Professores exigem salário digno durante assembleia na avenida Paulista

 

A greve dos professores chegou na sexta-feira (24) a 43 dias de duração, e o governo estadual ainda não apresentou proposta salarial

 

Cinquenta mil professores se reuniram na avenida Paulista durante a assembleia realizada nesta sexta-feira (24). “Não vamos aceitar zero de reajuste salarial, por isso a greve contínua” afirmaram os professores durante a assembleia que decidiu pela continuidade da greve e do acampamento na Praça da República, em frente à sede da Secretaria Estadual de Educação.

 

Para a presidente da Apeoesp, Bebel, a assembleia “demonstra a disposição de luta dos professores depois do reajuste de 0% dado pelo Secretário da Educação”, Herman Voorwald, durante reunião com a Apeoesp nesta quinta. “Se ele não apresenta reajuste, isso significa que é reajuste de 0%”, afirmou.

 

“Fora, Herman!”, catavam os professores durante a assembleia, ou “Herman ditador, inimigo do professor!”. Também havia faixas criticando os cortes na educação perpetrados por Dilma.

 

Entre os manifestantes estavam milhares de estudantes e pais que se solidarizaram a greve dos professores por educação pública de qualidade. Para Jonathan, diretor e porta-voz da UMES na assembleia dos professores, “é preciso denunciar os baixos salários e a falta de reajustes para com os professores. Hoje o piso salarial dos nossos professores é de R$ 2.460,00, enquanto a média dos salários dos profissionais com ensino superior é de R$ 4.237,00 no nosso estado”, explicou.

 

Jonathan também lembrou que o governador Geraldo Alckmin cortou da educação R$ 470 milhões, dinheiro que faz muita falta para as escolas que estão totalmente abandonadas, com salas superlotadas, sem cadeiras, quadras para prática de esporte, e em muitos casos com vazamentos e paredes rachadas. “Sala, corredores, pátio e estruturas totalmente pichadas e abandonadas vão contra qualquer tentativa de educar e ensinar a juventude”, comentou.

 

Ao tratar da assembleia dos professores o presidente da UMES, Marcos Kauê, lembrou que a situação critica da educação de São Paulo se deve em muito ao governo federal, que cortou R$ 7 bilhões do Ministério da Educação, medida que também vai contra o reajuste salarial de 75,33% para equiparar o salário dos professores com as demais categorias com formação de nível superior, conforme a meta 17 do Plano Nacional de Educação estabelecida pelo próprio governo federal.

 

"Nada justifica deixar os professores por 42 dias com 0% de reajuste ou sentar em uma mesa, como fez o secretário, e ficar duas horas dizendo não às reivindicações. Acho que quando se tem uma situação de impasse, o governo e secretário devem intermediar", afirmou Bebel.

 

A assembleia não pode ser realizada no vão-livre do MASP, sob a alegação dos policiais de que o local possuía estava com problemas estruturais. Desta forma as mais de 50 mil pessoas presentes ocuparam as duas vias da avenida.

 

Após realizada a assembleia os professores marcharam até à Praça da República, que se deparou com um grande contingente de policiais da tropa de choque, na tentativa de intimidar os professores na realização do ato em defesa da educação pública e de qualidade em frente a Secretaria de Educação. No entanto o ato foi realizado pelos professores que cercaram o prédio da Secretaria da Educação catando “Fora Herman”.

 

Uma nova assembleia foi marcada para a quinta-feira (30) no vão-livre do MASP, na Avenida Paulista.

 

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