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UBES elege nova diretoria e propõe formação de comitês “Bolsonaro Nunca Mais” nas escolas do País

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Entre os dias 12 e 15 de maio, milhares de estudantes de todo o país se reuniram em Brasília no 44º Congresso da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (ConUBES). Os delegados de todo o Brasil aprovaram um conjunto de resoluções para nortear a atuação da nova diretoria da entidade, sob o comando da nova presidenta da UBES, a estudante cearense Jade Beatriz.

A UBES defendeu a derrota do governo Jair Bolsonaro (PL) como prioridade para a “reconstrução do Brasil”, por meio de um projeto nacional de desenvolvimento que tenha como centro a Educação.

A UMES de São Paulo participou ativamente da construção deste congresso da entidade co-irmã. Centenas de estudantes da capital foram à Brasília apresentar as nossas demandas ao fórum nacional dos secundaristas.

O evento reuniu uma série de atividades, como palestras e debates acerca do cenário da educação básica no país, seguindo o lema “Pra fazer do Brasil uma sala de aula”. Após cinco anos, devido à pandemia do coronavírus, o congresso retornou no formato presencial.

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O presidente da UMES-SP, Lucca Gidra, avaliou que o Congresso da UBES foi vitorioso, por garantir mais energia na luta contra Bolsonaro. Lucca participou como debatedor da mesa sobre os desafios do combate à evasão escolar no pós-pandemia de covid-19.

Na avaliação do dirigente da UMES. “os estudantes mais mobilizados e mais organizados ainda na luta contra o Bolsonaro. Os secundaristas saem mais fortes no Brasil inteiro. Podemos esperar muita luta. Vamos esperar grandes mobilizações para garantir o direito à educação, lutar pela CPI do MEC também e realizar uma forte campanha contra o governo Bolsonaro que é o principal inimigo da educação e o principal inimigo do Brasil”, ressaltou.

“A UBES tem uma missão e uma tarefa muito importante: unir todos os estudantes que se alistaram nas eleições para votar contra o Bolsonaro. Unir toda a sociedade, todo o setor democrático. A UBES tem essa tarefa de ajudar a unir todos os setores democráticos para a gente derrotar o fascismo de uma vez por todas e se livrar do Bolsonaro”, destaca Lucca.

 

DESENVOLVIMENTO

Entre as pautas discutidas no Congresso da UBES estavam temas como o Novo Ensino Médio, o vencimento do Plano Nacional de Educação (PNE), a construção do Sistema Nacional de Educação (SNE), além da renovação da Lei das Cotas, a efetivação do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e o novo Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).

A UBES aprovou ainda a defesa de “um Projeto Nacional de Desenvolvimento Sustentável que tenha a educação como centro e que seja o horizonte para a reconstrução do Brasil”. Além disso, lembra, “é de suma importância também a redemocratização do Fórum Nacional de Educação (FNE)”, para que este se converta num “espaço de formulação que responda às necessidades da Educação brasileira”. Tudo para viabilizar a “Educação pós-pandemia”.

“Com o processo de retomada ao ensino presencial, surge a principal questão deste tempo: como combater o abandono escolar? Além de criar condições para o nosso retorno às salas de aula, precisamos também de uma Escola que nos faça sentido (…). Defendemos uma escola com gestão democrática, onde a comunidade escolar possa escolher seu Diretor e também o respeito à livre organização de nós, estudantes, a partir da Lei do Grêmio Livre”, afirmou a entidade em sua resolução.

A inclusão é outra demanda dos estudantes. “O direito à educação pública, gratuita e de qualidade a todas e todos perpassa por garantia de acesso à tecnologia como ferramentas de aprendizado e convivência com o mundo atual. É preciso democratizar a internet, levando o 5G para todas as escolas e estudantes nos mais diferentes lugares do país, utilizando os recursos disponíveis no Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações”, propõem a entidade.

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VOTOS DA JUVENTUDE

Guilherme Lucas, ex-tesoureiro da União Municipal dos Estudantes Secundaristas de São Paulo e dirigente da Juventude Pátria Livre – JPL, considera que a principal bandeira de luta da UBES para o próximo período continua a mesma. “Fora Bolsonaro e a defesa da democracia”.

“Esse congresso foi um dos mais importantes da história da UBES porque estamos enfrentando a ameaça fascista de Bolsonaro, ameaça a nossa democracia, ameaça aos direitos e ameaça a vida dos estudantes e do povo brasileiro”, ressaltou.

Segundo Guilherme, também é fundamental a apuração dos crimes de corrupção cometidos pelo governo Bolsonaro no Ministério da Educação. “Vendo que aconteceu com o MEC, os pastores da propina… Um governo negociando apoio em troca do fortalecimento da campanha do Bolsonaro. Precisamos para o próximo período lutar a instalação da CPI do MEC. Ela é fundamental para que também a gente consiga enfraquecer governo Bolsonaro agora e apurar essas denúncias.

Ele relembra a campanha vitoriosa da emissão de títulos eleitorais entre a juventude, que resultou em mais de 2 milhões novos eleitores entre 16 e 18 anos nas eleições de outubro. “Precisamos ser ainda mais amplos e canalizar esses votos em defesa da democracia, em defesa do povo, em defesa da Educação. De uma escola pública gratuita de qualidade”, destacou.,

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BOLSONARO NUNCA MAIS

Os estudantes aprovaram ainda a criação de comitês “Bolsonaro Nunca Mais” nas escolas de todo o país. Já para agosto, mês dos estudantes, a UBES conclama os secundaristas à Jornada de Lutas, para acumular força e disputar as ruas. “Nós, secundas, fomos protagonistas da resistência ao governo Bolsonaro e seremos ainda mais essenciais daqui até as eleições e na luta na defesa da democracia”, disse a entidade.

Para “se livrar das heranças malditas do Governo Bolsonaro e Temer”, a UBES reivindica a revogação da Emenda Constitucional 95, que impôs o teto de gastos, bem como das reformas da previdência e trabalhista. As resoluções citam também “a valorização do salário mínimo através de uma Lei do Reajuste, a taxação dos lucros e dividendos e a retomada dos programas sociais dos governos populares”.

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A estudante cearense Jade Beatriz, eleita presidenta da entidade para a próxima gestão considera que fundamental a defesa da escola como instrumento e meio para a transformação social. A estudante afirma que vai realizar campanhas e articulações com secretarias de ensino e no Congresso para que a verba destinada ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) seja utilizada de maneira relevante.

A estudante secundarista também terá como bandeira a mobilização pela Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012) permanente. “Essa é uma pauta fundamental para todos que vão ingressar na Universidade e para a sociedade”, afirma. Jade promete mobilização nas escolas, ruas, redes sociais e com parlamentares em prol dessa causa.

“Estamos vivendo anos extremamente conturbados para a educação, com sucateamento, denúncias de corrupção e aparelhamento ideológico no MEC e corte de recursos. Como presidenta da UBES, uma entidade que representa a diversidade dos jovens brasileiros, vamos amplificar as urgências dos estudantes e mobilizar para conquistar um projeto real para o desenvolvimento social, educacional e, consequentemente, econômico”, observa Jade.

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UBES elege nova diretoria e propõe formação de comitês “Bolsonaro Nunca Mais” nas escolas do País

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Entre os dias 12 e 15 de maio, milhares de estudantes de todo o país se reuniram em Brasília no 44º Congresso da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (ConUBES). Os delegados de todo o Brasil aprovaram um conjunto de resoluções para nortear a atuação da nova diretoria da entidade, sob o comando da nova presidenta da UBES, a estudante cearense Jade Beatriz.

A UBES defendeu a derrota do governo Jair Bolsonaro (PL) como prioridade para a “reconstrução do Brasil”, por meio de um projeto nacional de desenvolvimento que tenha como centro a Educação.

A UMES de São Paulo participou ativamente da construção deste congresso da entidade co-irmã. Centenas de estudantes da capital foram à Brasília apresentar as nossas demandas ao fórum nacional dos secundaristas.

O evento reuniu uma série de atividades, como palestras e debates acerca do cenário da educação básica no país, seguindo o lema “Pra fazer do Brasil uma sala de aula”. Após cinco anos, devido à pandemia do coronavírus, o congresso retornou no formato presencial.

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O presidente da UMES-SP, Lucca Gidra, avaliou que o Congresso da UBES foi vitorioso, por garantir mais energia na luta contra Bolsonaro. Lucca participou como debatedor da mesa sobre os desafios do combate à evasão escolar no pós-pandemia de covid-19.

Na avaliação do dirigente da UMES. “os estudantes mais mobilizados e mais organizados ainda na luta contra o Bolsonaro. Os secundaristas saem mais fortes no Brasil inteiro. Podemos esperar muita luta. Vamos esperar grandes mobilizações para garantir o direito à educação, lutar pela CPI do MEC também e realizar uma forte campanha contra o governo Bolsonaro que é o principal inimigo da educação e o principal inimigo do Brasil”, ressaltou.

“A UBES tem uma missão e uma tarefa muito importante: unir todos os estudantes que se alistaram nas eleições para votar contra o Bolsonaro. Unir toda a sociedade, todo o setor democrático. A UBES tem essa tarefa de ajudar a unir todos os setores democráticos para a gente derrotar o fascismo de uma vez por todas e se livrar do Bolsonaro”, destaca Lucca.

 

DESENVOLVIMENTO

Entre as pautas discutidas no Congresso da UBES estavam temas como o Novo Ensino Médio, o vencimento do Plano Nacional de Educação (PNE), a construção do Sistema Nacional de Educação (SNE), além da renovação da Lei das Cotas, a efetivação do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e o novo Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).

A UBES aprovou ainda a defesa de “um Projeto Nacional de Desenvolvimento Sustentável que tenha a educação como centro e que seja o horizonte para a reconstrução do Brasil”. Além disso, lembra, “é de suma importância também a redemocratização do Fórum Nacional de Educação (FNE)”, para que este se converta num “espaço de formulação que responda às necessidades da Educação brasileira”. Tudo para viabilizar a “Educação pós-pandemia”.

“Com o processo de retomada ao ensino presencial, surge a principal questão deste tempo: como combater o abandono escolar? Além de criar condições para o nosso retorno às salas de aula, precisamos também de uma Escola que nos faça sentido (…). Defendemos uma escola com gestão democrática, onde a comunidade escolar possa escolher seu Diretor e também o respeito à livre organização de nós, estudantes, a partir da Lei do Grêmio Livre”, afirmou a entidade em sua resolução.

A inclusão é outra demanda dos estudantes. “O direito à educação pública, gratuita e de qualidade a todas e todos perpassa por garantia de acesso à tecnologia como ferramentas de aprendizado e convivência com o mundo atual. É preciso democratizar a internet, levando o 5G para todas as escolas e estudantes nos mais diferentes lugares do país, utilizando os recursos disponíveis no Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações”, propõem a entidade.

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VOTOS DA JUVENTUDE

Guilherme Lucas, ex-tesoureiro da União Municipal dos Estudantes Secundaristas de São Paulo e dirigente da Juventude Pátria Livre – JPL, considera que a principal bandeira de luta da UBES para o próximo período continua a mesma. “Fora Bolsonaro e a defesa da democracia”.

“Esse congresso foi um dos mais importantes da história da UBES porque estamos enfrentando a ameaça fascista de Bolsonaro, ameaça a nossa democracia, ameaça aos direitos e ameaça a vida dos estudantes e do povo brasileiro”, ressaltou.

Segundo Guilherme, também é fundamental a apuração dos crimes de corrupção cometidos pelo governo Bolsonaro no Ministério da Educação. “Vendo que aconteceu com o MEC, os pastores da propina… Um governo negociando apoio em troca do fortalecimento da campanha do Bolsonaro. Precisamos para o próximo período lutar a instalação da CPI do MEC. Ela é fundamental para que também a gente consiga enfraquecer governo Bolsonaro agora e apurar essas denúncias.

Ele relembra a campanha vitoriosa da emissão de títulos eleitorais entre a juventude, que resultou em mais de 2 milhões novos eleitores entre 16 e 18 anos nas eleições de outubro. “Precisamos ser ainda mais amplos e canalizar esses votos em defesa da democracia, em defesa do povo, em defesa da Educação. De uma escola pública gratuita de qualidade”, destacou.,

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BOLSONARO NUNCA MAIS

Os estudantes aprovaram ainda a criação de comitês “Bolsonaro Nunca Mais” nas escolas de todo o país. Já para agosto, mês dos estudantes, a UBES conclama os secundaristas à Jornada de Lutas, para acumular força e disputar as ruas. “Nós, secundas, fomos protagonistas da resistência ao governo Bolsonaro e seremos ainda mais essenciais daqui até as eleições e na luta na defesa da democracia”, disse a entidade.

Para “se livrar das heranças malditas do Governo Bolsonaro e Temer”, a UBES reivindica a revogação da Emenda Constitucional 95, que impôs o teto de gastos, bem como das reformas da previdência e trabalhista. As resoluções citam também “a valorização do salário mínimo através de uma Lei do Reajuste, a taxação dos lucros e dividendos e a retomada dos programas sociais dos governos populares”.

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A estudante cearense Jade Beatriz, eleita presidenta da entidade para a próxima gestão considera que fundamental a defesa da escola como instrumento e meio para a transformação social. A estudante afirma que vai realizar campanhas e articulações com secretarias de ensino e no Congresso para que a verba destinada ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) seja utilizada de maneira relevante.

A estudante secundarista também terá como bandeira a mobilização pela Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012) permanente. “Essa é uma pauta fundamental para todos que vão ingressar na Universidade e para a sociedade”, afirma. Jade promete mobilização nas escolas, ruas, redes sociais e com parlamentares em prol dessa causa.

“Estamos vivendo anos extremamente conturbados para a educação, com sucateamento, denúncias de corrupção e aparelhamento ideológico no MEC e corte de recursos. Como presidenta da UBES, uma entidade que representa a diversidade dos jovens brasileiros, vamos amplificar as urgências dos estudantes e mobilizar para conquistar um projeto real para o desenvolvimento social, educacional e, consequentemente, econômico”, observa Jade.

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UBES elege nova diretoria e propõe formação de comitês “Bolsonaro Nunca Mais” nas escolas do País

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Entre os dias 12 e 15 de maio, milhares de estudantes de todo o país se reuniram em Brasília no 44º Congresso da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (ConUBES). Os delegados de todo o Brasil aprovaram um conjunto de resoluções para nortear a atuação da nova diretoria da entidade, sob o comando da nova presidenta da UBES, a estudante cearense Jade Beatriz.

A UBES defendeu a derrota do governo Jair Bolsonaro (PL) como prioridade para a “reconstrução do Brasil”, por meio de um projeto nacional de desenvolvimento que tenha como centro a Educação.

A UMES de São Paulo participou ativamente da construção deste congresso da entidade co-irmã. Centenas de estudantes da capital foram à Brasília apresentar as nossas demandas ao fórum nacional dos secundaristas.

O evento reuniu uma série de atividades, como palestras e debates acerca do cenário da educação básica no país, seguindo o lema “Pra fazer do Brasil uma sala de aula”. Após cinco anos, devido à pandemia do coronavírus, o congresso retornou no formato presencial.

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O presidente da UMES-SP, Lucca Gidra, avaliou que o Congresso da UBES foi vitorioso, por garantir mais energia na luta contra Bolsonaro. Lucca participou como debatedor da mesa sobre os desafios do combate à evasão escolar no pós-pandemia de covid-19.

Na avaliação do dirigente da UMES. “os estudantes mais mobilizados e mais organizados ainda na luta contra o Bolsonaro. Os secundaristas saem mais fortes no Brasil inteiro. Podemos esperar muita luta. Vamos esperar grandes mobilizações para garantir o direito à educação, lutar pela CPI do MEC também e realizar uma forte campanha contra o governo Bolsonaro que é o principal inimigo da educação e o principal inimigo do Brasil”, ressaltou.

“A UBES tem uma missão e uma tarefa muito importante: unir todos os estudantes que se alistaram nas eleições para votar contra o Bolsonaro. Unir toda a sociedade, todo o setor democrático. A UBES tem essa tarefa de ajudar a unir todos os setores democráticos para a gente derrotar o fascismo de uma vez por todas e se livrar do Bolsonaro”, destaca Lucca.

 

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Entre as pautas discutidas no Congresso da UBES estavam temas como o Novo Ensino Médio, o vencimento do Plano Nacional de Educação (PNE), a construção do Sistema Nacional de Educação (SNE), além da renovação da Lei das Cotas, a efetivação do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e o novo Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).

A UBES aprovou ainda a defesa de “um Projeto Nacional de Desenvolvimento Sustentável que tenha a educação como centro e que seja o horizonte para a reconstrução do Brasil”. Além disso, lembra, “é de suma importância também a redemocratização do Fórum Nacional de Educação (FNE)”, para que este se converta num “espaço de formulação que responda às necessidades da Educação brasileira”. Tudo para viabilizar a “Educação pós-pandemia”.

“Com o processo de retomada ao ensino presencial, surge a principal questão deste tempo: como combater o abandono escolar? Além de criar condições para o nosso retorno às salas de aula, precisamos também de uma Escola que nos faça sentido (…). Defendemos uma escola com gestão democrática, onde a comunidade escolar possa escolher seu Diretor e também o respeito à livre organização de nós, estudantes, a partir da Lei do Grêmio Livre”, afirmou a entidade em sua resolução.

A inclusão é outra demanda dos estudantes. “O direito à educação pública, gratuita e de qualidade a todas e todos perpassa por garantia de acesso à tecnologia como ferramentas de aprendizado e convivência com o mundo atual. É preciso democratizar a internet, levando o 5G para todas as escolas e estudantes nos mais diferentes lugares do país, utilizando os recursos disponíveis no Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações”, propõem a entidade.

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VOTOS DA JUVENTUDE

Guilherme Lucas, ex-tesoureiro da União Municipal dos Estudantes Secundaristas de São Paulo e dirigente da Juventude Pátria Livre – JPL, considera que a principal bandeira de luta da UBES para o próximo período continua a mesma. “Fora Bolsonaro e a defesa da democracia”.

“Esse congresso foi um dos mais importantes da história da UBES porque estamos enfrentando a ameaça fascista de Bolsonaro, ameaça a nossa democracia, ameaça aos direitos e ameaça a vida dos estudantes e do povo brasileiro”, ressaltou.

Segundo Guilherme, também é fundamental a apuração dos crimes de corrupção cometidos pelo governo Bolsonaro no Ministério da Educação. “Vendo que aconteceu com o MEC, os pastores da propina… Um governo negociando apoio em troca do fortalecimento da campanha do Bolsonaro. Precisamos para o próximo período lutar a instalação da CPI do MEC. Ela é fundamental para que também a gente consiga enfraquecer governo Bolsonaro agora e apurar essas denúncias.

Ele relembra a campanha vitoriosa da emissão de títulos eleitorais entre a juventude, que resultou em mais de 2 milhões novos eleitores entre 16 e 18 anos nas eleições de outubro. “Precisamos ser ainda mais amplos e canalizar esses votos em defesa da democracia, em defesa do povo, em defesa da Educação. De uma escola pública gratuita de qualidade”, destacou.,

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BOLSONARO NUNCA MAIS

Os estudantes aprovaram ainda a criação de comitês “Bolsonaro Nunca Mais” nas escolas de todo o país. Já para agosto, mês dos estudantes, a UBES conclama os secundaristas à Jornada de Lutas, para acumular força e disputar as ruas. “Nós, secundas, fomos protagonistas da resistência ao governo Bolsonaro e seremos ainda mais essenciais daqui até as eleições e na luta na defesa da democracia”, disse a entidade.

Para “se livrar das heranças malditas do Governo Bolsonaro e Temer”, a UBES reivindica a revogação da Emenda Constitucional 95, que impôs o teto de gastos, bem como das reformas da previdência e trabalhista. As resoluções citam também “a valorização do salário mínimo através de uma Lei do Reajuste, a taxação dos lucros e dividendos e a retomada dos programas sociais dos governos populares”.

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A estudante cearense Jade Beatriz, eleita presidenta da entidade para a próxima gestão considera que fundamental a defesa da escola como instrumento e meio para a transformação social. A estudante afirma que vai realizar campanhas e articulações com secretarias de ensino e no Congresso para que a verba destinada ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) seja utilizada de maneira relevante.

A estudante secundarista também terá como bandeira a mobilização pela Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012) permanente. “Essa é uma pauta fundamental para todos que vão ingressar na Universidade e para a sociedade”, afirma. Jade promete mobilização nas escolas, ruas, redes sociais e com parlamentares em prol dessa causa.

“Estamos vivendo anos extremamente conturbados para a educação, com sucateamento, denúncias de corrupção e aparelhamento ideológico no MEC e corte de recursos. Como presidenta da UBES, uma entidade que representa a diversidade dos jovens brasileiros, vamos amplificar as urgências dos estudantes e mobilizar para conquistar um projeto real para o desenvolvimento social, educacional e, consequentemente, econômico”, observa Jade.

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UMES leva a pauta dos estudantes para encontro com secretária de Educação, Renilda Peres

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Na última quarta-feira, a diretoria da UMES participou de reunião com Renilda Peres, secretária de Educação de São Paulo. Levamos para ela as pautas que os estudantes defenderam e aprovaram no 28° Congresso da UMES sobre a Educação de São Paulo.

Conversamos sobre a importância do grêmio estudantil e do título de eleitor, sobre a preocupação com a questão do assédio dentro das escolas, a importância do ensino integral, a falta de professores e a luta pela implantação do PDDE permanente. Nossa luta é para garantir R$ 1 bilhão por ano para reformas e melhorias das escolas!

Agradecemos à secretária de Educação, Renilda Peres, pela abertura e disposição ao diálogo.

A diretoria da UMES está empenhada em mudar a realidade da juventude! Seguimos firmes e fortes na defesa da educação pública, gratuita e de qualidade!

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UMES leva a pauta dos estudantes para encontro com secretária de Educação, Renilda Peres

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Na última quarta-feira, a diretoria da UMES participou de reunião com Renilda Peres, secretária de Educação de São Paulo. Levamos para ela as pautas que os estudantes defenderam e aprovaram no 28° Congresso da UMES sobre a Educação de São Paulo.

Conversamos sobre a importância do grêmio estudantil e do título de eleitor, sobre a preocupação com a questão do assédio dentro das escolas, a importância do ensino integral, a falta de professores e a luta pela implantação do PDDE permanente. Nossa luta é para garantir R$ 1 bilhão por ano para reformas e melhorias das escolas!

Agradecemos à secretária de Educação, Renilda Peres, pela abertura e disposição ao diálogo.

A diretoria da UMES está empenhada em mudar a realidade da juventude! Seguimos firmes e fortes na defesa da educação pública, gratuita e de qualidade!

Campanha Todo Estudante com Título na Mão é destaque em reportagem internacional sobre eleições no Brasil

Nesta semana, a campanha Todo Estudante com Título na Mão foi destaque de reportagem da emissora CGNT America que transmitiu nossa campanha de alistamento eleitoral na EE Pedro II.

Nossa campanha foi fundamental para avançarmos na emissão de títulos da juventude em nosso país. Segundo o presidente do TSE, ministro Edson Fachin, mais de 2 milhões de jovens de 16 a 18 anos se alistaram este ano e participarão das eleições de outubro.

Agora é a vez de reforçar a luta nas ruas para impedir o desastre do governo Bolsonaro e fazer avançar na candidatura de lideranças progressistas e comprometidas com a população e com a Educação.

 

Campanha Todo Estudante com Título na Mão é destaque em reportagem internacional sobre eleições no Brasil

Nesta semana, a campanha Todo Estudante com Título na Mão foi destaque de reportagem da emissora CGNT America que transmitiu nossa campanha de alistamento eleitoral na EE Pedro II.

Nossa campanha foi fundamental para avançarmos na emissão de títulos da juventude em nosso país. Segundo o presidente do TSE, ministro Edson Fachin, mais de 2 milhões de jovens de 16 a 18 anos se alistaram este ano e participarão das eleições de outubro.

Agora é a vez de reforçar a luta nas ruas para impedir o desastre do governo Bolsonaro e fazer avançar na candidatura de lideranças progressistas e comprometidas com a população e com a Educação.

 

FA1U1094Redes Sociais

VITÓRIA – Estudantes se alistam em massa para derrotar Bolsonaro e mais de 2 milhões de jovens vão às urnas em outubro

FA1U1094Redes Sociais

Desde o ano passado, a UMES se dedica na conscientização dos jovens para a emissão dos títulos

 

Um dia após o encerramento do prazo da emissão de títulos eleitorais para participar das eleições de 2022, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou um balanço prévio que aponta que o Brasil ganhou 2.042.817 de eleitores entre 16 e 18 anos em 2022. O número apresenta um aumento de 47,5% em relação aos quatro primeiros meses de 2018 e 57,4% quando comparando ao mesmo período em 2014.

Segundo os dados prévios divulgados nesta quinta-feira, apenas nos últimos dois meses mais de 1,5 milhão de jovens emitiram o documento. A juventude se alistou em massa para as eleições e a rejeição contra Bolsonaro, que diariamente mostramos das ruas e escolas, se refletirá nas urnas em outubro.

O aumento do número de eleitores já é celebrado por lideranças estudantis, artistas e personalidades que se empenharam na campanha de conscientização para a emissão de títulos entre a juventude. Até janeiro deste ano, somente 746 mil jovens entre 15 e 17 anos (quando a votação ainda não é obrigatória) haviam se registrado. O número representava o menor já registrado nos últimos 20 anos, causando alerta da população.  

WhatsApp Image 2022-05-04 at 10.30.43 1

A intensa mobilização de artistas como Anitta, Zeca Pagodinho, Juliette, Maisa e até mesmo os atores estadunidenses Mark Ruffalo, Mark Hamil e Leonardo Di Caprio  nas redes sociais, além das campanhas de conscientização nas escolas, lideradas pelo movimento estudantil, estão virando o jogo. Segundo o último balanço divulgado pelo TSE com dos dados de abril, mais de 1,7 milhão de jovens nessa faixa etária farão valer sua voz nas urnas eleitorais.

Segundo o presidente do TSE o sistema registrou recorde de acessos. Nos últimos 31 dias, o número de atendimentos presenciais e virtuais feitos para tratar sobre questões eleitorais foi de 8,9 milhões.

Segundo Fachin, o número demonstra “uma atuação nunca antes vista”. Disse que o órgão ainda tem a tarefa de assegurar que todos que regularizaram o título compareçam às urnas em 2 de outubro.

“O movimento ganhou força desde que artistas, times de futebol e políticos passaram a usar as redes sociais para falar sobre a importância do voto nas eleições de outubro. Na segunda-feira o ator Leonardo DiCaprio convocou os jovens de 16 e 17 anos nas redes sociais para emitir o título de eleitor”, destacou o ministro durante discurso na corte.

Para o presidente da União Municipal dos Estudantes Secundaristas de São Paulo (UMES-SP), Lucca Gidra, a campanha já é vitoriosa e “os estudantes, que ocupam as ruas contra Bolsonaro, irão se manifestar também nas urnas em outubro”.

A entidade secundarista lidera, desde o ano passado, a campanha “Todo Estudante com Título na Mão”, que passou a apoiar a emissão dos documentos eleitorais da de milhares de jovens nas escolas da capital paulista.  Tamanha a repercussão, que a Secretaria de Educação e o TER-SP realizaram o DIA D de emissão de títulos de jovens no final de abril.

“Os jovens são os que mais rejeitam Bolsonaro, justamente por ser uma das parcelas mais afetadas por sua crueldade. Em outubro, vamos barrar Bolsonaro nas urnas e acabar com esse governo corrupto e criminoso”, destacou Lucca.

FA1U1094Redes Sociais

VITÓRIA – Estudantes se alistam em massa para derrotar Bolsonaro e mais de 2 milhões de jovens vão às urnas em outubro

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Desde o ano passado, a UMES se dedica na conscientização dos jovens para a emissão dos títulos

 

Um dia após o encerramento do prazo da emissão de títulos eleitorais para participar das eleições de 2022, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou um balanço prévio que aponta que o Brasil ganhou 2.042.817 de eleitores entre 16 e 18 anos em 2022. O número apresenta um aumento de 47,5% em relação aos quatro primeiros meses de 2018 e 57,4% quando comparando ao mesmo período em 2014.

Segundo os dados prévios divulgados nesta quinta-feira, apenas nos últimos dois meses mais de 1,5 milhão de jovens emitiram o documento. A juventude se alistou em massa para as eleições e a rejeição contra Bolsonaro, que diariamente mostramos das ruas e escolas, se refletirá nas urnas em outubro.

O aumento do número de eleitores já é celebrado por lideranças estudantis, artistas e personalidades que se empenharam na campanha de conscientização para a emissão de títulos entre a juventude. Até janeiro deste ano, somente 746 mil jovens entre 15 e 17 anos (quando a votação ainda não é obrigatória) haviam se registrado. O número representava o menor já registrado nos últimos 20 anos, causando alerta da população.  

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A intensa mobilização de artistas como Anitta, Zeca Pagodinho, Juliette, Maisa e até mesmo os atores estadunidenses Mark Ruffalo, Mark Hamil e Leonardo Di Caprio  nas redes sociais, além das campanhas de conscientização nas escolas, lideradas pelo movimento estudantil, estão virando o jogo. Segundo o último balanço divulgado pelo TSE com dos dados de abril, mais de 1,7 milhão de jovens nessa faixa etária farão valer sua voz nas urnas eleitorais.

Segundo o presidente do TSE o sistema registrou recorde de acessos. Nos últimos 31 dias, o número de atendimentos presenciais e virtuais feitos para tratar sobre questões eleitorais foi de 8,9 milhões.

Segundo Fachin, o número demonstra “uma atuação nunca antes vista”. Disse que o órgão ainda tem a tarefa de assegurar que todos que regularizaram o título compareçam às urnas em 2 de outubro.

“O movimento ganhou força desde que artistas, times de futebol e políticos passaram a usar as redes sociais para falar sobre a importância do voto nas eleições de outubro. Na segunda-feira o ator Leonardo DiCaprio convocou os jovens de 16 e 17 anos nas redes sociais para emitir o título de eleitor”, destacou o ministro durante discurso na corte.

Para o presidente da União Municipal dos Estudantes Secundaristas de São Paulo (UMES-SP), Lucca Gidra, a campanha já é vitoriosa e “os estudantes, que ocupam as ruas contra Bolsonaro, irão se manifestar também nas urnas em outubro”.

A entidade secundarista lidera, desde o ano passado, a campanha “Todo Estudante com Título na Mão”, que passou a apoiar a emissão dos documentos eleitorais da de milhares de jovens nas escolas da capital paulista.  Tamanha a repercussão, que a Secretaria de Educação e o TER-SP realizaram o DIA D de emissão de títulos de jovens no final de abril.

“Os jovens são os que mais rejeitam Bolsonaro, justamente por ser uma das parcelas mais afetadas por sua crueldade. Em outubro, vamos barrar Bolsonaro nas urnas e acabar com esse governo corrupto e criminoso”, destacou Lucca.

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Não perca a exibição de “O Comunista”, no projeto “Cinema Soviético e Russo em Casa”

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A partir desta sexta-feira (29), às 19 horas, o projeto “Cinema Soviético e Russo em Casa”, exibirá o clássico “O Comunista” (1957), do diretor Yuli Raizman.

O filme ficará disponível a partir das 19 horas desta sexta, até o domingo (1 de maio) no canal do CPC-UMES Filmes no YouTube.

Realizado para marcar o 40º Aniversário da Revolução Russa, o filme mostra a curta, mas brilhante vida de Vassily Gubanov, seu trabalho honesto e consciencioso na construção de uma grande central elétrica em Zagora, durante a Guerra Civil. Sem perceber, ele vai realizando os feitos que o tornarão um herói postumamente. O longa recebeu menção Honrosa no Festival de Veneza.

Para acessar o canal clique em http://bit.ly/CPCUMESFilmes

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