 

Entre os estudantes cujas famílias estão entre as 20% mais pobres do País, o índice chega a 40,7%, quase cinco vezes maior do que o que se verifica nos 20% mais ricos (8,2%). A chamada distorção idade-série, medida pelo IBGE com base nos dados da Pnad, se refere à proporção de estudantes com idade pelo menos dois anos acima da esperada para a série em que estão matriculados. A defasagem chega a 36,4% no Nordeste. E é mais dramática entre os jovens que moram em áreas rurais (40%) e também entre os pretos ou pardos (31,4%). Mais de um terço dos jovens acima de 15 anos já repetiram pelo menos uma vez. Na rede pública, o atraso é 3,6 vezes maior.

Terminando o ensino médio em uma escola estadual de Copacabana, na zona sul do Rio, Ian Lucas Dionísio já repetiu o ano três vezes e teve de parar de estudar na adolescência para trabalhar. De volta às salas de aula aos 20 anos, o rapaz agora corre todo dia para conciliar os horários – está no turno da tarde no colégio e é garçom em uma casa de festas à noite.

“Minha mãe é doméstica e eu não tenho outra opção a não ser ajudar com as contas, assim como a minha irmã faz. É muito difícil, mas quero me formar e realizar o sonho de ser fuzileiro naval”, disse o rapaz.

“Essa distorção é fruto de um desgaste que vem desde o fundamental 2. Entre as causas estão o desinteresse pela escola e, no caso das meninas, as gestações precoces”, explicou Priscila Cruz, presidente da ONG Todos Pela Educação. Os adolescentes que estão fora da escola chegam a 15%. 

Em relação ao ensino superior, a série histórica evidencia o impacto das políticas governamentais, como o ProUni, que passou a vigorar em 2005. Naquele ano, a taxa de frequência na graduação entre pretos e partos era de 5,5%; em 2015, havia passado para 12,8%. Nas universidades públicas, em 2005 apenas 0,9% dos estudantes pertenciam ao grupo dos 20% mais pobres da população; em 2015, eram 8,3%.

Fonte: Estadão Educação.

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