TEATRO

TEATRO DENOY DE OLIVEIRA

Em 1994, foi inaugurado o Teatro da UMES, que tinha a característica de teatro de arena. Foi sede das apresentações musicais e teatrais dos projetos realizados pelo CPC-UMES até janeiro de 1998, ocasião em que passou por uma reforma completa.

Com projeto do arquiteto e cenógrafo Cyro del Nero, o teatro foi ampliado, ganhando um palco italiano de 35 metros quadrados, 99 poltronas estofadas, ar refrigerado, quatro camarins e instalações para a administração. Foi inaugurado em fevereiro de 1999, com o nome de Teatro Denoy de Oliveira, numa homenagem dos estudantes secundaristas ao criador do CPC-UMES.

 

E FOI ASSIM QUE TUDO COMEÇOU

Em janeiro de 1994 a UMES procura Denoy de Oliveira, que fora do CPC do Rio de Janeiro até o incêndio da UNE em abril de 1964. O cineasta lembrou que o CPC fora criado por artistas e intelectuais como Vianinha, Carlos Estevam Martins, Reinaldo Jardim, Carlos Lyra, Vinícius de Moraes, Ferreira Gullar, Chico de Assis, entre outros “débeis mentais” no dizer da mídia da época. E se queríamos criar algo parecido seria preciso estudar muito.

Saímos do encontro com aquele desafio e em março iniciamos um curso de quatro meses, com aulas diárias de teatro, cinema, dramaturgia, filosofia, psicologia e literatura dadas por Denoy de Oliveira, Sérgio Rubens, Hermano Penna e Carlos Lopes.

O grupo começou com 12 pessoas. Como sempre acontece, uns saíram outros entraram. Firmamos oito pessoas. Além dos textos teóricos trabalhamos com leituras de Brecht, Tchecov, Martins Pena e improvisação. Ao final do curso deveríamos escrever um texto de cinco minutos para ser encenado e gravado em VHS.

Mas em junho a UMES passaria a ocupar a atual sede. Denoy olhou o salão e disse: “se tirar esse teto de gesso cafona e pintar tudo de preto, isso vira uma arena”. Daí a alguns dias o salão começava a virar teatro.

(VALÉRIO BEMFICA)

 

TEATRO DE RUA

AUTO DAS MENSALIDADES - Narra os conflitos entre os estudantes e o Dr. Tubarão, um proprietário de escolas que só se preocupa com seus lucros.

AUTO DA TRAIÇÃO - Tema: o demônio Dinatus vem à superfície cobrar de um certo política uma dívida de campanha.

AUTO DA CPI - Sátira de um dos incontáveis escândalos financeiros. 

 

QUEREM BATER MINHA CARTEIRA

A estreia da comédia musical “Querem Bater Minha Carteira” marcou a inauguração do Teatro da UMES (atual Teatro Denoy de Oliveira), em setembro de 1994. Escrita pelo Grupo de Dramaturgia do CPC e tendo um elenco de estudantes, a peça teve a direção de Denoy de Oliveira, cenografia e figurinos de Luis Fernando e direção musical de Luis Carlos Bahia. O tema é a conquista da carteirinha de meio-passe e meia-entrada. “Querem Bater Minha Carteira” totalizou 120 apresentações.

 

 

 

VÔ DOIDIM E OS VELHOS BATUTAS

Peça infantil de Nana de Casto, em cartaz no Teatro Denoy de Oliveira, de março a setembro de 1999. Recebeu nove indicações para o Prêmio Coca-Cola de Teatro e a premiação em três categorias: melhor espetáculo de 1999, melhor cenário (Cyro del Nero) e melhor atriz (Thania Castello). Ficha técnica: elenco (Camila Cassis, César Marchetti, Leandro Resende, Oswaldo Ávila, Rachel Carvalhaes, Thania Castello), direção musical (Dyonisio Moreno), cenografia e adereços (Cyro del Nero), figurinos (Leonardo Diniz), produção executiva (Eloisa Elena), direção (Carlos Gradim).

 

 

TURANDOT

Adaptação da última obra de Bertolt Brecht, realizada por Denoy de Oliveira e Sérgio Rubens de Araújo Torres, com música de Marcos Vinícius de Andrade. Também o último trabalho do mestre Denoy, no qual a história do Imperador da China, que convoca os intelectuais para explicar ao povo a razão da crise (produzida por ele próprio ao estocar toda a produção de algodão para forçar a alta do preço do produto), se transforma numa metáfora sobre o Brasil e ganha os contornos de um musical que alterna o tom do épico com o da revista. Essa busca, no sentido de aprofundar e lapidar a linguagem do nosso Teatro Popular, foi ao palco do Teatro Denoy de Oliveira, em maios de 1999, com direção de José Renato, cenografia de Cyro del Nero, direção musical de Dyonísio Moreno, coreografia de Silvia Bittencourt, iluminação de Wagner Freire, assistência de direção de Luiz Carlos Bahia e grande elenco de 16 atores, interpretando 28 personagens.

 

A HISTÓRIA DO SAMBA PAULISTA

Espetáculo musical narrado e cantado por Oswaldinho da Cuíca,com participação especial de Aldo Bueno, Seu Nenê da Vila Matilde e Thobias da Vai-Vai, apresenta a trajetória musical deste gênero no estado de São Paulo, desde suas origens até chegar aos sambas-enredo dos dias de hoje. 

Estreou no Teatro Denoy de Oliveira em março de 1999 e deu origem a dois média-metragens, “Geraldo Filme” e “Seu Nenê”,  à publicação em livro da autobiografia de Seu Nenê e ao CD “História do Samba Paulista”

 

 

PARCERIAS COM FORTE CASA TEATRO

Em 2004, o CPC-UMES firmou parceria com o grupo Forte Casa Teatro que passou a administrar o Teatro Denoy de Oliveira, até julho de 2010.  Em parceria com o grupo, foram realizados os espetáculos A Metamorfose (direção: Vinícius Torres Machado), Falatório (diração: René Piazentin, Hamlet-Canastra Real (direção: Gabriel Carmona), A Não Liberdade do Rabo ao Bico (Auto Direção), Alembrar (direção: Rebeca Braia) e Arapucaia (direção: Magê Blanques).

 

 

SANTA JOANA DOS MATADOUROS

Nesses tempos sombrios, onde crises econômicas, políticas, sociais, esportivas, se misturam em nosso cotidiano, provocando terremotos e tsunames na vida de todos, sempre procuramos, instintivamente, analisar, compreender o que está acontecendo, empenhados em minimizar ao máximo as conseqüências desses acontecimentos.

Lemos jornais, ouvimos os noticiários, as declarações das autoridades competentes e, muitas vezes, percebemos, surpresos, que nossa posição, nossa resposta às provocações se alterou. Nós mudamos, é isso! Somos capazes de evoluir, nos transformar, isto é... mudar de idéia! Bertolt Brecht nos ajuda, com suas obras, a entender nossas mudanças de pensamento. Esta personagem, “Santa Joana dos Matadouros” vive o florescer de uma crença baseada na fé e na ingenuidade. Sua fé a engaja num grupo religioso, cujo trabalho piedoso ela assume com personalidade. E logo entra em choque com um sistema de vida menos piedoso que visa aproveitar-se das pessoas e delas tirar o maior proveito possível, sem a menor preocupação com uma retribuição justa.

 

A EXCEÇÃO E A REGRA

A montagem de “A Exceção e a Regra" surgiu de um trabalho de conclusão de curso realizado pela turma do curso avançado de teatro do Pontão de Cultura da UMES.

Após 2 anos e meio de trabalho o grupo resolveu dar sequência ao trabalho realizando apresentações nas escolas públicas de São Paulo e agora retorna em cartaz a cada dia recebendo uma escola diferente.

No segundo semestre de 2013, a apresentação volta a ser realizada nas escolas públicas da capital.

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