Sessão Especial de Cinema: 9 de Maio – Dia da Vitória
Para celebrar o final da 2ª. Guerra Mundial, a UMES-SP estará realizando, no Cine-Teatro Denoy de Oliveira, dia 9 de maio, uma sessão especial do filme “O Fascismo de Todos Os Dias”, do diretor Mikhail Romm.
Exibido no Brasil, pela primeira vez, na mostra “MOSFILM 90 ANOS”, realizada na Cinemateca Brasileira, em novembro de 2014, o filme foi aplaudido de pé pelos espectadores.
O MOSFILM, maior estúdio de cinema da Europa, e um dos mais antigos do mundo, licenciou “O Fascismo de Todos Os Dias”, para distribuição em DVD, no Brasil, pela CPC-UMES FILMES. É o próximo lançamento da série Cinema Soviético.
A Sessão Especial será no sábado, dia 9 de maio, às 19h. O Cine-Teatro Denoy de Oliveira fica na Rua Rui Barbosa 323, Bela Vista (Sede Central da UMES) – tel. 3289-7475.
O FASCISMO DE TODOS OS DIAS
Mikhail Romm (1965), URSS, 138 min.
Sinopse
Intercalando imagens do presente (1965) e material capturado do arquivo do Ministério de Propaganda do III Reich, da coleção pessoal de Hitler e fotografias apreendidas de soldados alemães da SS, Mikhail Romm, diretor e também narrador do filme, desenvolve uma aguda reflexão sobre a natureza do fascismo, enquanto reconstrói a trajetória de sua ascensão e queda. “O Fascismo de Todos os Dias” é de longe o mais profundo, criativo e impactante documentário realizado sobre o tema.
Direção e Argumento Original: Mikhail Romm (1901-71)
Mikhail Romm Ilich nasceu na cidade siberiana de Irkutsk, serviu no Exército Vermelho durante a Guerra Civil (1918-21), graduou-se em escultura pelo Instituto Artístico-Técnico de Moscou. Em 1931 ingressou no Mosfilm Estúdio, atuou como produtor e diretor. No Instituto Estatal de Cinematografia (VGIK), desde 1962, foi professor de proeminentes cineastas como Andrei Tarkovsky, Grigori Chukhrai, Gleb Panfilov, Elem Klimov. Realizou 18 longas, entre os quais “Bola de Sebo” (1934), “Treze” (1936), “Lenin em Outubro” (1937), “Lenin em 1918” (1939), “Sonho” (1941), “Garota nº. 217” (1945), “A Questão Russa” (1947), “Missão Secreta” (1950), “Nove Dias em Um Ano” (1962), “O Fascismo de Todos os Dias” (documentário,1965). Recebeu o Prêmio Stalin nos anos de 1941, 1946, 1948, 1949, 1951. De seu filme “Sonho”, disse o presidente Franklin Roosevelt: “é um dos maiores do mundo”.
Música Original: Alemdar Karamanov (1934-2007)
Considerado por Shostakovitch como “um dos compositores mais originais do nosso tempo”, Alemdar Sabitovich Karamanov nasceu em Simferopol, Ucrânia, estudou piano no Colégio de Música da Crimeia. Em 1953 transferiu-se para o Conservatório de Moscou. Criou 24 sinfonias (1954-83), três balés (1961-85), várias obras para orquestra e coro, as trilhas dos filmes "O Fascismo de Todos os Dias" (Mikhail Romm, 1965), “Khorovod” (Vladimir Kuchinsky, 1994), entre outras. Karamanov foi membro da União dos Compositores da URSS e Artista do Povo da Ucrânia (1994).




A iniciativa de envolver os estudantes e toda a comunidade da escola na manutenção e aperfeiçoamento da estrutura se deu através do diretor Wilson Neres de Andrade (52), artista plástico de formação e diretor desde 2010, que recebe apenas R$ 4.800,00 mensais para a manutenção e investimentos na escola. Os mutirões para reparar a estrutura, as festas e doações, foram organizados porque Wilson segue “à risca a teoria do vidro quebrado, que diz que se há algo danificado em um espaço a tendência é de depredação, enquanto o que está preservado será mantido”.
O diretor explica que com o passar do tempo, com a melhoria das condições físicas da escola, a frequência, notas e o engajamento dos alunos melhoraram.



Para o presidente da UMES, Marcos Kauê, “a greve é importante para denunciar o descaso com a educação pública, um total desrespeito com os estudantes, professores, famílias e com a sociedade em geral. Nossas escolas públicas estão completamente largadas as traças, nossos professores são desvalorizados e recebem salários miseráveis”. Ele acrescenta que “as salas estão superlotadas, chegando até 50 alunos por classe em alguns casos”. Para Kauê as escolas são arcaicas e não são interessantes para os estudantes, “elas continuam iguais a 40 anos atrás”.
Após uma audiência pública na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), na quarta-feira (15) para discutir a greve da categoria, os professores ocuparam a Alesp por 24 horas, e conquistaram o compromisso do presidente da Casa, Fernado Capez, na intermediação das negociações junto ao governador Geraldo Alckmin. Capez também se comprometeu em debater as reivindicações dos professores em uma nova audiência pública na Alesp, nesta quarta-feira (22), no plenário Juscelino Kubitschek. O compromisso do presidente da Assembleia é de convocar o secretário da Educação para comparecer àquela Casa, caso as negociações não avancem.






O espaço é grande, tem quadras esportivas, teatro, biblioteca, museu, horta e uma área verde extensa. A unidade reúne alunos do ensino fundamental até o fim do ensino médio. Em 2013, eram 1.725 estudantes matriculados na escola, de acordo com o Censo Escolar.
Professores e funcionários também reclamam da dificuldade de gerir tantos alunos e o espaço com poucos funcionários. Recentemente, o intervalo de aulas foi alterado para que menos alunos estejam no pátio da escola ao mesmo tempo e facilitar o controle.