boccaccio 70

Assista ao filme “Boccaccio ’70”, de Monicelli, Fellini, Visconti e De Sica, na Mostra Permanente de Cinema Italiano da UMES!

boccaccio 70

 

Na próxima segunda-feira (07), a Mostra Permanente de Cinema Italiano apresentará o filme “Boccaccio ‘70”, de Monicelli, Fellini, Visconti e De Sica. Aproveite, só na UMES você confere o melhor do cinema italiano com entrada franca!

 

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A sessão será iniciada às 19 horas no Cine-Teatro Denoy de Oliveira, na Rua Rui Barbosa, 323, Bela Vista. Chame sua família e seus amigos, participe!

 

BOCCACCIO ‘70 (1962), DE MONICELLI, FELLINI, VISCONTI, DE SICA

 

 

SINOPSE

Um casal de operários, Renzo e Luciana, finalmente decidem se casar e juntar suas vidas. Mas sua paz no casamento ainda está ameaçada já que eles precisam esconder tudo de seu empregador, que não permite o relacionamento. E um outro problema também os assola: a falta do próprio quarto.

 

OS DIRETORES

Mario Monicelli (1915-2010)

Crítico cinematográfico desde 1932, de 1939 a 1949 colaborou em cerca de 40 filmes, como argumentista, roteirista e assistente de direção. O começo de seu trabalho como diretor ocorre em 1949, em parceria com Stefano Vanzina, em “Totò Cerca Casa”. A colaboração dos dois diretores deu origem a oito filmes, dentre os quais os célebres “Guardie e Ladri” (1951) e “Totò a Colori” (1952). Em 1953 inicia o trabalho solo. “Os Eternos Desconhecidos” (1958), com elenco composto por Vittorio Gassman, Marcello Mastroianni, Totò e Claudia Cardinale, é considerado o primeiro do filão da commedia all`italiana. Em 1959, “A Grande Guerra” ganhou o Leão de Ouro do Festival de Veneza e rendeu sua primeira indicação ao Oscar. A segunda viria em 1963, com “Os Companheiros”. Diversas outras películas merecem destaque, em sua carreira de mais de 60 filmes: “O Incrível Exército de Brancaleone” (1966), “Meus Caros Amigos” (1975), “Um Burguês Muito Pequeno” (1977), “Quinteto Irreverente” (1982).

 

Federico Fellini (1920-93)

Nascido e criado em Rimini, região da Emilia-Romagna, Fellini se mudou para Roma, em 1939, e começou a ganhar a vida escrevendo e desenhando caricaturas na revista semanal Marc´Aurelio – vários desses textos foram adaptados para uma série de programas de rádio sobre os recém casados “Cico e Paullina”. Estreou no cinema, em 1942, redigindo histórias o para o comediante Aldo Fabrizzi. Em 1943, casou-se com a atriz Giulietta Masina – vencedora no Festival de Cannes pela participação em “Noites de Cabíria”, filme dirigido pelo próprio Fellini em 1957. A partir de 1945, colaborou intensamente como roteirista com três dos principais criadores do movimento neorrealista (Roberto Rossellini, Alberto Lattuada, Pietro Germi), antes de desenvolver um estilo alegórico e barroco que se tornou sua marca registrada.

Fellini participou da elaboração de 51 roteiros e dirigiu 25 filmes, entre os quais “Os Boas Vidas” (1953), “Estrada da Vida” (1954), “Noites de Cabíria” (1957), “A Doce Vida” (1960), “8½” (1963), “Roma” (1972)”, “Amarcord” (1973), “Ensaio de Orquestra” (1978). “E La Nave Va” (1983).

 

Luchino Visconti (1906-76)

Luchino Visconti di Modrone, conde de Lonate Pozzolo, nasceu em Milão e descende da família Visconti da antiga nobreza italiana. Começou seu trabalho no cinema como assistente do diretor francês Jean Renoir nos filmes “Toni” (1934), “Les Bas-Fonds” (1936), “Partie de Campagne” (1936). Ingressou no Partito Comunista d’Italia em 1942. Seu primeiro filme como diretor foi “Obsessão” (1943). Voltou-se em seguida para o teatro. Em 1948, realizou “La Terra Trema”, um clássico do cinema neorrealista. Recebeu sua primeira premiação no Festival de Veneza (Leão de Prata), em 1957, pelo filme “As Noites Brancas” – baseado em conto de Fiodor Dostoievski. Em 1960, chega aos cinemas “Rocco e Seus Irmãos” e, em 1963, o mais aplaudido de seus trabalhos, “O Leopardo”, adaptação do romance de mesmo nome de Giuseppe Tomasi di Lampedusa. Depois vieram “As Vagas Estrelas da Ursa” (1965), “O Estrangeiro” (1967), “Os Deuses Malditos” (1969), “Morte em Veneza” (1971), “Ludwig” (1972), “Violência e Paixão” (1974) e “O Intruso” (1976).

Visconti assina também a direção de 42 peças teatrais e 20 óperas encenadas entre 1945 e 1973.

 

Vittorio De Sica (1901-74)

Diretor, ator, escritor e produtor, Vittorio De Sica nasceu em Sora, mas cresceu em Nápoles e começou a trabalhar cedo como auxiliar de escritório, para sustentar a família. Sua paixão pelo teatro levou-o aos palcos. Ao final da década de 20, ele fazia sucesso como ator. Em 1933, montou sua própria companhia.

De Sica voltou-se para o cinema em 1940. Ao amadurecer, tornou-se um dos fundadores do neorrealismo, emplacando uma sequência de quatro clássicos que figuram em todas as antologias: “Vítimas da Tormenta” (1946), “Ladrões de Bicicletas” (1948), “Milagre em Milão” (1950), “Humberto D” (1951) – os dois primeiros realizados em parceria com o escritor Cesare Zavattini, outro papa do movimento. Também dirigiu “O Juízo Universal” (1961), “La Rifa” (1962, episódio de “Decameron 70”), “Ontem, Hoje, Amanhã” (1963), “O Ouro de Nápoles” (1964), “Matrimônio à Italiana” (1964), “Girassóis da Rússia” (1970), “Jardim dos Finzi-Contini” (1970), “Amargo Despertar” (1973).

 

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SERVIÇO

Filme: Boccaccio ‘70 (1962), de Monicelli, Fellini, Visconti, De Sica

Duração: 208 minutos

Quando: 07/08 (segunda-feira)

Que horas: pontualmente às 19 horas.

Quanto: entrada franca

Onde: Rua Rui Barbosa, 323 – Bela Vista (Sede Central da UMES SP)

 

 

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Governo torra R$ 31 bi com juros em junho e bancos lucram até 33% mais

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Em meio à maior recessão da história do país e o maior juro real do mundo, ganho dos bancos explode no primeiro semestre: Itaú sobe 15%, Bradesco 13% e o espanhol Santander 33%

O gasto com juros somou R$ 31,511 bilhões em junho deste ano, R$ 206,584 bilhões no primeiro semestre comparativamente a R$173,3 bilhões no primeiro semestre do ano anterior e R$ 440,297 bilhões no acumulado de 12 meses até junho, o equivalente a 6,89% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo números do Banco Central divulgados na sexta-feira (28/07). Essa brutal transferência de recursos do setor público catapultou o ganho dos bancos, que chegaram a lucrar até 33% no primeiro semestre.

Eis aqui o real motivo da paralisia do país, que vive a maior recessão de toda sua história, com a arrecadação beijando a lona. Assim é que em junho as contas do setor público (governo federal, estados, municípios e as empresas estatais, exceto Petrobrás e Eletrobrás) registraram um déficit primário (sem contar os gastos com juros da dívida pública) de R$ 19,55 bilhões e de R$ 35,18 bilhões no primeiro semestre, o pior resultado para o semestre desde o início da série histórica do BC, em dezembro de 2001.

Com a inclusão dos juros, foi registrado um resultado negativo de R$ 51,06 bilhões em junho e de R$ 241 bilhões nos seis primeiros meses do ano (7,6% do PIB).

Mesmo com toda a farra com gastos com juros a dívida líquida do setor público (governo, estados, municípios e empresas estatais) não para de crescer e chegou a R$ 3,11 trilhões em junho (48,7% do PIB). Em maio, estava em R$ 3,07 trilhões, ou 48,1% do PIB. Os maiores indexadores dos títulos da dívida pública são os papéis prefixados (27,1%) e os vinculados à taxa básica de juros (23,8%).

Já a dívida bruta do governo geral (governo federal, INSS, governos estaduais e municipais) passou de R$ 4,63 trilhões (72,5% do PIB) em maio para R$ 4,67 trilhões (73,1% do PIB) em junho.

Enquanto isso, no primeiro semestre, explodiu o lucro dos bancos. O Itaú Unibanco registrou um lucro líquido de R$ 12,3 bilhões, um aumento de 15% em relação ao mesmo período do ano passado. Só no segundo trimestre o lucro líquido foi de R$ 6,2 bilhões.
O lucro líquido do Bradesco foi de R$ 9,352 bilhões, um crescimento de 13,0% ante o lucro líquido de R$ 8,274 bilhões do primeiro semestre de 2016.

O lucro do Santander cresceu 33,2% no primeiro semestre de 2017, na comparação com o primeiro semestre do ano passado, e atingiu R$ 4,615 bilhões. No segundo trimestre, o lucro líquido totalizou R$ 2,335 bilhões, crescimento de 29,3% em 12 meses e 2,4% em relação ao primeiro trimestre deste ano.

O lucro líquido do Santander no Brasil representou 26% do lucro líquido mundial do banco de janeiro a junho deste ano. O país gerou para o Santander um ganho de 1,244 bilhão de euros, 32% superior ao obtido no mesmo período do ano passado.

Se o lucro dos bancos dispara, o mesmo não acontece com a indústria com os maiores juros reais do mundo (5,73% ao ano). Segundo a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), as vendas realizadas pelo setor no primeiro semestre acumularam forte queda (-6,7%).

E o pior é que com a atual política econômica de Temer/Meirelles não há luz no fim do túnel. Os investimentos em bens de capital medidos pelo consumo aparente (produção interna mais importações menos exportações) no período foi 26,2% inferior ao mesmo semestre do ano anterior. Foi a 12ª queda consecutiva para esta comparação.

Sem investimento não há crescimento. E não há investimento porque é inviabilizado pelos juros siderais. Acrescente-se a isso o corte dos investimentos públicos, que são quem puxam os investimentos privados.

Para o país sair do buraco não há outra saída a não ser reduzir os juros reais aos níveis internacionais – média das 40 maiores economias estão negativos (-0,2%) – e acabar com a farra dos bancos.

 

Fonte – Valdo Albuquerque – Jornal Hora do Povo

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11 de Agosto – Dia do Estudante

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É hora do Brasil dar um basta no governo de Michel Temer! 

 


Desde que assumiu a presidência, tudo que Temer fez foi aprofundar a crise que vivemos, continuamos pagando juros astronômicos e entregando aos bancos bilhões de reais, mais de 26 milhões de brasileiros sofrem hoje com situação de desemprego e o presidente e seus ministros só pensam em cortar dinheiro da saúde e educação e tirar direitos do povo.

Nós estudantes, que todos os dias sofremos com o sucateamento da nossa educação precisamos dar um basta nessa política de tudo aos bancos, empreiteiras, multinacionais e nada ao povo, derrubar Temer e todo esse Congresso Nacional que está envolvido em esquema de corrupção pra acabar com a velha política implantada pelo PT, PMDB e PSDB e devolver o poder a mão da população.

Para tentar salvar o seu mandato Temer suga o investimento público nas áreas estratégicas e usa milhões de reais do dinheiro público para comprar votos de deputados corruptos. 

Mesmo contra a vontade de 95% da população, batendo o recorde de rejeição de Dilma, o presidente quer continuar sentado o Palácio do Planalto roubando nosso povo.

Vamos ocupar as ruas desse país, contra os ladrões e corruptos. Dia 11/08, às 8hs no MASP! FORA TEMER!

 

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pequena loja

Assista ao filme “A Pequena Loja da Rua Principal”, de Janos Kadar e Elmer Klos, na Volta Ao Mundo Em 30 Filmes!

pequena loja

 

Na próxima quarta-feira (02), a Mostra “Uma Volta Ao Mundo Em 30 Filmes” apresentará o filme “A Pequena Loja da Rua Principal”, de Janos Kadar e Elmer Klos. Aproveite, só na UMES você confere o melhor do cinema mundial com entrada franca!

 

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A sessão será iniciada às 19 horas no Cine-Teatro Denoy de Oliveira, na Rua Rui Barbosa, 323, Bela Vista. Chame sua família e seus amigos, participe!

 

CHECOESTOVÁQUIA: A PEQUENA LOJA DA RUA PRINCIPAL (1965),

DE JANOS KADAR E ELMER KLOS

 

SINOPSE

Camponês checo se divide entre a ganância e a culpa quando um chefe nazista de sua cidade o nomeia “Supervisor Ariano” da pequena loja de botões de uma viúva judia.

 

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SERVIÇO

Filme: A Pequena Loja da Rua Principal (1965), de Janos Kadar e Elmer Klos

Duração: 128 minutos

Quando: 02/08 (quarta-feira)

Que horas: pontualmente às 19 horas.

Quanto: entrada franca

Onde: Rua Rui Barbosa, 323 – Bela Vista (Sede Central da UMES SP)

 

 

o vagabundo

Assista ao filme “O Vagabundo”, de Raj Kapoor, na Volta Ao Mundo Em 30 Filmes!

o vagabundo

 

Na próxima quarta-feira (26), a Mostra “Uma Volta Ao Mundo Em 30 Filmes” apresentará o filme “O Vagabundo”, de Raj Kapoor. Aproveite, só na UMES você confere o melhor do cinema mundial com entrada franca!

 

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A sessão será iniciada às 19 horas no Cine-Teatro Denoy de Oliveira, na Rua Rui Barbosa, 323, Bela Vista. Chame sua família e seus amigos, participe!

 

ÍNDIA: O VAGABUNDO (1951), DE RAJ KAPOOR

 

SINOPSE

Raju vive pobre e afastado da família. Acaba enveredando pelo caminho do crime. É preso e só conta com a ajuda de uma ex-namorada, sua defensora no tribunal. Seu pai, o juiz que decidirá a sentença, crê que os bons e os criminosos já nascem feitos.

 

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SERVIÇO

Filme: O Vagabundo (1951), de Raj Kapoor

Duração: 193 minutos

Quando: 26/07 (quarta-feira)

Que horas: pontualmente às 19 horas.

Quanto: entrada franca

Onde: Rua Rui Barbosa, 323 – Bela Vista (Sede Central da UMES SP)

 

 

oito e meio

Assista ao filme “Oito E Meio”, de Federico Fellini, na Mostra Permanente de Cinema Italiano da UMES!

oito e meio

 

Na próxima segunda-feira (24), a Mostra Permanente de Cinema Italiano apresentará o filme “Oito E Meio”, de Federico Fellini. Aproveite, só na UMES você confere o melhor do cinema italiano com entrada franca!

 

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A sessão será iniciada às 19 horas no Cine-Teatro Denoy de Oliveira, na Rua Rui Barbosa, 323, Bela Vista. Chame sua família e seus amigos, participe!

 

OITO E MEIO (1963), DE FEDERICO FELLINI

 

SINOPSE

Prestes a rodar sua próxima obra, o cineasta Guido Anselmi (Marcello Mastroianni) ainda não tem ideia de como será o filme. Mergulhado em uma crise existencial e pressionado pelo produtor, pela mulher, pela amante e pelos amigos, ele se interna em uma estação de águas e passa a misturar o passado com o presente, ficção com realidade.

 

O DIRETOR

Nascido e criado em Rimini, região da Emilia-Romagna, Fellini se mudou para Roma, em 1939, e começou a ganhar a vida escrevendo e desenhando caricaturas na revista semanal Marc´Aurelio – vários desses textos foram adaptados para uma série de programas de rádio sobre os recém casados “Cico e Paullina”. Estreou no cinema, em 1942, redigindo histórias o para o comediante Aldo Fabrizzi. Em 1943, casou-se com a atriz Giulietta Masina – vencedora no Festival de Cannes pela participação em “Noites de Cabíria”, filme dirigido pelo próprio Fellini em 1957. A partir de 1945, colaborou intensamente como roteirista com três dos principais criadores do movimento neorrealista (Roberto Rossellini, Alberto Lattuada, Pietro Germi), antes de desenvolver um estilo alegórico e barroco que se tornou sua marca registrada.

Fellini participou da elaboração de 51 roteiros e dirigiu 25 filmes, entre os quais “Os Boas Vidas” (1953), “Estrada da Vida” (1954), “Noites de Cabíria” (1957), “A Doce Vida” (1960), “8½” (1963), “Roma” (1972)”, “Amarcord” (1973), “Ensaio de Orquestra” (1978). “E La Nave Va” (1983).

 

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SERVIÇO

Filme: Oito E Meio (1963), de Federico Fellini

Duração: 108 minutos

Quando: 24/07 (segunda-feira)

Que horas: pontualmente às 19 horas.

Quanto: entrada franca

Onde: Rua Rui Barbosa, 323 – Bela Vista (Sede Central da UMES SP)

 

 

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Canção dentro do pão, de Raimundo Magalhães Júnior estreia com casa cheia

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Nesta sexta, a comédia Canção dentro do Pão, de Raimundo Magalhães Júnior, com direção de Bete Dorgam, estreou no teatro Denoy de Oliveira, no bairro do Bixiga. 
 
Com a casa cheia e gente de fora, a peça estreou numa data especial da qual a temática a corresponde, 14 de Julho é o dia da tomada da Bastilha, em que os franceses comemoram o início da revolução. 
 
A trama traz um pretenso adultério entre a inconsequente Jacqueline e o intendente Monsieur Finot, que pretende incriminar Jacquot – marido de Jacqueline e leal padeiro do rei Luiz XVI – com a introdução de uma canção subversiva dentro dos pães que serão servidos na corte, às vésperas da Queda da Bastilha. 
 
Não perca a peça neste sábado as 21h e domingo às 19h. 
 
Teatro Denoy de Oliveira: Rua Rui Barbosa, 323/ Bela Vista – SP. Temporada: De 14 de julho à 7 de Outubro. Sextas e sábados, às 21 horas. Ingressos: R$20,00 (Inteira) e R$10,00 (Meia).Classificação: Livre Duração: 90 minutos. Capacidade: 99 lugares. Telefone: (11) 3289-7475. Aceita Cartões. 
 
***Entrada gratuita para moradores do bairro da Bela Vista mediante comprovante de residência e estudantes com Carteirinha da UMES. 
o levante

Assista ao filme “O Levante”, de Ketan Mehta, na Volta Ao Mundo Em 30 Filmes!

o levante

 

Na próxima quarta-feira (19), a Mostra “Uma Volta Ao Mundo Em 30 Filmes” apresentará o filme “O Levante”, de Ketan Mahte. Aproveite, só na UMES você confere o melhor do cinema mundial com entrada franca!

 

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A sessão será iniciada às 19 horas no Cine-Teatro Denoy de Oliveira, na Rua Rui Barbosa, 323, Bela Vista. Chame sua família e seus amigos, participe!

 

ÍNDIA: O LEVANTE (2005), KETAN MAHTE

 

SINOPSE

O levante dos sipaios, comandado por Mangal Pandei, sacode o domínio britânico da Companhia das Índias Orientais sobre a Índia e dá início à 1ª Guerra de Independência (1857-58).

 

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SERVIÇO

Filme: O Levante (2005), de Ketan Mehta

Duração: 150 minutos

Quando: 19/07 (quarta-feira)

Que horas: pontualmente às 19 horas.

Quanto: entrada franca

Onde: Rua Rui Barbosa, 323 – Bela Vista (Sede Central da UMES SP)

 

 

roma fellini

Assista ao filme “Roma”, de Federico Fellini, na Mostra Permanente de Cinema Italiano da UMES!

roma fellini

 

Na próxima segunda-feira (17), a Mostra Permanente de Cinema Italiano apresentará o filme “Roma”, de Federico Fellini. Aproveite, só na UMES você confere o melhor do cinema italiano com entrada franca!

 

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A sessão será iniciada às 19 horas no Cine-Teatro Denoy de Oliveira, na Rua Rui Barbosa, 323, Bela Vista. Chame sua família e seus amigos, participe!

 

ROMA (1971), DE FEDERICO FELLINI

 

SINOPSE

Roma, capital da Itália, ou Cidade Eterna, pela sua história milenar, é um dos mais antigos mosaicos e arquivos da história humana. O diretor Federico Fellini fez parte de sua trajetória, vivenciando o seu dia-a-dia desde sua chegada à cidade, quando criança (Stefano Mayore), passando pela fase adolescente (Peter Gonzales) até a atual.

 

O DIRETOR

Nascido e criado em Rimini, região da Emilia-Romagna, Fellini se mudou para Roma, em 1939, e começou a ganhar a vida escrevendo e desenhando caricaturas na revista semanal Marc´Aurelio – vários desses textos foram adaptados para uma série de programas de rádio sobre os recém casados “Cico e Paullina”. Estreou no cinema, em 1942, redigindo histórias o para o comediante Aldo Fabrizzi. Em 1943, casou-se com a atriz Giulietta Masina – vencedora no Festival de Cannes pela participação em “Noites de Cabíria”, filme dirigido pelo próprio Fellini em 1957. A partir de 1945, colaborou intensamente como roteirista com três dos principais criadores do movimento neorrealista (Roberto Rossellini, Alberto Lattuada, Pietro Germi), antes de desenvolver um estilo alegórico e barroco que se tornou sua marca registrada.

Fellini participou da elaboração de 51 roteiros e dirigiu 25 filmes, entre os quais “Os Boas Vidas” (1953), “Estrada da Vida” (1954), “Noites de Cabíria” (1957), “A Doce Vida” (1960), “8½” (1963), “Roma” (1972)”, “Amarcord” (1973), “Ensaio de Orquestra” (1978). “E La Nave Va” (1983).

 

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SERVIÇO

Filme: Roma (1971), de Federico Fellini

Duração: 120 minutos

Quando: 17/07 (segunda-feira)

Que horas: pontualmente às 19 horas.

Quanto: entrada franca

Onde: Rua Rui Barbosa, 323 – Bela Vista (Sede Central da UMES SP)

 

 

 

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Liberté, egalité, fraternité – Canção Dentro do Pão pelo CPC-UMES

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                                                                                                      Foto Marcelo Kahn

    

 

Quando começamos a estudar o texto de “Canção dentro do Pão” não havia ainda o atual tsunami de denúncias que inunda, semanalmente, o país. Buscávamos uma obra divertida sem ser fútil, que resgatasse os áureos tempos da comédia brasileira. Foi o que encontramos na peça de Raimundo Magalhães Júnior, cearense da melhor cepa, intelectual da mais elevada estatura.

 

Conforme íamos avançando nas leituras da peça e nos estudos sobre a Revolução Francesa, a realidade brasileira nos surpreendia. Figurinhas carimbadas, que frequentavam as páginas de política desde o fim da ditadura e também ocupavam os principais cargos da República nos últimos 30 anos, passam a frequentar as páginas policiais e a ocupar celas na Papuda e em Curitiba. O discurso de “vamos salvar o país” transformou-se rapidamente em “salve-se quem puder”.

 

Foi então que um Senador da República – líder de todos os governos que pode – soltou na imprensa uma pérola: “Nesse clima de turba, de linchamento, de Revolução Francesa não dá para ninguém investir”. Ou seja, a justíssima ira do povo contra a quadrilha instalada nos palácios, era a causa da crise brasileira! Nenhuma culpa tinham os que assaltam o nosso patrimônio, roubam de petróleo a merenda escolar, desviam da saúde, da educação, dos transportes, arrocham salários e aposentadorias. Não faltam investimentos porque os bancos drenam, com a cumplicidade dos governantes, todos os recursos do país: a culpa é do povo, que não quer ficar quieto!

 

Dizem que, por falar uma bobagem muito mais singela, sobre bolos ou brioches, Maria Antonieta perdeu a cabeça… Foi lembrando de um ilustre pensador, que definiu os momentos revolucionários como sendo aqueles em que “os de cima já não conseguem mandar e os de baixo já não aceitam obedecer” que a ficha começou a cair. Esta era a situação da Paris de 1789. Não muito diferente da do Brasil de 2017.

 

É claro que não é a nossa intenção estabelecer paralelos históricos exatos, até porque as coisas por aqui estão apenas começando e a história não comporta teleologias. Mas é interessante observar os comportamentos repulsivos de Monsieur Finot, da inconsequente Jaqueline, de seu marido Jaquot, do inspetor Jean e seu meganha. Sobra-nos o suíço, ainda que ele seja surdo-mudo e analfabeto. Mesmo assim ele adverte: “me aguardem”.

 

São comportamentos tão condenáveis quanto os dos que votam na calada da noite o fim de direitos, as benesses aos bancos, reformas que só servem a eles mesmos (e ainda tem tempo de dar uma corridinha com uma mala).

 

Mas a peça fala por si mesma. A direção sensível de Bete Dorgam e atuações precisas do elenco garantem boas risadas sem perder de vista a necessária reflexão sobre os nossos dias. O que achamos que irá acontecer? Como lembra a canção inicial, do sempre atento Marcus Vinícius: “O que vai dar / Só a massa irá dizer”.

 

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FICHA TÉCNICA:

 

Texto: Raimundo Magalhães Júnior

Direção: Bete Dorgam

Elenco: João Ribeiro, Pedro Monticelli, Rebeca Braia, Ricardo Koch Mancini e Rafinha Nascimento

Assistente de Direção: Valério Bemfica

Músicas: Marcus Vinícius de Andrade e Léo Nascimento

Arranjos: Léo Nascimento e Vittor Meneghetti

Direção Musical: Léo Nascimento

Direção de Movimento: Luciana Viacava

Cenografia: Caio Marinho

Bolos Cenográficos: Vanessa Abreu

Cenotécnico: Zé Valdir Albuquerque

Figurinos: Atilio Beline Vaz

Costureiras: Benê Calistro e Mariluce

Criação de Luz: Lui Seixas

Operação de Luz: Júnior Fernandes

Designer Gráfico: Rodrigo Kenan

Produção: Telma Dias

Fotos: Marcelo Kahn

Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes

 

 

SERVIÇO:

 

Cine-Teatro Denoy de Oliveira: Rua Rui Barbosa, 323/ Bela Vista – SP. 

Temporada: De 14 de julho à 7 de Outubro. Sextas e sábados às 21 horas. 

Ingressos: R$20,00 (Inteira) e R$10,00 (Meia). 

Classificação: Livre 

Duração: 90 minutos. 

Capacidade: 99 lugares. 

Telefone: (11) 3289-7475. Aceita Cartões.

***Entrada gratuita para moradores do bairro da Bela Vista mediante comprovante de residência e estudantes com Carteirinha da UMES.