Servidores municipais repudiam reforma da previdência em São Paulo e seguem em greve

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Cerca de 100 mil profissionais de educação da rede municipal de ensino de São Paulo participaram nesta quinta-feira, 15, de uma manifestação em frente à Câmara Municipal, contra o Projeto de Lei nº 621/2016, que institui o Regime de Previdência Complementar/Sampaprev e aumenta a contribuição previdenciária dos servidores municipais de 11% para até 19%.

No dia anterior, na quarta-feira (14), a Câmara foi palco de outra manifestação dos professores, que terminou com confusão após a polícia militar atacar os manifestantes com bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo. Durante o ato, que acontecia porque o PL estava sendo votado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a Guarda Civil Metropolitana (GCM) entrou em choque com os manifestantes do lado de dentro e de fora da casa.

Os professores de São Paulo estão em greve desde o dia 08 contra a reforma da previdência municipal e paralisaram 93% das 1.550 escolas da administração direta. Segundo o Sinpeem (Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo), o ato desta quinta foi “uma demonstração de que os excessos, marcados por desrespeito e violência cometidos na quarta-feira (14/03) contra os servidores – que transformaram a frente da Câmara num verdadeiro campo de guerra, deixando muitos feridos por bombas de efeito moral e balas de borracha –, não intimidaram a categoria, que continuará lutando por seus direitos e exigindo a retirada do PL da Câmara”. Antes do ato, foi realizada uma assembleia geral que decidiu unanimemente pela manutenção da greve.

 

 

 

Veja na integra, a nota do SINDSEP - Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias no Município de São Paulo.

 

 

“A assembleia de hoje, 15 de março, decidiu pela continuidade da GREVE. Não houve sequer uma voz contrária, nos mais de 100 mil servidores públicos que lotaram a frente da Câmara Municipal de São Paulo. Nossas atividades continuam, dia 20 de março, às 13 horas, haverá nova assembleia dos trabalhadores. É necessário estar bem atento porque a qualquer momento o governo pode colocar o PL 621/16 em votação.

 

Foi mais um dia de batalha vencida. Tanto na mobilização na frente da Câmara Municipal, quanto nos locais que trabalho onde a GREVE aumenta a cada dia. Já são mais de 70% de servidores parados e o prefeito João Doria continua defendendo o projeto de exterminar os servidores públicos. Batalha vencida, vamos mobilizar mais companheiros, dia 20 não pode ter nenhum servidor público trabalhando”.

 

Reprodução - Jornal Hora do Povo.

 

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