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Entidades sociais lotam plenário da Câmara de SP em ato contra o leilão de Libra

Diversas entidades, parlamentares, centrais sindicais, sindicatos, entidades estudantis, do movimento de mulheres, petroleiros e partidos políticos participaram, na quinta-feira (10), da sessão solene na Câmara dos Vereadores de São Paulo em homenagem aos 60 anos da Petrobrás. No ato, convocado pela vereadora Juliana Cardoso (PT), as entidades defenderam o cancelamento do leilão do campo de Libra e convocaram toda a sociedade a irem às ruas na próxima semana contra a entrega do petróleo brasileiro.

Estiveram presentes, além da vereadora Juliana Cardoso, o presidente da Câmara, vereador José Américo (PT) e o deputado estadual, Adriano Diogo (PT).

“Quero parabenizar a vereadora Juliana por trazer para cá as comemorações dos 60 anos da Petrobrás para afirmar algumas bandeiras fundamentais do movimento social no Brasil. A primeira delas é a defesa da Petrobrás, das suas reservas e suas riquezas”, disse o presidente da Casa. Para José Américo, leiloar o campo de Libra “pode significar abrir mão dessa riqueza, abrir mão de que a exploração seja feita pela Petrobrás. Libra é uma plataforma petrolífera avaliada em mais de U$$ 2 trilhões ou US$ 3 trilhões”, ressalta.

A proponente da sessão, vereadora Juliana Cardoso (PT) lembrou que a criação da empresa, em 1953, foi resultado de uma grande campanha popular que exigia o monopólio estatal na exploração do petróleo. “Foi o Brasil que achou o Pré-Sal e cabe a nós esse tesouro”, concluiu.

O deputado Adriano Diogo Adriano Diogo também condenou o leilão: “Com esse leilão na bacia das almas o dinheiro não vai para o prefeito, nem para a fonte luminosa, nem para educação e muito menos para a saúde. Se for realizado o leilão, o dinheiro vai para o superávit primário. Não vai para o Orçamento. Vai para o pagamento da dívida”, disse.

 

FUP: “LEILOAR O CAMPO DELIBRA É LEILOAR UMA PETROBRÁS”

Durante o ato, o coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP), João Antônio de Moraes, ressaltou que “o campo de Libra é o maior já descoberto em nosso país e um dos maiores já descoberto no mundo. A Petrobrás nesses 60 anos de existência produziu 20 bilhões de barris de petróleo. As nossas reservas comprovadas correspondem hoje a 15 bilhões de barris, reconhecidos internacionalmente. O campo de Libra corresponde a 40 bilhões de barris, sendo de 12 a 15 bilhões de barris aproveitáveis para a tecnologia disponível hoje. Não é nenhum exagero dizer que o campo de Libra é mais uma Petrobrás. Nós não temos dúvidas em dizer que anunciar a realização da 12ª rodada do leilão do petróleo é leiloar uma Petrobrás”, destacou.

Representantes das centrais sindicais também se manifestaram no ato. Para o diretor executivo da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Júlio Turra, “essa sala cheia é de enorme importância para motorizar um movimento amplo que impeça a realização do leilão de 21 de outubro do campo de Libra. É a melhor homenagem ao povo brasileiro que criou há 60 anos a Petrobrás bradando nos quatro cantos do Brasil não é seu nem vosso, o petróleo é nosso”.

O presidente da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Ubiraci Dantas, o Bira, parabenizou o vereador José Américo e a vereadora Juliana. “Os nomes dessas pessoas ficarão na galeria dos heróis do Brasil. Parabéns companheiros por essa grande iniciativa”, disse Bira fazendo uma homenagem às lideranças distribuindo um vidro de petróleo com os dizeres ‘BR, Petrobrás, O Petróleo é Nosso! Não ao leilão de Libra! Leilão é privatização!’.

Bira fez um resgate da história da Petrobrás, lembrando que “vários companheiros tombaram nessa luta para defender a soberania, o desenvolvimento do Brasil e a nossa Petrobrás”. “Não podemos agora entregar um patrimônio dessa natureza para poder fazer superávit primário. O que está em jogo é o seguinte: todo ano sai R$ 239 bilhões do Brasil para pagar juros, exigido pelos nossos credores. Como esse ano a situação está complicada, então resolveram entregar um campo de um US$ 1,5 trilhão de dólares para as multinacionais para poder pegar U$ 15 bilhões para fazer superávit primário. Isso é um crime contra o povo brasileiro”, disse.

Bira lembrou que na última campanha eleitoral, “a presidente foi para televisão dizer que não podia entregar o petróleo. Ela disse: ‘privatizar o nosso pré-sal, nossa Petrobrás, o petróleo brasileiro, é tirar dinheiro do Brasil e mandar para os estrangeiros’. Hoje, a nossa presidenta Dilma, não pode mudar de lado. A presidenta Dilma não pode ficar na História como a presidenta que entregou o petróleo para as multinacionais. Eu estou falando isso porque eu estava nas ruas junto com os meus companheiros defendendo ela”, disse.

 

MANIFESTO CONTRA O LEILÃO

No próximo dia 16 de outubro, as centrais sindicais e entidades sociais estarão em Brasília para entregar um manifesto à presidente Dilma contra o leilão de Libra, afirmou Bira, convocando todas as entidades a participaram do ato e conclamou, empolgando o auditório lotado da Câmara: “1, 2,3, 4, 5, mil, ou para os leilões ou paramos o Brasil”.

Divanilton Pereira, secretário das Relações Internacionais da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB) e da FUP, homenageou a Petrobrás ressaltando que a estatal “consolidou-se como um projeto brasileiro e continua sendo um dos maiores símbolos nacionais”. “Ela detém um complexo domínio tecnológico, sobretudo em águas profundas, e suas recentes descobertas com destaque para o pré-sal abre-se nova possibilidade para financiar um novo projeto nacional de desenvolvimento. No entanto, fatos recentes que agridem violentamente a soberania nacional, deixam claro que passados 60 anos as mesmas forças que tentaram inviabilizar esse projeto nacional continuam conspirando contra ele. A espionagem dos Estados Unidos e do Canadá no Ministério das Minas e Energias e na Petrobrás é mais uma prova disso”. “Tais agressões exigem que as grandes decisões estratégicas para o setor energético, com destaque para o setor petrolífero, exigem cautela e proteção, por isso a CTB se soma e se integra pela suspensão do leilão de Libra”, ressaltou.

Maria Cristina, representante da Força Sindical, destacou que “nós lutamos dia a dia pelo povo brasileiro, pelos trabalhadores. E com o leilão de Libra não será diferente. Nós queremos dizer que a luta vai continuar. Nós não podemos aceitar esse leilão da forma que ele está sendo conduzido. Vamos fazer todo barulho necessário para que esse leilão não aconteça”.

Luiz Gonçalves, o Luizinho, da Nova Central Sindical dos Trabalhadores do Brasil (NCST), afirmou que “a Nova Central está junto nessa batalha em defesa do povo brasileiro”. “Para barrar esse leilão e em defesa da Petrobrás nós vamos ter que ir para as ruas, com carro de som, lista de assinatura e vamos massificar esse nosso movimento estabelecendo o debate na sociedade brasileira”.

Também estiveram presentes no ato Lídia Correa, presidente municipal do Partido Pátria Livre (PPL) e Davi Martins, presidente estadual do Partido Solidariedade.

 

TODOS ÀS RUAS NO DIA 17!

Rodrigo Lucas Paulo, presidente da UMES, também resgatou as lutas históricas do povo brasileiro em defesa da Petrobrás e do petróleo. “A Petrobrás foi atacada quando Getúlio criou a nossa empresa, foi atacada durante a ditadura, foi atacada nos governos neoliberais de Collor e FHC, e durante todos esses anos, os estudantes, os movimentos sociais, os trabalhadores foram às ruas em defesa da nossa maior riqueza. No governo de FHC, o povo impediu a privatização da Petrobrás, e em 2002 elegeu um operário para a presidência. Elegemos o Lula, que se posicionou contra as privatizações, e elegemos a Dilma por representar a continuidade dessa política e se posicionar contra as privatizações, especialmente contra o leilão do pré-sal. O que queremos agora é que se cumpra com essa promessa”. “Devemos barrar o leilão de Libra para garantir que essa riqueza sirva para o crescimento do nosso país e do nosso povo. O primeiro passo é barrar o leilão de Libra”, disse. 

Ao final do ato, as entidades convocaram a todos para a manifestação contra o leilão que será realizado no próximo dia 17 de outubro, quinta-feira. A concentração será na Praça Oswaldo Cruz, a partir das 17 horas.

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