Participe do 25º Congresso da UMES e ajude a derrotar os inimigos do Brasil e da escola pública

Plenário do 23º Congressoi da UMES realizado em 2014 

 

No próximo dia 2 de junho (quinta), será realizado o 25º Congresso da União Municipal dos Estudantes Secundaristas de São Paulo, no auditório da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa na Liberdade. Como é de costume, debateremos com muita vibração a atual situação da nossa educação. Também discutiremos profundamente os problemas de nossa conjuntura nacional e estadual, que vão dos cortes bilionários contra nossos direitos básicos ao impeachment, reivindicação por eleições gerais antecipadas e o escandaloso roubo da merenda e destruição da escola pública, perpetrado pelo governo de São Paulo.

 

Em nossos mais de 31 anos de luta a defesa do ensino público, gratuito e de qualidade, da democracia e soberania nacional foram nossas bandeiras permanentes, e o nosso Congresso representa o momento mais alto dessa mobilização para fortalecer a construção da educação e do Brasil que a juventude e o povo precisam. Foram em nossos congressos que deflagramos campanhas imprescindíveis para chegar até aqui, como foi o “Fora Collor”, a luta pela meia entrada, meio passe e passe livre.

 

É por isso que a diretoria da UMES convoca todos os estudantes secundaristas de São Paulo a se inscreverem e participarem do congresso, que constituirá uma fase fundamental para que a juventude afirme seus caminhos para ajudar o Brasil a superar a crise política e econômica imposta pelos governantes, lacaios dos banqueiros e multinacionais estrangeiras, que fazem de tudo para impedir a felicidade do povo.

 

Venha participar do congresso da UMES, este será o momento que vamos fortalecer a nossa união para derrotar de vez os inimigos do Brasil e da educação, dizendo basta aos cortes da educação, saúde, direitos sociais e trabalhistas. Será a atividade onde os estudantes de São Paulo dirão não a privatização do pré-sal e ao roubo da Petrobrás. Momento que os secundaristas vão exigir a punição dos ladrões da merenda e dos tucanos, que por tantos anos têm destruído a escola pública e o nosso Estado.

 

 

Quer participar mas não sabe como? Tem propostas? Entre em contato com a gente!

(11) 3289-7477 – umes@umes.org.br

Caso preferir venha até a nossa sede mais próxima de você

 

 

Principais discussões levantadas para a construção do 25º congresso

 

Eleições gerais

Escândalo da merenda escolar

Grêmio livre estudantil

Menos juros e mais educação

Cultura

Passe livre e meia entrada

Fim da aprovação automática

Crise das ETECs

Fim da superlotação das salas de aula

Redução da maioridade penal

Escola de tempo integral

 

Mostra Permanente de Cinema Italiano apresenta o filme “Splendor”

 

 

Na próxima segunda (9) a Mostra Permanente de Cinema Italiano apresenta o filme “SPLENDOR”, DE ETTORE SCOLA (1989). Com entrada franca, a sessão será iniciada às 19 horas no Cine-Teatro Denoy de Oliveira. Chame sua família e seus amigos, participe!

 

 

Para maiores informações entre em contato pelo telefone (11) 3289-7475 ou pelo FacebookO Cine-Teatro Denoy de Oliveira fica na Rua Rui Barbosa 323, Bela Vista (Sede Central da UMES)

 

 

Sessão de "O Baile", de Ettore Scola (1982). Sala cheia na abertura da mostra no úlitmo dia 2

 

 

Confira nossa programação!

 

Estudantes ocupam Alesp contra roubo da merenda

 

Dezenas de estudantes secundaristas ocuparam a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) no final da tarde de ontem (3) para exigir a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigue a máfia da merenda. “Para a diretoria da UMES a ocupação da Alesp é um esforço que se soma a luta contra o roubo da merenda praticado por diversos membros do governo tucano. É por isso que apoiamos e nos solidarizamos com essa forma de luta contra os inimigos da escola pública de São Paulo”, afirmou Marcos Kauê, presidente da UMES.

 

O movimento de ocupação teve início na semana passada, com a ocupação do Centro Paula Souza para denunciar a falta de merenda e o fechamento das salas de aula pelo governo. A partir de então diversas ocupações foram organizadas pela cidade, principalmente nas ETECs, que recebem apenas merenda seca, quando recebem, culminado com a ocupação da Alesp na tarde de ontem.

 

“A luta contra o roubo da merenda foi iniciada há alguns meses, com diversas manifestações nas escolas da cidade e por todo o Estado. Engrossamos essa mobilização com a campanha ‘Cadê minha merenda? Nunca vi, nem comi. Eu só ouço falar’, com o intuito de aumentar e massificar a denúncia para fortalecer as manifestações de rua e nas escolas”, explicou Kauê, denunciando a ação truculenta do governo.

 

 

Sobre a decisão de proibir a entrada de alimentos do presidente da Assembleia Legislativa, o deputado Fernando Capez (PSDB), Kauê disse que “os ladrões da merenda estão tão viciados em deixar os estudantes passando fome que o Capez chegou a proibir a entrada de alimentos no plenário da Alesp. Esse é só mais um exemplo do compromisso desses governantes com a juventude e a educação: eles não querem dialogo, não querem conversa. E se questionamos que falta merenda, que salas estão sendo fechadas e que a educação está sendo destruída eles respondem com violência, com cacetada e bala de borracha”.

 

Na ocasião Capez disse que pediria reintegração de posse, processo que segundo ele está em andamento, e que não permitiria a entrada de alimentos para “fazer uma saturação para que eles saiam. Nosso objetivo é que haja a desocupação da Casa”. Com a repercussão negativa de proibir a entrada de comida, Capez flexibilizou sua decisão e permitiu a entrada de café e pães.

 

“Essa semana demos início na construção do 25º Congresso da UMES e a nossa mobilização tem se concentrado na denúncia do roubo da merenda, que é um crime escandaloso, quase tão grave quanto o corte bilionário nos recursos da educação do governo federal ou da privatização do pré-sal. E o nosso compromisso é detonar os inimigos da educação e do Brasil para que os estudantes ocupem as ruas em defesa da educação pública”, disse Kauê.

 

Estudantes durante manifestação no metrô Tatuapé

 

Durante a noite de terça o padre Júlio Lancellotti visitou os estudantes e levou pães e chocolate quente para os alunos. “Hoje esses jovens ressuscitaram a Assembleia Legislativa, que deveria dar um grande prêmio para eles, porque estava morta e a fizeram voltar à vida”, afirmou. Por sua vez, para a presidenta da UBES, Camila Lanes, uma das lideranças da ocupação, esse movimento tem uma pauta muito clara, que é a abertura imediata da CPI para investigar o roubo da merenda.

 

Até agora 24 deputados assinaram o pedido de abertura da CPI, sete a menos que as 32 necessárias.

 

 

Investigação

 

O roubo da merenda foi exposto pela operação Alba Branca, através da ação do Ministério Público, com apoio da Polícia Federal, que investiga o esquema milionário de superfaturamento e pagamento de propina nos contratos de fornecimento de merenda escolar da gestão Alckmin.

 

Uma das investigações é o possível desvio de 10% a 25% do valor das contratações. A Coaf, responsável por parte dos alimentos fornecidos às escolas, supostamente repassava valores a deputados federais, estaduais e funcionários do governo Alckmin.

 

A Justiça já determinou a quebra de sigilo bancário e fiscal do presidente da Assembleia Legislativa, o deputado Fernando Capez (PSDB), e de dois ex-assessores do governo de Geraldo Alckmin. "Está ficando insustentável para o presidente da Assembleia. O PSDB tenta em todas as frentes impedir a investigação. Nós vamos buscar em todos os meios possíveis a apuração do caso", avaliou o deputado Teonilio Barba.

 

Pesadelo na educação

 

Para contribuir com a atual discussão acerca da “Base Nacional Comum Curricular”, publicamos o artigo do físico Marcelo Guzzo, que assim como a Sociedade Brasileira de Física, é contra a proposta do MEC

 

 

MARCELO M. GUZZO*

 

A Base Nacional Comum Curricular, proposta do Ministério da Educação para reformular os currículos do ensino fundamental e médio do país, poderá ser a mais perversa investida do governo federal contra a tão combalida educação brasileira.

 

Alguns historiadores denunciaram que a proposta exclui do currículo do ensino médio a obrigatoriedade do estudo sobre a civilização greco-romana, o nascimento do cristianismo, o Renascimento, a Revolução Francesa e a Industrial. Enfatiza no lugar dos temas citados a história da África negra e da América pré-colombiana.

 

É louvável que o povo brasileiro tenha conhecimento de sua formação, mas a base menospreza o alicerce europeu que, juntamente com as matrizes ameríndia e africana, embasa a civilização brasileira.

 

Como físico, a base despertou-me a seguinte curiosidade: qual é a proposta para minha área de atuação? Deparei-me com a mesma postura ideológica dos comissários do MEC. Seguem alguns exemplos.

 

No capítulo "Terra, Universo e Vida", sugere-se que se apresente o Big Bang, o mais arrojado e atual modelo científico sobre a origem e evolução do Universo, ao lado da "Cosmologia indígena brasileira e a cosmologia de povos pré-colombianos (maias, incas)".

 

Somente um forte viés ideológico pode justificar tal comparação. O conhecimento científico não se divide em territórios geográficos ou culturais. É patrimônio comum da humanidade.

 

A base confunde a necessidade de se passar aos alunos que o conhecimento científico é obra humana, passível de erros e reformulações constantes, com a apresentação de modelos imbuídos de crendices e lendas que cercam o conhecimento de culturas que não se apoiam no método científico.

 

A base sugere também a discussão de fontes de energia como "usinas hidrelétricas, termoelétricas e nucleares". Destaca fortemente os malefícios destas últimas, sugerindo a discussão das "bombas de Hiroshima e Nagasaki, de acidentes nucleares, do acidente radiológico de Goiânia, do lixo atômico e do problemas de descarte".

 

Por que então não mencionar também a existência de ambientalistas que apoiam a geração de energia nuclear como alternativa ao aquecimento global? Por que ignorar o impacto ambiental da exploração de outras fontes de energia?

 

Só Belo Monte inundará uma área de 516 km². As consequências do derramamento de cinco milhões de barris de petróleo durante 87 dias no golfo do México em 2010 são vistas ainda hoje.

 

Tal discussão é escamoteada porque o governo prioriza a nossa matriz energética baseada na geração de energia hidrelétrica e de derivados do petróleo? Porque a exploração do pré-sal, carro-chefe da propaganda do governo na questão energética, representa um enorme perigo ambiental na sua exploração?

 

A base é mais um pesadelo criado pelo atual governo para atormentar a sociedade brasileira. Não há como remendá-la por meio de correções pontuais.

 

O grupo de trabalho criado pela Sociedade Brasileira de Física para avaliar a proposta concluiu que "é evidente a necessidade de uma profunda reformulação". Acrescento que a base curricular é um crime contra o interesse público do Brasil.

 

*MARCELO M. GUZZO é professor titular do Instituto de Física Gleb Wataghin da Unicamp

 

Fonte: Folha de S. Paulo

Capoeira na UMES é mais cultura, esporte e lazer pra você

 

No final da tarde de sábado (30) a Capoeira na UMES realizou a roda comemorativa do 1º de Maio – Dia do Trabalho na sede central da UMES, com a presença do Mestre Bambú, Instrutores Royal, Pit Bull, do grupo geração capoeira, e Professor Kauê, do grupo Atabaque.

 

 

Para o coordenador do projeto, professor-instrutor Pavio, “a capoeira representa nossa identidade nacional e também a luta de libertação do povo brasileiro. Na guerra do Paraguai a capoeira defendeu a nossa pátria assim como participou na resolução de milhares de pequenos conflitos quando os negros ainda não tinham apoio do Estado”, explicou.

 

 

“Hoje, mais que nunca, o povo brasileiro necessita da força da capoeira para derrotar os seus inimigos. Por isso a capoeira na UMES vai as ruas por novas eleições junto com os estudantes porque nem Dilma, nem Temer e muito menos Cunha ou Renan representam o povo”.

 

 

 

Quer praticar capoeira com a UMES? Participe de uma roda:

 

 

Segundas e quartas: 19h30 às 21h e 21h às 22h30 (Prof. Instrutor Royal)

 

Terças e quintas: 15h30 às 17h, 19h30 às 21h e 21h às 22h30 (Prof. Instrutor Pavio)

 

Sextas: 19h às 21h (integração das turmas, aula de instrumentação, maculelê e samba de roda)

 

 

Não perca as aulas de acrobacia para os alunos da capoeira: todas as terças e quintas das 18h às 19:30h

 

 

Contato: (11) 3289-7475 – capoeira@umes.org.br

Onde: Rua Rui Barbosa, 323, Bela Vista

 

 

Tropa de Choque da PM invade ETEC sem mandato judicial

 

A Tropa de Choque da Polícia Militar invadiu o prédio do Centro Paula Souza, na manhã de segunda (2), em mais uma tentativa truculenta de barrar a manifestação dos estudantes contrários ao roubo e falta de merenda nas escolas. Mesmo sem mandado judicial, apresentado por um oficial de Justiça, a PM tentou perpetrar a reintegração de posse afirmando que a medida foi autorizada pela justiça de São Paulo, que por sua vez, exigiu a saída da PM e deu 72 horas para a Secretaria de Segurança Pública explicar sua manobra ilegal.

 

A invasão policial se deu por volta das 10h50 da manhã, quando o pelotão do choque entrou pelo portão de trás surpreendendo os estudantes. Ao chegarem ao hall da escola, que é a sede das escolas técnicas do Estado, eles formaram uma barreira de frente para os estudantes, que sob intenso clima de tensão, passaram a cantar diversas palavras de ordem denunciando o escândalo da merenda e os abusos da PM de Alckmin.

 

Ao todo foram mobilizados mais de 40 policiais para conter a manifestação dos estudantes. “Essa é a politica do governo Geraldo Alckmin. Corta merenda, quando não a rouba, e fecha nossas salas e escolas para cortar mais da educação. Mas se os estudantes questionam o que ele está fazendo com a educação aí o governador envia a tropa de choque com seus cassetetes e bombas na tentativa de calar a juventude”, afirmou um dos estudantes presentes que preferiu não se identificar.

 

Justiça

 

Em resposta a ação da PM o juiz Luis Manuel Pires, responsável pela saída da PM do prédio, disse que “não houve mandado judicial para o cumprimento da ordem” e por isso determinou que o secretário da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, “esclareça, no prazo de 72 horas, se foi o responsável por 'adiantar' o cumprimento da ordem judicial com a determinação de ingresso da Polícia Militar no imóvel sem mandado judicial”.

 

O juiz esclareceu em sua decisão que “sem mandado judicial, não há possibilidade de cumprimento de decisão alguma. Sem mandado judicial, qualquer ato de execução forçada caracteriza arbítrio, violência ao Estado Democrático, rompimento com a Constituição Vigente e os seus fundamentos”.

 

A PM deixou o prédio da ETEC durante o final da noite de segunda.

 

UFRJ: Light corta a luz de unidades

 

 

A concessionária Light cortou o fornecimento de três unidades da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desde a segunda-feira, dia 18, devido uma dívida de R$ 15 milhões.

 

A Escola de Música e o Observatório do Valongo, ambos no centro da cidade, e o prédio da Editora da UFRJ, no campus da Praia Vermelha, na Urca, passaram os últimos dias em completo apagão, e de portas fechadas. Aulas e atividades de pesquisas foram suspensas, e funcionários receberam dispensa do serviço.

 

A crise gerada pelo governo federal, que atinge a educação e diversos outros setores no país é diretamente relacionada a esse episódio. De acordo com a reitoria, diversos fatores levaram a universidade a atrasar os pagamentos, como o contingenciamento no orçamento de 2014 e os cortes nos recursos de custeio e investimentos no ano de 2015.

 

“Destacamos que a universidade depende de recursos federais. No ano passado, encerramos nosso exercício financeiro com déficit de R$125 milhões, decorrentes de fortes contingenciamentos nos orçamentos de 2014 e 2015. Em vista desse cenário, temos nos empenhado para honrar compromissos, de forma a garantir o funcionamento adequado da universidade”, declarou a UFRJ, em nota.

 

Fonte: Hora do Povo

Mostra Permanente de Cinema Italiano estreia dia 2 no Cine-Teatro da UMES

 

O filmes serão exibidos todas às segundas, com entrada grátis, sempre às 19h. Cine-Teatro Denoy de Oliveira – Rua Rui Barbosa, 323, Bela Vista. Tel. 3289 7475

 

O Cine-Teatro Denoy de Oliveira, da UMES, inicia no dia 2 de maio a Mostra Permanente de Cinema Italiano, trazendo para o público, todas às segundas-feiras, com entrada gratuita, uma das mais importantes cinematografias do mundo.

 

O diretor Ettore Scole, falecido em janeiro deste ano, abre a Mostra com “O Baile”, que prossegue com retrospectiva de seus filmes até o dia 20 de junho. Na sequência, até a primeira semana de dezembro, a Mostra apresenta filmes de Vittorio de Sica, Bernardo Bertolucci, Roberto Rossellini, Francesco Rosi, Mario Monicelli, Pietro Germi, Lucino Visconti, Federico Fellini, Elio Petri, Giuliano Montaldo e Marco Bellocchio.

 

Entre os mais de 40 filmes realizados pelo grande diretor Ettore Scole, serão exibidos alguns títulos imperdíveis como, “Nós Que Nos Amávamos Tanto”, um retrato da sociedade italiana do pós-guerra, “Feios, Sujos e Malvados”, ganhador do prêmio de Melhor Realizador no Festival de Cannes, o seu grande clássico “Um Dia Muito Especial”, com Sophia Loren e Marcello Mastroianni, e “Que Estranho Chamar-se Fellini”.

 

 

Este filme, produção de 2013 com imagens de arquivo, em que presta homenagem ao amigo Federico Fellini, foi feito quando Scole já havia decidido encerrar sua carreira, desiludido com a ditadura que norteia a indústria cinematográfica com as baixas produções hollywoodianas impondo padrões de estética e de distribuição, que deixam às platéias sua presença pobre e massacrante.

 

Em 2011, em entrevista ao jornal Il Tempo, o cineasta afirmou que se despedia “sem se arrepender de nada”, e complementou, “a minha experiência no mundo da realização já não é o que costumava ser: descontraída e feliz. Hoje há lógicas da produção e distribuição com as quais não me identifico. Comecei a sentir-me obrigado a respeitar regras que não me permitiam sentir livre para criar”.

 

Felizmente para nós, a Mostra Permanente de Cinema Italiano está aí para furar esse bloqueio, como afirma em seu texto de divulgação: “Enquanto o governo insiste em não realizar uma política cultural que garanta aos brasileiros o acesso às melhores obras da produção cinematográfica mundial, inclusive a nossa, a UMES (União Municipal dos Estudantes Secundaristas de São Paulo) vai fazendo o que pode para preencher a lacuna”.

 

Foto: Marcello Mastroianni e Sophia Loren em “Um Dia Muito Especial,

um dos filmes da Mostra, de Ettore Scola

 

Alckmin dá novo cargo a investigado em roubo na merenda

Apontado como receptor de propina, Fernando Padula, ex-chefe de gabinete da Secretaria de Educação, assume Arquivo do Estado

 

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), nomeou Fernando Padula como coordenador do Arquivo Público do Estado de São Paulo. Além de ser investigado por envolvimento no roubo da merenda, Padula foi o chefe de gabinete da Secretaria da Educação durante a guerra contra as ocupações em 2015.

 

O decreto de sua nomeação foi publicado dia 21 no Diário Oficial. Ele tomará posse na sexta-feira (29).

 

Padula deixou a chefia da Secretaria de Educação após ser citado na Operação Alba Branca como possível envolvido no escândalo da merenda. De acordo com as denúncias do Ministério Público de São Paulo, Padula está entre um dos possíveis agentes públicos responsáveis pela aprovação de diversos contratos superfaturados pela Coaf (cooperativa de agricultores) junto ao governo estadual e outras 21 prefeituras.

 

Estudantes durante manifestação próximo ao metrô Tatuapé dia 19

 

Nas investigações Padula foi citado pelo ex-chefe de gabinete da Casa Civil do governo estadual, Luiz Roberto dos Santos, conhecido como Moita, como “o nosso homem na secretaria” durante ligação telefônica onde tratava da aprovação de contratos de merenda. Padula assim como Moita, em conjunto com o presidente da ALESP, Fernando Capez (PSDB) e o atual secretário de Logística e Transporte de São Paulo, Duarte Nogueira Júnior, que foi ex-secretário de Agricultura, estão sob investigação.

 

Até agora foi apurado que entre 2014 e 2015 a cooperativa assinou pelo menos R$ 7 milhões em contratos, onde parte do valor era utilizado para o pagamento de propina a intermediários e agentes públicos que facilitavam a aprovação das licitações.

 

Foto: GloboNews/Reprodução

 

Falta merenda em sua escola? Só tem farelo e suco? Chega de roubo de merenda!

 

Nos ajude a construir o mapa da fome do Alckmin

 

Entre nessa luta contra o roubo da merenda, envie sua denúncia e ajude a UMES a organizar o mapa da fome. Conte já a situação da sua escola por e-mail ou Facebook (UMES SP) para que todos saibam que os estudantes são contra mais essa forma de sucatear a educação. Mande suas fotos e vídeos. Ajude-nos a ampliar essa luta contra o escândalo da merenda. Vamos juntos acabar com mais essa sacanagem e mostrar a todos o mapa da fome de Alckmin!

 

 

Contato: (11) 3289-7477 – imprensa@umes.org.br

Caso preferir venha até a nossa sede mais próxima de você