Praticar capoeira é conhecer a historia do Brasil, afirma Pavio no Centro Educacional Dom Orione

A Capoeira na UMES realizou uma aula e uma roda de capoeira no Centro Educacional Dom Orione, na Achiropita, na tarde desta quinta-feira (24). Participaram 40 crianças, e os diretores da UMES Marcos Kauê, que é presidente, Keila, diretora da região sul e Caio Guilherme, diretor da região leste. A aula foi ministrada pelo professor-instrutor, Pavio, que contou com o apoio do professor Durinho, também da Capoeira na UMES.
"As crianças gostaram muito da atividade e participaram ativamente da roda, jogando e cantando. Para nós é um prazer imenso fazer esse tipo de atividade com crianças e jovens. A capoeira não tem idade, é só começar a treinar”, disse Pavio. “Trabalhar com crianças de um projeto social como o da Achiropita é importantíssimo para a formação delas. A capoeira além de ajudar no desenvolvimento psicomotor e na socialização, também é um excelente instrumento para o controle da agressividade e contribui para afastar nossas crianças e jovens do mundo das drogas”.
“Precisamos lembrar que a capoeira é uma das atividades mais coletivas que existem, e é a única luta brasileira. Entre as lutas é a única que contém músicas e instrumentos, e conta a história de nosso povo”.
Ao final da atividade os alunos fizeram um bate papo com o professor pavio, falaram de Zumbi dos Palmares, Besouro Mangaga e João Cândido, “isso mostra o quanto a capoeira é importante para o Brasil e para o nosso povo. Fazer capoeira é vivenciar a história desses heróis e conhecer mais o Brasil, ou seja, é conhecer a nossa história”, concluiu Pavio ao comentar mais essa visita da Capoeira da UMES as escolas e centros educacionais de São Paulo.
E você, também deseja fazer aulas de capoeira na UMES? Entre em contato pelo telefone (11) 3289-7475, ou venha falar com a gente na Rua Rui Barbosa, 323, no subsolo. Nossas aulas ocorrem todas as terças e quintas, nos períodos da tarde e noite, entre as 14 e 15:30 horas ou 19:30 e 21 horas.









(26/09) BORBOLETA NEGRA – Francisco J. Lombardi (2006), PERU, 118 min.



A presidente do grêmio, Hellem, que cursa a sétima serie do fundamental, apresentou a Kauê as instalações da escola, e depois conversaram sobre as conquistas e projetos do grêmio. Ela mostrou a Kauê as duas mesas de ping pong e pebolim conquistadas pelos estudantes através do grêmio, que estão no pátio da escola, e também falou sobre a elaboração de projetos na sala de vídeo. Outro projeto interessante do grêmio são as aulas de francês e espanhol ministradas uma vez por semana na escola.









O Prêmio Paulo Freire de Qualidade de Ensino Municipal é entregue anualmente na Câmara Municipal de São Paulo, e esta na sua décima edição. “É um prêmio que estimula e valoriza as iniciativas de estudantes e educadores das escolas, que mesmo com todas as dificuldades, levam adiante os ideais de Paulo Freire para construir uma educação emancipadora”, disse Tiago Cesar, vice-presidente da UMES, que compôs a mesa solene durante a premiação e também integrou o Comissão Julgadora em nome da UMES.
Durante a solenidade Daniel explicou que o projeto nasceu a partir da reflexão de um verso do poeta alemão Bertold Brecht. “A árvore é xingada de estéril, mas quem analisa o solo? O galho estava seco e se quebrou, mas alguém perguntou se havia neve sobre ele?”
