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Crise da água: protesto reúne 5 mil em São Paulo contra a falta de investimentos do governo

Cerca de cinco mil pessoas fizeram um protesto, na última quinta-feira (25), em frente à sede da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) contra a falta de água em bairros da periferia da capital paulista. Eles denunciaram o descaso do governador Geraldo Alckmin (PSDB) com a crise da água que assola o estado.

Enquanto diversos bairros da capital e região metropolitana, principalmente regiões periféricas, já convivem diariamente com cortes no abastecimento, o governador insiste negar o racionamento.

A falta de chuvas é o principal motivo que teria gerado a escassez de acordo com o governador e com a Sabesp. Especialistas apontam, no entanto, que o maior culpado pela falta de água é o governo do estado, que não realizou obras para construir novos reservatórios para situações de emergência e não investiu em modernização do sistema gerido pela Sabesp, que atualmente desperdiça cerca de 30% de toda a água que produz em defeitos nas tubulações.

A manifestação organizada pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) começou no largo da Batata, em Pinheiros e seguiu para a sede da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico de São Paulo), no mesmo bairro. Os manifestantes seguiram em direção à marginal Pinheiros e chegaram a bloquear por um tempo a pista local sentido Castello Branco.

O MTST afirma que o objetivo da manifestação é a “denúncia. É preciso um plano emergencial para essas regiões”, afirmou Guilherme Boulos, um dos líderes do movimento. “Não podemos aceitar que só os trabalhadores mais pobres, da periferia, paguem a conta pela falta de água”, continuou.

Uma comissão do movimento foi recebida na sede da Sabesp e entregou uma lista de reivindicações à companhia.

A reunião terminou com o compromisso da companhia em realizar reuniões frequentes nas regiões afetadas. Os primeiros encontros já têm data e serão realizados nos dias sete e oito de outubro.

Segundo Josué Rocha, um dos coordenadores do MTST “é inegável dizer que está faltando água. Eles afirmaram que estão fazendo modificações na pressão e, por isso, em alguns momentos do dia não tem água. A gente sabe que isso, traduzindo, é racionamento”.

De acordo com Guilherme Boulos, “o governador do Estado tem ido na televisão e em vários cantos para dizer que não existe racionamento em São Paulo (...) Talvez no Palácio dos Bandeirantes, no Morumbi, não falte água mesmo”.

 

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