Cinema no Bixiga apresenta o filme “A Montanha dos Sete Abutres”
Neste sábado (04) o Cinema no Bixiga apresenta o filme “A Montanha dos Sete Abutres”. A sessão será iniciada às 17 horas no Cine-Teatro Denoy de Oliveira, na Rua Rui Barbosa, 323, Bela Vista. A entrada é franca, participe!
A MONTANHA DOS SETE ABUTRES
Billy Wilder (1951), com Kirk Douglas, Jan Sterling, Poter Hall, EUA, 111 min.
Sinopse
No auge das perseguições e manipulações macarthistas, que assombraram os EUA entre 1947 e 1955, Wilder realiza uma envolvente parábola sobre o cinismo e a miséria humana, focando na figura de Chuck Tatum – jornalista que se vangloria de ser capaz de “morder um cão” para conseguir uma manchete. A vítima será Leo Minosa, preso numa mina em virtude de um desabamento. Seu resgate vai sendo deliberadamente atrasado por Tatum, enquanto o noticiário sensacionalista atrai as atenções gerais até converter a pequena cidade de Albuquerque no picadeiro de um circo. Os macarthistas não eram suficientemente inteligentes para alcançar a metáfora, mas o público não gostou do que viu ao se mirar naquele espelho. Só com o passar dos anos, o filme foi ganhando a força de um clássico.
Direção: Billy Wilder (1906-2002)
Samuel Wilder nasceu em Sucha, na Polônia. Estudou advocacia, mas em Viena empregou-se como repórter. Mais tarde conseguiu trabalho num grande tabloide de Berlim. Em 1929, começou a escrever roteiros para cinema. Com a chegada de Hitler ao poder, em 1933, Wilder se mudou para França e depois para os EUA. Já havia escrito 26 roteiros antes de aportar em Hollywood. Lá escreveu mais 50, dirigiu 27 longas, recebeu 21 indicações para o Oscar e levou para casa seis estatuetas. Foi mestre nos mais variados gêneros. Entre seus filmes estão “Cinco Covas no Egito” (1943), “Pacto de Sangue” (1944), “Farrapo Humano” (1945), “Mundana” (1948), “Crepúsculo dos Deuses” (1950), “A Montanha dos Sete Abutres” (1951), “Stalag 17” (1953), “Sabrina” (1954), “O Pecado Mora ao Lado”(1955), “Testemunha de Acusação” (1957), “Quanto Mais Quente Melhor” (1959), “Se Meu Apartamento Falasse” (1960) e a terceira refilmagem do clássico “The Front Page” (1976).
Confira nossa programação
(16/05) A TRÉGUA – Francesco Rosi (1997), ITÁLIA, 128 min.
(23/05) O RETORNO DE VASILY BORTNIKOV – Vsevolod Pudovkin, (1952), URSS, 82 min.
(30/05) O ORIENTE É VERMELHO – Wang Ping (1965), CHINA, 118 min.
(13/06) MÃE ÍNDIA – Nehboob Khan (1957), ÍNDIA, 172 min.
(27/06) UM ESTRANHO EM MINHA CASA – Henry Barakat (1961), EGITO, 153 min.
(04/07) A MONTANHA DOS 7 ABUTRES – Billy Wilder (1951), EUA, 111 min.
(11/07) MATAR OU MORRER – Fred Zinnemann (1952), EUA, 84 min.
(18/07) O ANJO EXTERMINADOR – Luis Buñuel (1962), MÉXICO, 90 min.




Durante a abertura da solenidade o secretário Jean Madeira afirmou que a cerimônia “é uma homenagem justa a quem combate às drogas”. “As drogas roubam o futuro dos jovens” prejudicando a estrutura familiar, dessa forma “é papel do Estado fazer alguma coisa”. Para ele a “juventude precisa de atenção do Estado”, por isso a sua preocupação dentro da secretaria em ampliar as iniciativas de prevenção às drogas.
Entre os homenageados estavam Izilda Alves, coordenadora da Campanha Jovem Pan pela vida contra as drogas, Dr. Ronaldo Laranjeira, especialista em drogas e professor de psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Na próxima sexta-feira (26) será realizada a cerimônia de premiação “Embaixadores do Esporte e da Prevenção às drogas” na qual a UMES foi convidada a receber a Medalha e Diploma – “Embaixadores do Esporte e da Prevenção às Drogas”, da Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude.
Nesse mesmo sentido José Florentino, um especialista em drogas e álcool, que é radialista na Rádio 9 de julho (AM 1600) e membro da Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude, durante entrevista com Marcos Kauê, presidente da UMES, neste sábado (20), já havia antecipado o convite.

Para ir aquecendo os preparativos desse importante momento da história da UMES publicamos a entrevista realizada com o professor-instrutor Pavio, do Grupo de Capoeira da UMES, nesta quarta-feira (17), acerca da importância do primeiro batizado da entidade, na qual ele faz um breve resgate histórico da Capoeira e explica a origem do batizado.
Foi com Bimba que começaram os batizados, a graduação e tudo o mais. A ideia de graduação apareceu depois que a Capoeira foi para as academias. Ai é criada a graduação, e cada grupo tem a sua graduação específica. Há grupos que adotam a graduação proposta pela Federação Brasileira de Capoeira, outros que utilizam as cores dos orixás. Há grupos no qual o mestre usa corda branca, e tem grupo que utiliza corda preta. O nosso grupo usa as cores da bandeira do Brasil”.
Acho que não há forma diferente de explicar a importância da Capoeira se não for essa, que é resgatar a luta, a verdadeira luta da Capoeira que é a libertação do povo brasileiro. A Capoeira que ajudou os escravos, lá na época de Zumbi dos Palmares. Que ajudou o exército brasileiro na Guerra do Paraguai. E que ajudou também no desenvolvimento do samba quando os capoeiras foram linha de frente nos blocos de carnaval, durante sua proibição. Aliás, é por isso que temos carnaval aqui, por que os Capoeiras sustentaram a luta pelo carnaval, até mesmo nos confrontos contra a polícia que tentava reprimir as festividades carnavalescas.

O Samba de Roda é uma expressão cultural brasileira que abrange todo o estado da Bahia. É considerado patrimônio cultural do Brasil (2004) e da Humanidade (2005). Possui variações históricas, sociais e regionais, sua maior incidência é no Recôncavo Baiano, região circundada pela Baía de Todos os Santos.
O samba chula é mais rigoroso. A dança nunca acontece simultaneamente ao canto. Apenas uma pessoa pode dançar no centro da roda, enquanto os instrumentos são tocados sem problemas). Já no samba corrido, dança, toque e canto acontecem na mesma hora e mais de uma pessoa pode dançar no meio da roda.


Neste sábado (27) o Cinema no Bixiga apresenta o filme “Um Estranho em Minha Casa”. A sessão será iniciada às 17 horas no Cine-Teatro Denoy de Oliveira, na Rua Rui Barbosa, 323, Bela Vista. A entrada é franca, participe!



“Para este mundo ficar bom, é preciso fazer outro. Sintonizado com esta máxima do Barão de Itararé, Leonardo Severo distribui novas armas para a batalha de ideias", conclui Altamiro Borges, presidente do Centro de Estudos de Mídia Barão de Itararé.

Com 18 anos iniciou seus estudos formais com um dos principais professores de violão clássico de São Paulo, Atilio Bernardini. “Era um aluno rebelde, seguia os conselhos que entendia, usava o polegar como palheta, mas transbordava talento e força criadora”, dizia seu professor sem saber que a mesma técnica se popularizaria com o jazz do interior dos Estados Unidos pouco tempo depois.