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Com Bolsonaro, fome entra na casa de 33 milhões de brasileiros

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O governo Bolsonaro colocou o Brasil numa situação de fome e miséria. Levantamento da Rede Penssan mostra que atualmente 33,1 milhões de brasileiros estão passando fome, isto é, não estão comendo diariamente – quase o dobro do número de pessoas que viviam em situação semelhante em 2020.

Os dados são do 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan).

No primeiro levantamento, divulgado em abril de 2021, a Rede Penssan apontou que o número de brasileiros que não tinham o que comer era de 19 milhões. O aumento da fome durante o governo Bolsonaro e sua má gestão da pandemia é evidente. Em 2018, antes do governo Bolsonaro, o número de pessoas nesta situação era de 10,4 milhões.

tendencia-de-seguranca-alimentar-brasil-8.jun .2022

“O país regrediu para um patamar equivalente ao da década de 1990”, destacou a rede ao divulgar o resultado de seu segundo inquérito. “A continuidade do desmonte de políticas públicas, a piora no cenário econômico, o acirramento das desigualdades sociais e o segundo ano da pandemia da Covid-19 tornaram o quadro desta segunda pesquisa ainda mais perverso”, enfatiza a Rede Penssan.

A pesquisa foi realizada entre novembro de 2021 e abril de 2022 a partir de entrevistas em 12.745 domicílios das 27 unidades da federação, tanto em áreas rurais quanto urbanas.

METADE DOS BRASILEIROS ESTÃO EM INSEGURANÇA ALIMENTAR

A insegurança alimentar, que mede os que vivem em situação de insegurança moderada e leve, atingia 116,8 de brasileiros no levantamento anterior, contudo, hoje esta é uma realidade para um contingente de 125,2 milhões de brasileiros. Isso corresponde a 58,7% da população do país. Na comparação com 2020, a insegurança alimentar aumentou em 7,2%. Já em relação a 2018, o avanço chega a 60%.

É inadmissível que um governo deixe seu povo nesta situação. Vamos lutar para por fim a esta política de miséria e sacrifício dos brasileiros.

FORA BOLSONARO!

 

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Com Bolsonaro, fome entra na casa de 33 milhões de brasileiros

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O governo Bolsonaro colocou o Brasil numa situação de fome e miséria. Levantamento da Rede Penssan mostra que atualmente 33,1 milhões de brasileiros estão passando fome, isto é, não estão comendo diariamente – quase o dobro do número de pessoas que viviam em situação semelhante em 2020.

Os dados são do 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan).

No primeiro levantamento, divulgado em abril de 2021, a Rede Penssan apontou que o número de brasileiros que não tinham o que comer era de 19 milhões. O aumento da fome durante o governo Bolsonaro e sua má gestão da pandemia é evidente. Em 2018, antes do governo Bolsonaro, o número de pessoas nesta situação era de 10,4 milhões.

tendencia-de-seguranca-alimentar-brasil-8.jun .2022

“O país regrediu para um patamar equivalente ao da década de 1990”, destacou a rede ao divulgar o resultado de seu segundo inquérito. “A continuidade do desmonte de políticas públicas, a piora no cenário econômico, o acirramento das desigualdades sociais e o segundo ano da pandemia da Covid-19 tornaram o quadro desta segunda pesquisa ainda mais perverso”, enfatiza a Rede Penssan.

A pesquisa foi realizada entre novembro de 2021 e abril de 2022 a partir de entrevistas em 12.745 domicílios das 27 unidades da federação, tanto em áreas rurais quanto urbanas.

METADE DOS BRASILEIROS ESTÃO EM INSEGURANÇA ALIMENTAR

A insegurança alimentar, que mede os que vivem em situação de insegurança moderada e leve, atingia 116,8 de brasileiros no levantamento anterior, contudo, hoje esta é uma realidade para um contingente de 125,2 milhões de brasileiros. Isso corresponde a 58,7% da população do país. Na comparação com 2020, a insegurança alimentar aumentou em 7,2%. Já em relação a 2018, o avanço chega a 60%.

É inadmissível que um governo deixe seu povo nesta situação. Vamos lutar para por fim a esta política de miséria e sacrifício dos brasileiros.

FORA BOLSONARO!

 

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VAI TER MERENDA! – Estudantes conquistam direito a refeições e tiram compromisso para concurso de professores nas ETECs

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Os estudantes das escolas técnicas de São Paulo conquistaram uma vitória fundamental nesta quarta-feira (01). A Secretaria de Desenvolvimento de São Paulo e o Centro Paula Souza, responsáveis pela gestão das Escolas Técnicas (ETECs), se comprometeram com o fornecimento de refeições para os estudantes de todas as modalidades e em todos os períodos.

Participaram da reunião a diretora-superintendente do Centro Paula Souza, Laura Laganá, e Marina Bragante, secretária-executiva da Secretaria de Desenvolvimento de São Paulo. O encontro com a diretoria da UMES foi realizado no fim da tarde desta quarta-feira, após os primeiros atos regionais dos estudantes das escolas técnicas realizados ao longo do dia.

“Hoje foi um dia de uma vitória histórica dos estudantes conseguimos tirar o compromisso que vai ter merenda, vai ter almoço e janta para todos os estudantes de ETEC”, comemorou o presidente da UMES, Lucca Gidra, após o encontro com as representantes do Centro Paula Souza.

Para Lucca, a vitória é fruto da mobilização dos estudantes de São Paulo. “Essa pauta surgiu no último Congresso da UMES que aconteceu há dois meses atrás no mês de abril e essa foi uma pauta muito forte levantada pelos estudantes das ETECs. Em apenas dois meses conseguimos garantir essa vitória e agora todos os estudantes vão poder estudar com barriga cheia e isso daí é uma baita de uma vitória”.

“Todas as ETECs vão ter alimentação. Isso daí é uma grande conquista”, comemorou o líder estudantil.

Após o encontro, a diretora do CPS confirmou o compromisso com os estudantes das escolas técnicas. “Essa reunião foi proveitosa, alunos muito maduros, que defenderam a causa dos alunos, com muita propriedade e de uma forma muito civilizada, aprendemos muito na reunião de hoje e também estamos felizes com essa decisão do Centro de Paula Souza e da Secretaria de fornecer, a partir do segundo semestre, alimentação pra todos os alunos, de todos os turnos”, disse Laura Laganá.

“Acho que realmente, como o Lucca disse, é uma vitória e uma vitória de todos nós. Eu sempre falo que o Centro Paula Souza se esforça para o que os alunos reivindicam pra oferecer para os nossos alunos o que há de melhor em termos de educação e os números vêm comprovando isso. A qualidade dos cursos do Centro Paula Souza. Então, estou muito feliz e venham sempre, as portas estão abertas sempre”, ressaltou a diretora do CPS.

“Essa reunião que a gente teve hoje, esse processo de poder escutar quem está vivendo é a política pública que a gente trabalha dia a dia e crescer junto e pensar junto novas soluções pra mim é o caminho que a gente deveria seguir sempre e fico muito animada que a gente tem conseguido sentar junto, escutar os dois lados e pensar caminhos que agregam. Esse é o caminho para o nosso país”, celebrou Marina Bragante.

CONCURSO

Durante o encontro, também foi assumido o compromisso da realização de concurso público para a contratação de professores para as ETECs. A falta de professores e o excesso de aulas vagas tem sido uma critica recorrente dos alunos das escolas técnicas paulistas.

“Conquistamos com a Secretaria de Desenvolvimento e com o centro Paula Souza sobre a falta de professores que vai ter uma de concurso público. Esse ano ainda pra que se realize e entre novos professores em 2023. Também temos o compromisso para que todas as aulas também sejam repostas. Todas as aulas que o pessoal perdeu também sejam repostas para garantir que não tenha falta de professores a gente conseguir vencer esse mal que infelizmente atinge as nossas escolas”, disse Lucca.

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MOBILIZAÇÃO

Lucca explicou que a mobilização foi iniciada na semana passada e tomou corpo rapidamente, pois as reivindicações são uma necessidade de todos os estudantes. “Nós estávamos organizando diversas manifestações com essa pauta da merenda para todos. Fizemos uma grande plenária com 260 estudantes de 28 ETECs na semana passada, na quinta-feira, e a gente rapidamente conseguiu essa vitória, conseguimos essa garantia que vai ter merenda para todo mundo”, disse.

Em poucos dias uma série de mobilizações foi iniciada pelos estudantes da capital paulista e estavam previstos atos regionais na maioria das ETECs da cidade. Logo pela manhã, os estudantes da ETEC Getúlio Vargas, na zona sul, e da ETEC Albert Einstein, na zona norte da cidade, iniciaram os protestos. Após a concentração, os estudantes foram às ruas e bloquearam a Avenida Nazaré, no Ipiranga, e a Avenida Casa Verde, para denunciar a situação dos estudantes.

À tarde, foi a vez dos estudantes da ETEC Maria Augusta Saraiva, paralisarem as atividades e ocuparem a Avenida Rio Branco, no centro da cidade.

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SEGURANÇA ALIMENTAR

A diretora de Escolas Técnicas da UMES, Valentina Andrade, relembrou que a conquista da merenda garante a permanência dos estudantes nas escolas, em especial num momento de fome e carestia que passa o país.

“Esta era uma das principais reivindicações nossas, que houvesse merenda de qualidade para todas as pessoas da ETEC, é de extrema importância porque a gente está vivendo um período de carestia. Onde as famílias estão passando fome. E aí quando a gente vê a escola negando comida para essas pessoas é desumano”, disse.

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“Então a gente ter contado uma merenda para galera da manhã, para a galera que estuda tarde, para a galera que estuda à noite, independentemente da modalidade de curso que faça, é uma conquista gigantesca. A gente está garantindo que o estudante se mantenha na escola. A gente está garantindo que o estudante se sinta seguro dentro da escola, porque a escola tem o papel de segurança pro aluno e não só segurança física, segurança emocional, mas também segurança alimentar. E isso e a gente ter conquistado essa segurança alimentar finalmente nas ETECs é muito importante”, celebrou a estudante.

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VAI TER MERENDA! – Estudantes conquistam direito a refeições e tiram compromisso para concurso de professores nas ETECs

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Os estudantes das escolas técnicas de São Paulo conquistaram uma vitória fundamental nesta quarta-feira (01). A Secretaria de Desenvolvimento de São Paulo e o Centro Paula Souza, responsáveis pela gestão das Escolas Técnicas (ETECs), se comprometeram com o fornecimento de refeições para os estudantes de todas as modalidades e em todos os períodos.

Participaram da reunião a diretora-superintendente do Centro Paula Souza, Laura Laganá, e Marina Bragante, secretária-executiva da Secretaria de Desenvolvimento de São Paulo. O encontro com a diretoria da UMES foi realizado no fim da tarde desta quarta-feira, após os primeiros atos regionais dos estudantes das escolas técnicas realizados ao longo do dia.

“Hoje foi um dia de uma vitória histórica dos estudantes conseguimos tirar o compromisso que vai ter merenda, vai ter almoço e janta para todos os estudantes de ETEC”, comemorou o presidente da UMES, Lucca Gidra, após o encontro com as representantes do Centro Paula Souza.

Para Lucca, a vitória é fruto da mobilização dos estudantes de São Paulo. “Essa pauta surgiu no último Congresso da UMES que aconteceu há dois meses atrás no mês de abril e essa foi uma pauta muito forte levantada pelos estudantes das ETECs. Em apenas dois meses conseguimos garantir essa vitória e agora todos os estudantes vão poder estudar com barriga cheia e isso daí é uma baita de uma vitória”.

“Todas as ETECs vão ter alimentação. Isso daí é uma grande conquista”, comemorou o líder estudantil.

Após o encontro, a diretora do CPS confirmou o compromisso com os estudantes das escolas técnicas. “Essa reunião foi proveitosa, alunos muito maduros, que defenderam a causa dos alunos, com muita propriedade e de uma forma muito civilizada, aprendemos muito na reunião de hoje e também estamos felizes com essa decisão do Centro de Paula Souza e da Secretaria de fornecer, a partir do segundo semestre, alimentação pra todos os alunos, de todos os turnos”, disse Laura Laganá.

“Acho que realmente, como o Lucca disse, é uma vitória e uma vitória de todos nós. Eu sempre falo que o Centro Paula Souza se esforça para o que os alunos reivindicam pra oferecer para os nossos alunos o que há de melhor em termos de educação e os números vêm comprovando isso. A qualidade dos cursos do Centro Paula Souza. Então, estou muito feliz e venham sempre, as portas estão abertas sempre”, ressaltou a diretora do CPS.

“Essa reunião que a gente teve hoje, esse processo de poder escutar quem está vivendo é a política pública que a gente trabalha dia a dia e crescer junto e pensar junto novas soluções pra mim é o caminho que a gente deveria seguir sempre e fico muito animada que a gente tem conseguido sentar junto, escutar os dois lados e pensar caminhos que agregam. Esse é o caminho para o nosso país”, celebrou Marina Bragante.

CONCURSO

Durante o encontro, também foi assumido o compromisso da realização de concurso público para a contratação de professores para as ETECs. A falta de professores e o excesso de aulas vagas tem sido uma critica recorrente dos alunos das escolas técnicas paulistas.

“Conquistamos com a Secretaria de Desenvolvimento e com o centro Paula Souza sobre a falta de professores que vai ter uma de concurso público. Esse ano ainda pra que se realize e entre novos professores em 2023. Também temos o compromisso para que todas as aulas também sejam repostas. Todas as aulas que o pessoal perdeu também sejam repostas para garantir que não tenha falta de professores a gente conseguir vencer esse mal que infelizmente atinge as nossas escolas”, disse Lucca.

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MOBILIZAÇÃO

Lucca explicou que a mobilização foi iniciada na semana passada e tomou corpo rapidamente, pois as reivindicações são uma necessidade de todos os estudantes. “Nós estávamos organizando diversas manifestações com essa pauta da merenda para todos. Fizemos uma grande plenária com 260 estudantes de 28 ETECs na semana passada, na quinta-feira, e a gente rapidamente conseguiu essa vitória, conseguimos essa garantia que vai ter merenda para todo mundo”, disse.

Em poucos dias uma série de mobilizações foi iniciada pelos estudantes da capital paulista e estavam previstos atos regionais na maioria das ETECs da cidade. Logo pela manhã, os estudantes da ETEC Getúlio Vargas, na zona sul, e da ETEC Albert Einstein, na zona norte da cidade, iniciaram os protestos. Após a concentração, os estudantes foram às ruas e bloquearam a Avenida Nazaré, no Ipiranga, e a Avenida Casa Verde, para denunciar a situação dos estudantes.

À tarde, foi a vez dos estudantes da ETEC Maria Augusta Saraiva, paralisarem as atividades e ocuparem a Avenida Rio Branco, no centro da cidade.

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SEGURANÇA ALIMENTAR

A diretora de Escolas Técnicas da UMES, Valentina Andrade, relembrou que a conquista da merenda garante a permanência dos estudantes nas escolas, em especial num momento de fome e carestia que passa o país.

“Esta era uma das principais reivindicações nossas, que houvesse merenda de qualidade para todas as pessoas da ETEC, é de extrema importância porque a gente está vivendo um período de carestia. Onde as famílias estão passando fome. E aí quando a gente vê a escola negando comida para essas pessoas é desumano”, disse.

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“Então a gente ter contado uma merenda para galera da manhã, para a galera que estuda tarde, para a galera que estuda à noite, independentemente da modalidade de curso que faça, é uma conquista gigantesca. A gente está garantindo que o estudante se mantenha na escola. A gente está garantindo que o estudante se sinta seguro dentro da escola, porque a escola tem o papel de segurança pro aluno e não só segurança física, segurança emocional, mas também segurança alimentar. E isso e a gente ter conquistado essa segurança alimentar finalmente nas ETECs é muito importante”, celebrou a estudante.

UMES lamenta partida do ‘Seu Taverna’, defensor da cultura do Bixiga

 

Faleceu no último domingo (30) o Senhor Walter Taverna – o ‘Seu Taverna’, um dos principais ícones do bairro.

Dono da Cantina Conchetta, uma das mais tradicionais do bairro, ele morreu aos 88 anos de pneumonia, por volta das 21h do domingo. Ele estava internado no Hospital Sancta Maggiore, no Paraíso, zona sul de São Paulo, e sofreu com o mal de Parkinson nos últimos anos.

A UMES lamenta a partida deste grande amigo, um dos grandes responsáveis pelo fortalecimento das tradições do Bixiga, em especial às de origem ítalo-brasileiras.

Nenhuma descrição de foto disponível.

Walter Taverna nasceu em 1933 em uma casa da rua 13 de Maio e foi exatamente nesta rua que construiu sua vida e contribuiu para o renome do bairro.

Foi autor de muitos feitos no Bixiga, sendo presidente Sociedade de Defesa das Tradições da Bela Vista (SODEPRO), cuja primeira ação foi levar a Festa de Nossa Senhora Achiropita de volta para às ruas.

Seu Walter também foi um dos personagens que mais lutaram pelo tombamento histórico do bairro do Bixiga, maior território de bens com valor cultural protegido no estado de São Paulo. Ele foi também um dos fundadores do Bloco Esfarrapado, em 1947, o bloco de carnaval mais antigo de São Paulo.

Em 1983 foi um dos responsáveis pelo lançamento da Feira de Antiguidades e Trocas do Bixiga, que funciona até hoje, todos os domingos, na Praça Dom Orione.

Na Praça Dom Orione ele deixou como herança o coreto, construído em 1984, que leva o nome de seu pai, Carmelo Taverna.

Batalhou também pela restauração dos Arcos do Bixiga, junto ao prefeito Jânio Quadros, em 1987 e solicitou junto às autoridades a zeladoria da Praça dos Artesãos Calabreses. 10 anos depois, fez o Super Pão para as crianças, com 560 metros.

Após a morte de Armando Puglisi, o Armandinho, Walter assumiu o Bolo do Bixiga, a enorme guloseima em homenagem à cidade de São Paulo, que entrou para o Guiness Book como o maior bolo do mundo.

Os estudantes de São Paulo desejam sinceros sentimentos de pesar a todos os amigos, familiares e a todos os moradores do Bixiga, que estão de luto.

 

UMES lamenta partida do ‘Seu Taverna’, defensor da cultura do Bixiga

 

Faleceu no último domingo (30) o Senhor Walter Taverna – o ‘Seu Taverna’, um dos principais ícones do bairro.

Dono da Cantina Conchetta, uma das mais tradicionais do bairro, ele morreu aos 88 anos de pneumonia, por volta das 21h do domingo. Ele estava internado no Hospital Sancta Maggiore, no Paraíso, zona sul de São Paulo, e sofreu com o mal de Parkinson nos últimos anos.

A UMES lamenta a partida deste grande amigo, um dos grandes responsáveis pelo fortalecimento das tradições do Bixiga, em especial às de origem ítalo-brasileiras.

Nenhuma descrição de foto disponível.

Walter Taverna nasceu em 1933 em uma casa da rua 13 de Maio e foi exatamente nesta rua que construiu sua vida e contribuiu para o renome do bairro.

Foi autor de muitos feitos no Bixiga, sendo presidente Sociedade de Defesa das Tradições da Bela Vista (SODEPRO), cuja primeira ação foi levar a Festa de Nossa Senhora Achiropita de volta para às ruas.

Seu Walter também foi um dos personagens que mais lutaram pelo tombamento histórico do bairro do Bixiga, maior território de bens com valor cultural protegido no estado de São Paulo. Ele foi também um dos fundadores do Bloco Esfarrapado, em 1947, o bloco de carnaval mais antigo de São Paulo.

Em 1983 foi um dos responsáveis pelo lançamento da Feira de Antiguidades e Trocas do Bixiga, que funciona até hoje, todos os domingos, na Praça Dom Orione.

Na Praça Dom Orione ele deixou como herança o coreto, construído em 1984, que leva o nome de seu pai, Carmelo Taverna.

Batalhou também pela restauração dos Arcos do Bixiga, junto ao prefeito Jânio Quadros, em 1987 e solicitou junto às autoridades a zeladoria da Praça dos Artesãos Calabreses. 10 anos depois, fez o Super Pão para as crianças, com 560 metros.

Após a morte de Armando Puglisi, o Armandinho, Walter assumiu o Bolo do Bixiga, a enorme guloseima em homenagem à cidade de São Paulo, que entrou para o Guiness Book como o maior bolo do mundo.

Os estudantes de São Paulo desejam sinceros sentimentos de pesar a todos os amigos, familiares e a todos os moradores do Bixiga, que estão de luto.

 

Plenária UMES2

NINGUÉM APRENDE COM FOME! – Estudantes convocam atos pelo direito à merenda e contra o desmonte das ETECs

Plenária UMES2

Mais de 260 estudantes participaram da plenária de mobilização em defesa das Escolas Técnicas de São Paulo (ETECs) realizada pela UMES na noite desta quinta-feira (26).

Representantes de 28 das 40 escolas técnicas da cidade denunciaram a grave situação de desmonte das unidades de ensino, da falta de professores e o fim da modalidade de Ensino Técnico Integrado ao Médio – o ETIM. Além disso, repudiaram a falta de acesso dos estudantes à merenda nas escolas técnicas. “Alimentação é direito humano”, reivindicam os estudantes.

Ao longo da noite, os estudantes que participaram do encontro em formato virtual, agendaram uma série de manifestações regionais para denunciar a destruição das instituições de ensino que sempre foram referência na qualidade de ensino em São Paulo e passam agora por um processo de desmonte conduzido pelo Centro Paula Souza (CPS).

Ao abrir a plenária, o presidente da UMES, Lucca Gidra, relembrou que a pauta das escolas técnicas tem se amadurecido ao longo do tempo. “A situação é grave. A maioria das Etecs passa pelos mesmos problemas, como é o caso do fim do ETIM, que prejudica a todos”.

“Estudantes do Ensino Técnico foram ainda mais prejudicados pela pandemia, com acesso restrito aos conteúdos e uma formação ineficiente. Agora, com a volta às aulas esses problemas se agravaram”, relembrou Lucca.

As ETECs passam hoje por uma falta generalizada de professores, em especial nas matérias de Física, Química e outros componentes do currículo do Ensino Médio. Sob o argumento da reestruturação, o CPS atrasou a contratação de profissionais e, no caso das ETECs, não há concurso público para o preenchimento dessas vagas.

Lucca criticou ainda a indisposição do Centro Paula Souza em solucionar as reivindicações dos estudantes. “Desde o ano passado tentamos solucionar os problemas com o Centro Paula Souza, mas infelizmente não temos tido respostas concretas”, disse.

“Diálogo que não resolve problemas não é diálogo, é enrolação”, criticou o presidente da UMES.

O dirigente estudantil questionou o fato das mais de 5 mil escolas estaduais de ensino fundamental e médio passarem a receber investimento por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) – e terem uma melhora significativa na infraestrutura – e essa realidade de novos investimentos não ser aplicada às 200 ETECs do estado de São Paulo. “Não dá pra aceitar a falta de estrutura atual das ETECs. Precisamos garantir novos investimentos nas escolas técnicas, como está acontecendo nas escolas estaduais”, defendeu.

Plenária UMES

MERENDA É DIREITO HUMANO

Ao longo das falas, os estudantes denunciaram a falta de acesso à merenda nas escolas técnicas. “Alimentação é direito humano e não está sendo respeitado nas ETECs”.

Os estudantes das ETECs só possuem acesso à chamada merenda seca, que se resume a um pacote de bolachas e uma caixinha de suco. A maioria dos estudantes permanece com fome ao longo do dia, já que estudam em outras escolas, ou precisam trabalhar. “Quem consegue aprender com fome?”, indagam os participantes do ato.

Os únicos estudantes que possuem direito à refeição nas escolas são os da modalidade ETIM, que está sendo destruída pelo CPS. Caso algum estudante de outra modalidade tente comer, ele será impedido. O que gera uma verdadeira exclusão dentro das escolas.

Valentina Andrade, diretora de Escolas Técnicas da UMES e aluna da ETEC Rocha Mendes, relembrou que os estudantes foram surpreendidos com o fim do ETIM nas escolas no início do ano, dificultando o acesso tanto à “formação técnica, quanto à formação do ensino médio regular”.

“O desmonte do ensino técnico é um sucateamento do próprio país. É um absurdo o que está acontecendo nas Etecs”, criticou.

Valentina relembra que a falta de merenda “impede a juventude de se formar adequadamente. Ainda mais numa situação de fome e carestia como estamos vivendo”.

“A Escola deveria ser um local seguro, não para se passar fome. Muitos estudantes trabalham e não tem condições de se alimentar em outro lugar. Ninguém aprende com fome”, condenou.

“É dever de cada um aqui mobilizar a sua ETEC para mostrar ao Centro Paula Sousa do que somos capazes”, ressaltou a diretora da UMES.

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DESMONTE GERAL

Gabriel Bolfarini, estudante da ETESP, destacou que o acesso à “merenda é direito básico. Todo estudante tem que ter direito a se alimentar”.

Ele denunciou que a qualidade do ensino caiu muito no último período, principalmente com o fim do ETIM. “Nós não podemos tolerar essa destruição das melhores escolas da cidade de São Paulo”, disse.

A estudante Agatha Kryslen, relembra que “o pessoal que trabalha, fica com fome e nem todo mundo tem condições de comprar comida. Mesmo quando tem merenda é limitado por estudante”.

“Não é só a merenda. Não tem mais funcionário para limpeza. Nossa ETEC está uma vergonha. O fim do ETIM está destruindo a educação das nossas escolas”.

Larissa Nunes, dirigente da ETEC Irmã Agostina, ressalta que asETECs “são referência de aprendizado no estado e contribuem diretamente paro desenvolvimento do nosso país”.

“Quando o Centro Paula Souza atua contra as ETECs, ele está atacando diretamente o desenvolvimento do nosso país. Quando tiram o direito à alimentação, eles prejudicam diretamente os estudantes”.

Ela ressalta ainda que “o processo de desmonte ataca diretamente o censo crítico dos estudantes”.

“As Etecs são uma rede e mexeu com uma, mexeu com todas! Vamos à luta!”, disse.

Julia Basílio, da ETEC de Esportes, criticou a falta de merenda na sua escola e relembrou que os estudantes se dedicam em atividades físicas e depois não possuem acesso à alimentação adequada. “Agora imagina só, o estudante passa o dia inteiro fazendo aula prática e tem uma bolachinha no final do dia”, criticou.

HORA DE ORGANIZAR

Os participantes da plenária organizaram um calendário de mobilizações regionais ao longo das próximas semanas para reverter o quadro de desmonte das escolas técnicas. “Eles tomaram a decisão de sucatear o ensino técnico, cabe a nós tomarmos a nossa decisão de defender as ETECs”, ressaltou Lucca.

MERENDA PARA TODOS JÁ!

CONTRA O FIM DO ETIM!

É HORA DE TRAVAR A LUTA EM DEFESA DAS ETECS!

Plenária UMES2

NINGUÉM APRENDE COM FOME! – Estudantes convocam atos pelo direito à merenda e contra o desmonte das ETECs

Plenária UMES2

Mais de 260 estudantes participaram da plenária de mobilização em defesa das Escolas Técnicas de São Paulo (ETECs) realizada pela UMES na noite desta quinta-feira (26).

Representantes de 28 das 40 escolas técnicas da cidade denunciaram a grave situação de desmonte das unidades de ensino, da falta de professores e o fim da modalidade de Ensino Técnico Integrado ao Médio – o ETIM. Além disso, repudiaram a falta de acesso dos estudantes à merenda nas escolas técnicas. “Alimentação é direito humano”, reivindicam os estudantes.

Ao longo da noite, os estudantes que participaram do encontro em formato virtual, agendaram uma série de manifestações regionais para denunciar a destruição das instituições de ensino que sempre foram referência na qualidade de ensino em São Paulo e passam agora por um processo de desmonte conduzido pelo Centro Paula Souza (CPS).

Ao abrir a plenária, o presidente da UMES, Lucca Gidra, relembrou que a pauta das escolas técnicas tem se amadurecido ao longo do tempo. “A situação é grave. A maioria das Etecs passa pelos mesmos problemas, como é o caso do fim do ETIM, que prejudica a todos”.

“Estudantes do Ensino Técnico foram ainda mais prejudicados pela pandemia, com acesso restrito aos conteúdos e uma formação ineficiente. Agora, com a volta às aulas esses problemas se agravaram”, relembrou Lucca.

As ETECs passam hoje por uma falta generalizada de professores, em especial nas matérias de Física, Química e outros componentes do currículo do Ensino Médio. Sob o argumento da reestruturação, o CPS atrasou a contratação de profissionais e, no caso das ETECs, não há concurso público para o preenchimento dessas vagas.

Lucca criticou ainda a indisposição do Centro Paula Souza em solucionar as reivindicações dos estudantes. “Desde o ano passado tentamos solucionar os problemas com o Centro Paula Souza, mas infelizmente não temos tido respostas concretas”, disse.

“Diálogo que não resolve problemas não é diálogo, é enrolação”, criticou o presidente da UMES.

O dirigente estudantil questionou o fato das mais de 5 mil escolas estaduais de ensino fundamental e médio passarem a receber investimento por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) – e terem uma melhora significativa na infraestrutura – e essa realidade de novos investimentos não ser aplicada às 200 ETECs do estado de São Paulo. “Não dá pra aceitar a falta de estrutura atual das ETECs. Precisamos garantir novos investimentos nas escolas técnicas, como está acontecendo nas escolas estaduais”, defendeu.

Plenária UMES

MERENDA É DIREITO HUMANO

Ao longo das falas, os estudantes denunciaram a falta de acesso à merenda nas escolas técnicas. “Alimentação é direito humano e não está sendo respeitado nas ETECs”.

Os estudantes das ETECs só possuem acesso à chamada merenda seca, que se resume a um pacote de bolachas e uma caixinha de suco. A maioria dos estudantes permanece com fome ao longo do dia, já que estudam em outras escolas, ou precisam trabalhar. “Quem consegue aprender com fome?”, indagam os participantes do ato.

Os únicos estudantes que possuem direito à refeição nas escolas são os da modalidade ETIM, que está sendo destruída pelo CPS. Caso algum estudante de outra modalidade tente comer, ele será impedido. O que gera uma verdadeira exclusão dentro das escolas.

Valentina Andrade, diretora de Escolas Técnicas da UMES e aluna da ETEC Rocha Mendes, relembrou que os estudantes foram surpreendidos com o fim do ETIM nas escolas no início do ano, dificultando o acesso tanto à “formação técnica, quanto à formação do ensino médio regular”.

“O desmonte do ensino técnico é um sucateamento do próprio país. É um absurdo o que está acontecendo nas Etecs”, criticou.

Valentina relembra que a falta de merenda “impede a juventude de se formar adequadamente. Ainda mais numa situação de fome e carestia como estamos vivendo”.

“A Escola deveria ser um local seguro, não para se passar fome. Muitos estudantes trabalham e não tem condições de se alimentar em outro lugar. Ninguém aprende com fome”, condenou.

“É dever de cada um aqui mobilizar a sua ETEC para mostrar ao Centro Paula Sousa do que somos capazes”, ressaltou a diretora da UMES.

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DESMONTE GERAL

Gabriel Bolfarini, estudante da ETESP, destacou que o acesso à “merenda é direito básico. Todo estudante tem que ter direito a se alimentar”.

Ele denunciou que a qualidade do ensino caiu muito no último período, principalmente com o fim do ETIM. “Nós não podemos tolerar essa destruição das melhores escolas da cidade de São Paulo”, disse.

A estudante Agatha Kryslen, relembra que “o pessoal que trabalha, fica com fome e nem todo mundo tem condições de comprar comida. Mesmo quando tem merenda é limitado por estudante”.

“Não é só a merenda. Não tem mais funcionário para limpeza. Nossa ETEC está uma vergonha. O fim do ETIM está destruindo a educação das nossas escolas”.

Larissa Nunes, dirigente da ETEC Irmã Agostina, ressalta que asETECs “são referência de aprendizado no estado e contribuem diretamente paro desenvolvimento do nosso país”.

“Quando o Centro Paula Souza atua contra as ETECs, ele está atacando diretamente o desenvolvimento do nosso país. Quando tiram o direito à alimentação, eles prejudicam diretamente os estudantes”.

Ela ressalta ainda que “o processo de desmonte ataca diretamente o censo crítico dos estudantes”.

“As Etecs são uma rede e mexeu com uma, mexeu com todas! Vamos à luta!”, disse.

Julia Basílio, da ETEC de Esportes, criticou a falta de merenda na sua escola e relembrou que os estudantes se dedicam em atividades físicas e depois não possuem acesso à alimentação adequada. “Agora imagina só, o estudante passa o dia inteiro fazendo aula prática e tem uma bolachinha no final do dia”, criticou.

HORA DE ORGANIZAR

Os participantes da plenária organizaram um calendário de mobilizações regionais ao longo das próximas semanas para reverter o quadro de desmonte das escolas técnicas. “Eles tomaram a decisão de sucatear o ensino técnico, cabe a nós tomarmos a nossa decisão de defender as ETECs”, ressaltou Lucca.

MERENDA PARA TODOS JÁ!

CONTRA O FIM DO ETIM!

É HORA DE TRAVAR A LUTA EM DEFESA DAS ETECS!

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Curso de Teatro da UMES realiza apresentações de encerramento da 15ª edição do projeto

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“EVOÉ, JOVENS À VISTA”*

É com muita alegria que o Centro Popular de Cultura da União Municipal dos Estudantes Secundaristas – CPC-UMES – apresenta hoje o resultado do curso desenvolvido nas 12 turmas da 15ª edição do projeto Oficinas de Formação em Artes Cênicas, distribuídas nas regiões Central, Leste e Sul da cidade. Alunos da rede pública de ensino receberam, durante oito meses, de forma gratuita, 108 horas-aula com profissionais altamente capacitados e experientes. Durante todo este tempo eles brincaram, jogaram, cantaram, leram, estudaram história, sonharam, aprenderam a confiar em si mesmos e no outro, foram solidários e altruístas, descobriram-se e descobriram a alegria e a energia da ação em grupo. Enfim, fizeram Teatro.

Mais: conheceram a magia do Teatro! De um Teatro que tantas vezes viu sua extinção ser decretada. Mas poderíamos parafrasear Nelson Sargento: “Teatro, agoniza mais não morre / alguém sempre te socorre / antes do suspiro derradeiro”. E parte do socorro vem dos jovens que hoje se apresentarão. Muitos deles nunca tinham ido a um Teatro. Hoje, estarão em cena. Foram transformados pela arte e, com certeza, ajudarão a transformar muita gente. A outra parte do socorro vem de pessoas como os professores que guiaram nossos jovens na trajetória de descoberta do palco. Batalhadores incansáveis, apaixonados pela ribalta mas, principalmente, trabalhadores sérios, dedicados a interpretar a vida, a denunciar as mazelas da sociedade e a fazer crer que um futuro melhor é possível e necessário.

E assim alunos e professores se juntaram na aventura de ler, estudar, brincar e criar cenas a partir dos textos “A Revolução na América do Sul”, de Augusto Boal (1960), “A Mais Valia Vai Acabar, Seu Edgar”, de Oduvaldo Vianna Filho (1960) e “Se Correr o Bicho Pega, Se Ficar o Bicho Come”, de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar (1966).

Visitamos desta forma as três mais profundas experiências do teatro político brasileiro: o Teatro de Arena, o Centro Popular de Cultura da UNE e o Grupo Opinião. E foram muitas as perguntas, as diferenças e as semelhanças encontradas nesse percurso. O que essas peças nos dizem hoje? E, mais especificamente, o que elas dizem para estudantes de escolas públicas, que passaram dois anos isolados por uma pandemia? O que representam as eleições nos textos? E o que representam as eleições de hoje, em que muitos destes estudantes irão votar pela primeira vez? Quem foram Augusto Boal, Vianinha e Ferreira Gullar? O povo ainda está comendo osso? Os hospitais ainda estão cheios? E a nossa Escola? E a nossa Educação?

Não sabemos todas as respostas, mas sermos capazes de fazer as perguntas já um bom começo. E foi através do Teatro e destes textos que pensamos e criamos sobre todas essas questões. Evoé!

* trecho de Paratodos, de Chico Buarque

CENTRO

A REVOLUÇÃO NA AMÉRICA DO SUL

de Augusto Boal

 

 

TURMAS DE SEGUNDA, TERÇA E QUINTA-FEIRA:

ZÉ DA SILVA É UM HOMEM LIVRE! O QUÊ? O QUÊ? O QUÊ?

Em nosso exercício cênico iremos contar a história de Zé da Silva que, literalmente, não tinha onde cair morto e tenta fazer uma revolução que não sai. Pede aumento para o patrão, mas isso só gera inflação e ele vira o culpado da situação. Zé da Silva continua sendo explorado até o seu último quinhão e quem lhe cobra é seu “anjo da guarda” que infelizmente não é brasileiro não. Vai pedir ajuda para o governo, que lhe diz: “Ixi, é povo? Volte só no dia da eleição!” Quando chega o dia de sua morte – porque Zé da Silva está morrendo de fome desde o início da peça – milagrosamente é salvo e vai cumprir com o seu sagrado dever de cidadão, vai votar. Agora, pasmem minha gente, Zé da Silva vai comer!!! E o final não conto, vocês vão ver!

Só conto que essa história já é velha, mas ainda não caducou. Brincamos com ela, viramos de cabeça pra baixo, aprendemos a falar de jeitos diferentes e a sermos Zés da Silva, cantamos em coro, inventamos cenas… só para te contar que o mundo está por um fio, mas escute: Cuidado ó gente que ainda está viva, cuidem da vida É preciso lutar!

Professores: Ney Piacentini, Erika Coracini, João Ribeiro, Rebeca Braia

Elenco: Alícia Lima Alves, Bianca Cristina de Lima Xavier, Caroliny Leal de Moura, Cibelly Amorim de Oliveira, Enny Santos Galhardo Basalia, Erick Sebastian Francelino Pereira, Fernanda Mirreeio da Silva, Gabrielli Gomes de Siqueira, Julia Oliveira, Maria Luísa de Almeida Borges, Mariana Carvalho Youn, Mel Emiliano Neves Santana, Pedro Bitencourt, Sofia Lima do Prado, Cindy Barros Marinho, Fernando Gomes, Isadora do Amaral, Pedro Henrique da Silva, Rebeca Sartori, Vitória Barbosa, Yasmin Barbosa, Beatriz Costa Martins, Davi Luz Soares, Gaby Moreira, Gustavo Freitas Pereira, Juliana Duarte Diniz, Lívia Roberta Gomes Cardeal da Silva, Manuela Ribeiro, Maria Karina da Silva Rondan, Nayla de Oliveira Matos Carvalho, Nicoly Dourado de Castro e Raissa Vitória Melo

 

TURMA DE QUARTA-FEIRA:

ENSAIO-MANIFESTO

A cena montada pela turma de quarta-feira apresenta um processo de criação que se baseou no texto teatral “Revolução na América do Sul” de Augusto Boal, refletindo sobre seus atravessamentos com os tempos atuais. Organizada em quatro pequenas cenas (Entrada/Cortejo, Rádio Comunitária, Ensaio e Manifesto), a criação colaborativa busca dialogar com a linguagem do teatro contemporâneo, imprimindo à obra um tom experimental e político.

Ambientada num ensaio-manifesto dos secundaristas, a cena descortina o processo artístico-pedagógico e, utilizando-se de algumas das práticas e treinamentos realizados durante a montagem, constrói – desconstrói e reconstrói – as cenas 9, 10 11 e 12 da dramaturgia original.

As experimentações surgidas criam um jogo cênico, onde estudantes viram atuadores, sem se afastarem de suas indagações em diálogo com a obra de Boal. O autor, inclusive, entra em cena para jogar junto ao elenco-aprendiz que, com humor e criticidade, faz acontecer no palco as suas versões da Revolução

Professores: Adriana Dham e Júlia Fontes

Elenco: Andreza Rodrigues de Faria, Clara Luna Braia Bemfica, Evely Heloise, Gabriel Soares Galvão, Gaia Takanashi Balestra, Julia Vitoria Alves Arruda, Maria Kerle Alves de Sousa, Mariana Gabriele da Silva Brás, Paolla Renata, Pedro Guilherme do Nascimento, Pedro Henrique Dias Miranda, Sabrina Correia da Silva e Tainá Occiuzzi Brai

 

ZONA SUL

A MAIS VALIA VAI ACABAR, SEU EDGAR,

de Oduvaldo Vianna Filho

 

TURMAS DE SEGUNDA, TERÇA, QUARTA E QUINTA-FEIRA:

AINDA NÃO ACABOU (MAS VAI ACABAR!)

Apresentamos o exercício cênico desenvolvido pelos grupos de estudantes da Zona Sul de São Paulo, e que foi orientado por professores de teatro durante 8 meses de oficinas. Vamos compartilhar o seu processo e mostrar as cenas criadas a partir do texto teatral “A Mais Valia Vai Acabar, Seu Edgar”, de Oduvaldo Vianna Filho.

Quatro turmas participaram do projeto e trabalharam com exercícios, jogos, improvisações e cenas tendo como base o tema trazido pelo texto citado: o trabalho e a exploração, desigualdade e falta de direitos que afetam os trabalhadores.

As turmas utilizaram o texto de Vianinha, escrito na década de 60, para refletir também sobre o lucro e as condições de trabalho nos dias de hoje

Professores: Márcio Ribeiro, Daniela Schitini, Andrea Tedesco, Telma Dias, Martinha Soares e Ademir de Almeida

Elenco: David Alex M. dos Anjos, Gabriel Leon S. Albuquerque, Guilherme Ferreira Rodrigues, Yuna, Maycon, Pedro Luis, Vitor Hugo de Souza Siqueira, Rayanne de Souza Boscheti, Kauã de Souza Boscheti, Ana Beatriz de Jesus Filinto, Anne Gabrielle S. de Oliveira, Eliandra Coutinho Nonato, José Ricardo Borges Dutra Filho, Junior Cesar Cerqueira Dias, Pedro Luis Soares dos Santos, Vitória Lima Nunes, Antônio Caio da S. Ribeiro, Francisca de Fatima Veríssimo, Kethylin Victoria S. de Jesus, Lara Mendonça, Mariane Coutinho da Silva, Rafael Barbosa da Silva, Rebeca Alves, Samuel Santos Dias Machado, Sarah Sbelutti Nupcias Santos, Agatha Soares Ferreira, Eduardo Pacheco Conceição, Emanuel Cunha da Silva, Henzo Gabriel Cordeiro Rodrigues, Kaike Rodrigues da Silva, Lucas Vinícius Santos Rocha, Mickael Silva Lima, Nicoly Gonçalves de Alencar, Nycolle Mendes de Camargo, Priscila Cristina Ribeiro Soares, Sabrina Alves de Souza e Samuel Ribeiro Soares

 

ZONA LESTE

SE CORRER O BICHO PEGA, SE FICAR O BICHO COME…,

de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar

 

TURMA DE SEGUNDA-FEIRA:

EU, ROQUE!

Uma história; na verdade, três! Conhecemos Roque, um cara malandro que apenas quer o que todos querem: Uma vida tranquila. Talvez um amor, e às vezes, apenas sobreviver nesse sistema.

Mas afinal o que vai acontecer para desencadear esses acontecimentos?

Convido a você caro público a se juntar a nós no desenrolar dessa peça.

ENTÃO… EU, ROQUE! digo que comece o espetáculo!

Professores: Lucas Vitorino e Júnior Fernandes

Elenco: Beatriz Abreu, Erick Vecci, Fran Lemes, Fabricio Lovatto Jesuz, Flavia Mie Lygia, Diniz Sathiny Souza, Silas Lima, Tiago, Evy Souza, Juca Rodrigues, Marystar, José Emidio, Luís Emidio, Beka Luz, Thaynná Baltazar e Rafa Garcia

 

TURMA DE TERÇA-FEIRA:

ROQUE, UM BRASILEIRO

Você já pensou o que faria para salvar sua pele quando não tem mais pra onde correr? Num formato dinâmico e irreverente, vamos contar a história de Roque, um típico brasileiro, esquecido pela sorte, rejeitado pela sociedade e acusado de vários crimes. Mulherengo? Pilantra? Ladrão? Assassino? Do que ele seria capaz pra sobreviver? Nosso Roque é inocente ou culpado?

Professores: Ricardo Mancini Ferreira e Renan Ferreira

Elenco: Carolina Dias, Gil, Isabel Ludmila, Madu Borges, Duda Souza, Emy Lopes Estefane de Sá, Gabriel Oliveira, Julia B Cruz, Júlia de Castro, Manoela Alves, Mavi Luna, Mynn, Ni Spurio, Nicolle Rocha e Tallison Risotto

 

TURMA DE QUINTA-FEIRA:

QUAL É O BICHO QUE TE CONGELA, OU QUE TE FAZ FUGIR, OU QUE TE FAZ LUTAR?

“Que bicho é esse, amor?”

(verso da letra da música de abertura do espetáculo original)

Cada um de nós tem os seus próprios bichos: algumas pessoas convivem bem com eles, outras nem tanto. Para esse exercício dramático realizado pela turma de quinta-feira da Zona Leste, escolhemos 3 “bichos-cenas” dessa obra que faz parte da história do Teatro Brasileiro, e brindamos o público com dois olhares, de espectros completamente diferentes: o primeiro olhar está dedicado ao resgate do sentido que foi dado à peça na sua origem, ou como denúncia, ou protesto, ou resistência, ou os 3 aspectos ao mesmo tempo.

O segundo olhar joga uma lente bem-humorada sobre estes mesmos temas, enquanto propõe soluções mágicas para os conflitos abordados sob a forma de comerciais, como aqueles que vemos nas TVs, vendendo coisas que você nunca viu antes, mas que não poderá mais viver sem elas.

Entre a dureza da realidade que nos cerca, e o mundo de sonhos ao alcance do cartão de crédito, a pergunta lá do início nos faz colocar uma outra pergunta em seu lugar: se cada um de nós tem seus próprios “bichos”, como fazer para enfrentá-los?

Professores: Alexandre Binder Kavanji e Alexandre Roitburd

Elenco: Amanda Vitória, Ana B, Aninha, Bia Caravelli, Ceci Paz, Gabriel Farias, Gusta Góis, Hylana Araujo Martins, Isabela V.L, Ivan Fortinato, Kedlley Lima, Lau Leris, Maria Luz, Tife, Vik Keroly e Vinicius Gomes

 

APRESENTAÇÕES:

 

Dia 21 de maio – 15 horas

Cine-Teatro Denoy de Oliveira

Rua Rui Barbosa, 323 – Bela Vista

 

Dia 28 de Maio – 15 horas

Fábrica de Cultura Jardim São Luis

Rua Antonio Ramos Rosa, 651- Jardim São Luis

 

Dia 29 de Maio – 15 horas

EE Dom Pedro I

Rua Américo Gomes da Costa, 59 – São Miguel Paulista

 

A 15ª Edição da Oficina de Formação em Artes Cênicas é fruto de convênio entre a UMES e a Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo.

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Curso de Teatro da UMES realiza apresentações de encerramento da 15ª edição do projeto

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“EVOÉ, JOVENS À VISTA”*

É com muita alegria que o Centro Popular de Cultura da União Municipal dos Estudantes Secundaristas – CPC-UMES – apresenta hoje o resultado do curso desenvolvido nas 12 turmas da 15ª edição do projeto Oficinas de Formação em Artes Cênicas, distribuídas nas regiões Central, Leste e Sul da cidade. Alunos da rede pública de ensino receberam, durante oito meses, de forma gratuita, 108 horas-aula com profissionais altamente capacitados e experientes. Durante todo este tempo eles brincaram, jogaram, cantaram, leram, estudaram história, sonharam, aprenderam a confiar em si mesmos e no outro, foram solidários e altruístas, descobriram-se e descobriram a alegria e a energia da ação em grupo. Enfim, fizeram Teatro.

Mais: conheceram a magia do Teatro! De um Teatro que tantas vezes viu sua extinção ser decretada. Mas poderíamos parafrasear Nelson Sargento: “Teatro, agoniza mais não morre / alguém sempre te socorre / antes do suspiro derradeiro”. E parte do socorro vem dos jovens que hoje se apresentarão. Muitos deles nunca tinham ido a um Teatro. Hoje, estarão em cena. Foram transformados pela arte e, com certeza, ajudarão a transformar muita gente. A outra parte do socorro vem de pessoas como os professores que guiaram nossos jovens na trajetória de descoberta do palco. Batalhadores incansáveis, apaixonados pela ribalta mas, principalmente, trabalhadores sérios, dedicados a interpretar a vida, a denunciar as mazelas da sociedade e a fazer crer que um futuro melhor é possível e necessário.

E assim alunos e professores se juntaram na aventura de ler, estudar, brincar e criar cenas a partir dos textos “A Revolução na América do Sul”, de Augusto Boal (1960), “A Mais Valia Vai Acabar, Seu Edgar”, de Oduvaldo Vianna Filho (1960) e “Se Correr o Bicho Pega, Se Ficar o Bicho Come”, de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar (1966).

Visitamos desta forma as três mais profundas experiências do teatro político brasileiro: o Teatro de Arena, o Centro Popular de Cultura da UNE e o Grupo Opinião. E foram muitas as perguntas, as diferenças e as semelhanças encontradas nesse percurso. O que essas peças nos dizem hoje? E, mais especificamente, o que elas dizem para estudantes de escolas públicas, que passaram dois anos isolados por uma pandemia? O que representam as eleições nos textos? E o que representam as eleições de hoje, em que muitos destes estudantes irão votar pela primeira vez? Quem foram Augusto Boal, Vianinha e Ferreira Gullar? O povo ainda está comendo osso? Os hospitais ainda estão cheios? E a nossa Escola? E a nossa Educação?

Não sabemos todas as respostas, mas sermos capazes de fazer as perguntas já um bom começo. E foi através do Teatro e destes textos que pensamos e criamos sobre todas essas questões. Evoé!

* trecho de Paratodos, de Chico Buarque

CENTRO

A REVOLUÇÃO NA AMÉRICA DO SUL

de Augusto Boal

 

 

TURMAS DE SEGUNDA, TERÇA E QUINTA-FEIRA:

ZÉ DA SILVA É UM HOMEM LIVRE! O QUÊ? O QUÊ? O QUÊ?

Em nosso exercício cênico iremos contar a história de Zé da Silva que, literalmente, não tinha onde cair morto e tenta fazer uma revolução que não sai. Pede aumento para o patrão, mas isso só gera inflação e ele vira o culpado da situação. Zé da Silva continua sendo explorado até o seu último quinhão e quem lhe cobra é seu “anjo da guarda” que infelizmente não é brasileiro não. Vai pedir ajuda para o governo, que lhe diz: “Ixi, é povo? Volte só no dia da eleição!” Quando chega o dia de sua morte – porque Zé da Silva está morrendo de fome desde o início da peça – milagrosamente é salvo e vai cumprir com o seu sagrado dever de cidadão, vai votar. Agora, pasmem minha gente, Zé da Silva vai comer!!! E o final não conto, vocês vão ver!

Só conto que essa história já é velha, mas ainda não caducou. Brincamos com ela, viramos de cabeça pra baixo, aprendemos a falar de jeitos diferentes e a sermos Zés da Silva, cantamos em coro, inventamos cenas… só para te contar que o mundo está por um fio, mas escute: Cuidado ó gente que ainda está viva, cuidem da vida É preciso lutar!

Professores: Ney Piacentini, Erika Coracini, João Ribeiro, Rebeca Braia

Elenco: Alícia Lima Alves, Bianca Cristina de Lima Xavier, Caroliny Leal de Moura, Cibelly Amorim de Oliveira, Enny Santos Galhardo Basalia, Erick Sebastian Francelino Pereira, Fernanda Mirreeio da Silva, Gabrielli Gomes de Siqueira, Julia Oliveira, Maria Luísa de Almeida Borges, Mariana Carvalho Youn, Mel Emiliano Neves Santana, Pedro Bitencourt, Sofia Lima do Prado, Cindy Barros Marinho, Fernando Gomes, Isadora do Amaral, Pedro Henrique da Silva, Rebeca Sartori, Vitória Barbosa, Yasmin Barbosa, Beatriz Costa Martins, Davi Luz Soares, Gaby Moreira, Gustavo Freitas Pereira, Juliana Duarte Diniz, Lívia Roberta Gomes Cardeal da Silva, Manuela Ribeiro, Maria Karina da Silva Rondan, Nayla de Oliveira Matos Carvalho, Nicoly Dourado de Castro e Raissa Vitória Melo

 

TURMA DE QUARTA-FEIRA:

ENSAIO-MANIFESTO

A cena montada pela turma de quarta-feira apresenta um processo de criação que se baseou no texto teatral “Revolução na América do Sul” de Augusto Boal, refletindo sobre seus atravessamentos com os tempos atuais. Organizada em quatro pequenas cenas (Entrada/Cortejo, Rádio Comunitária, Ensaio e Manifesto), a criação colaborativa busca dialogar com a linguagem do teatro contemporâneo, imprimindo à obra um tom experimental e político.

Ambientada num ensaio-manifesto dos secundaristas, a cena descortina o processo artístico-pedagógico e, utilizando-se de algumas das práticas e treinamentos realizados durante a montagem, constrói – desconstrói e reconstrói – as cenas 9, 10 11 e 12 da dramaturgia original.

As experimentações surgidas criam um jogo cênico, onde estudantes viram atuadores, sem se afastarem de suas indagações em diálogo com a obra de Boal. O autor, inclusive, entra em cena para jogar junto ao elenco-aprendiz que, com humor e criticidade, faz acontecer no palco as suas versões da Revolução

Professores: Adriana Dham e Júlia Fontes

Elenco: Andreza Rodrigues de Faria, Clara Luna Braia Bemfica, Evely Heloise, Gabriel Soares Galvão, Gaia Takanashi Balestra, Julia Vitoria Alves Arruda, Maria Kerle Alves de Sousa, Mariana Gabriele da Silva Brás, Paolla Renata, Pedro Guilherme do Nascimento, Pedro Henrique Dias Miranda, Sabrina Correia da Silva e Tainá Occiuzzi Brai

 

ZONA SUL

A MAIS VALIA VAI ACABAR, SEU EDGAR,

de Oduvaldo Vianna Filho

 

TURMAS DE SEGUNDA, TERÇA, QUARTA E QUINTA-FEIRA:

AINDA NÃO ACABOU (MAS VAI ACABAR!)

Apresentamos o exercício cênico desenvolvido pelos grupos de estudantes da Zona Sul de São Paulo, e que foi orientado por professores de teatro durante 8 meses de oficinas. Vamos compartilhar o seu processo e mostrar as cenas criadas a partir do texto teatral “A Mais Valia Vai Acabar, Seu Edgar”, de Oduvaldo Vianna Filho.

Quatro turmas participaram do projeto e trabalharam com exercícios, jogos, improvisações e cenas tendo como base o tema trazido pelo texto citado: o trabalho e a exploração, desigualdade e falta de direitos que afetam os trabalhadores.

As turmas utilizaram o texto de Vianinha, escrito na década de 60, para refletir também sobre o lucro e as condições de trabalho nos dias de hoje

Professores: Márcio Ribeiro, Daniela Schitini, Andrea Tedesco, Telma Dias, Martinha Soares e Ademir de Almeida

Elenco: David Alex M. dos Anjos, Gabriel Leon S. Albuquerque, Guilherme Ferreira Rodrigues, Yuna, Maycon, Pedro Luis, Vitor Hugo de Souza Siqueira, Rayanne de Souza Boscheti, Kauã de Souza Boscheti, Ana Beatriz de Jesus Filinto, Anne Gabrielle S. de Oliveira, Eliandra Coutinho Nonato, José Ricardo Borges Dutra Filho, Junior Cesar Cerqueira Dias, Pedro Luis Soares dos Santos, Vitória Lima Nunes, Antônio Caio da S. Ribeiro, Francisca de Fatima Veríssimo, Kethylin Victoria S. de Jesus, Lara Mendonça, Mariane Coutinho da Silva, Rafael Barbosa da Silva, Rebeca Alves, Samuel Santos Dias Machado, Sarah Sbelutti Nupcias Santos, Agatha Soares Ferreira, Eduardo Pacheco Conceição, Emanuel Cunha da Silva, Henzo Gabriel Cordeiro Rodrigues, Kaike Rodrigues da Silva, Lucas Vinícius Santos Rocha, Mickael Silva Lima, Nicoly Gonçalves de Alencar, Nycolle Mendes de Camargo, Priscila Cristina Ribeiro Soares, Sabrina Alves de Souza e Samuel Ribeiro Soares

 

ZONA LESTE

SE CORRER O BICHO PEGA, SE FICAR O BICHO COME…,

de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar

 

TURMA DE SEGUNDA-FEIRA:

EU, ROQUE!

Uma história; na verdade, três! Conhecemos Roque, um cara malandro que apenas quer o que todos querem: Uma vida tranquila. Talvez um amor, e às vezes, apenas sobreviver nesse sistema.

Mas afinal o que vai acontecer para desencadear esses acontecimentos?

Convido a você caro público a se juntar a nós no desenrolar dessa peça.

ENTÃO… EU, ROQUE! digo que comece o espetáculo!

Professores: Lucas Vitorino e Júnior Fernandes

Elenco: Beatriz Abreu, Erick Vecci, Fran Lemes, Fabricio Lovatto Jesuz, Flavia Mie Lygia, Diniz Sathiny Souza, Silas Lima, Tiago, Evy Souza, Juca Rodrigues, Marystar, José Emidio, Luís Emidio, Beka Luz, Thaynná Baltazar e Rafa Garcia

 

TURMA DE TERÇA-FEIRA:

ROQUE, UM BRASILEIRO

Você já pensou o que faria para salvar sua pele quando não tem mais pra onde correr? Num formato dinâmico e irreverente, vamos contar a história de Roque, um típico brasileiro, esquecido pela sorte, rejeitado pela sociedade e acusado de vários crimes. Mulherengo? Pilantra? Ladrão? Assassino? Do que ele seria capaz pra sobreviver? Nosso Roque é inocente ou culpado?

Professores: Ricardo Mancini Ferreira e Renan Ferreira

Elenco: Carolina Dias, Gil, Isabel Ludmila, Madu Borges, Duda Souza, Emy Lopes Estefane de Sá, Gabriel Oliveira, Julia B Cruz, Júlia de Castro, Manoela Alves, Mavi Luna, Mynn, Ni Spurio, Nicolle Rocha e Tallison Risotto

 

TURMA DE QUINTA-FEIRA:

QUAL É O BICHO QUE TE CONGELA, OU QUE TE FAZ FUGIR, OU QUE TE FAZ LUTAR?

“Que bicho é esse, amor?”

(verso da letra da música de abertura do espetáculo original)

Cada um de nós tem os seus próprios bichos: algumas pessoas convivem bem com eles, outras nem tanto. Para esse exercício dramático realizado pela turma de quinta-feira da Zona Leste, escolhemos 3 “bichos-cenas” dessa obra que faz parte da história do Teatro Brasileiro, e brindamos o público com dois olhares, de espectros completamente diferentes: o primeiro olhar está dedicado ao resgate do sentido que foi dado à peça na sua origem, ou como denúncia, ou protesto, ou resistência, ou os 3 aspectos ao mesmo tempo.

O segundo olhar joga uma lente bem-humorada sobre estes mesmos temas, enquanto propõe soluções mágicas para os conflitos abordados sob a forma de comerciais, como aqueles que vemos nas TVs, vendendo coisas que você nunca viu antes, mas que não poderá mais viver sem elas.

Entre a dureza da realidade que nos cerca, e o mundo de sonhos ao alcance do cartão de crédito, a pergunta lá do início nos faz colocar uma outra pergunta em seu lugar: se cada um de nós tem seus próprios “bichos”, como fazer para enfrentá-los?

Professores: Alexandre Binder Kavanji e Alexandre Roitburd

Elenco: Amanda Vitória, Ana B, Aninha, Bia Caravelli, Ceci Paz, Gabriel Farias, Gusta Góis, Hylana Araujo Martins, Isabela V.L, Ivan Fortinato, Kedlley Lima, Lau Leris, Maria Luz, Tife, Vik Keroly e Vinicius Gomes

 

APRESENTAÇÕES:

 

Dia 21 de maio – 15 horas

Cine-Teatro Denoy de Oliveira

Rua Rui Barbosa, 323 – Bela Vista

 

Dia 28 de Maio – 15 horas

Fábrica de Cultura Jardim São Luis

Rua Antonio Ramos Rosa, 651- Jardim São Luis

 

Dia 29 de Maio – 15 horas

EE Dom Pedro I

Rua Américo Gomes da Costa, 59 – São Miguel Paulista

 

A 15ª Edição da Oficina de Formação em Artes Cênicas é fruto de convênio entre a UMES e a Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo.