8 de Março na Paulista: Salário Igual para Trabalho Igual
Nesse 8 de março a UMES conclama todos os estudantes a participar da campanha “Pelo Direito ao Trabalho: Salário Igual para Trabalho Igual”. Na cidade de São Paulo o Dia Internacional da Mulher será celebrado na Paulista com o 1° Canta Mulher, atividade que contará com a apresentação de diversas artistas, e um grande passeio ciclístico.
Para Thaisa Maria, Tesoureira da UMES, “é um sonho antigo das estudantes poder se formar para trabalhar com condições de igualdade salarial”.
Luana Paião, diretora de cultura da UMES, afirmou que “o dia das mulheres é o dia que se comemora as vitorias femininas na sociedade, já foram muitas conquistas, porém temos muito pela frente: lutar pela igualdade de salário para as jovens ingressarem no mercado de trabalho com as mesmas oportunidades. No Canta Mulher da Paulista, deste domingo (08), teremos diversas atividades, entre elas uma apresentação da Iara Cassano, Secretaria Geral da UNE, mostrando a força, a inteligência e a beleza das mulheres através da dança. Por isso chamo toda a juventude a Paulista, neste final de semana, para se somar a esta luta das mulheres brasileiras, que também é uma luta dos homens. Vamos comemorar todos juntos”.
Entre as artistas estão às cantoras Marlene Mendes, Gabi Araújo, Dudah Lopes e Vitória Lynn. Iara Cassano, Secretaria Geral da União Nacional dos Estudantes (UNE), que também é dançarina fará uma apresentação de dança. Ana Magalha, empreendedora de Belo Horizonte também participará da atividade.
“No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano”, explica Thaisa.
“Mulheres guerreiras que não desistem da luta, que vão as ruas para pautar o fim de salários baixos, violência, jornada excessiva de trabalho, desvantagens na carreira profissional, creches, mais atenção à saúde da mulher, mais investimentos em educação, transporte público, cultura e lazer, contra a discriminação e preconceitos”, é por toda essa luta que Thaisa parabeniza “todas as mulheres que não desistem dessas lutas”.
“Mulher é mesmo interessante, mesmo brava é linda, mesmo alegre, chora, mesmo tímida, comemora, mesmo apaixonada, ignora, mesmo frágil é poderosa!” – Parabéns Mulheres Guerreiras!", acrescentou Thaisa.
"Este primeiro canta mulher é importante pra juventude como um todo. Salário igual por trabalho igual da à chance da juventude lutar junto por condições dignas de trabalho. As mulheres brasileiras também são símbolo de luta, e é justo que tenham a mesma remuneração que os homens, por isso neste 8 de Março todos nós comemoraremos juntos", afirmou o presidente da UMES, Marcos Kauê.
1° Canta Mulher – Paulista:
Quando: 8 de março de 2015;
Onde: avenida Paulista, altura do Trianon/ MASP;
Horário: 10h às 18h.









Para o presidente da UMES, Kauê, “em 2014 apenas o pagamento de juros da dívida transferiu 311,4 bilhões aos bancos, isso é igual a mais de 6% do PIB. No mesmo ano o orçamento executado com educação foi de 3,7% do PIB, cerca de R$ 79,7 bilhões. Não bastasse o maior compromisso com os bancos, deixando a juventude abandona, o governo ainda cortou mais de R$ 7 bilhões da educação no início do ano, e segue aumentando os juros que engordam os banqueiros e empobrecem o nosso povo”. 





Para o presidente da UMES Marcos Kauê a premiação é o resultado “de um grande projeto que debateu três vezes em cada escola a importância dos jovens se libertarem das drogas para poder lutar e conquistar os seus direitos. Premiar uma aluna como a Gabrielle, que sonha ser jornalista, é muito importante porque incentiva e demonstra a importância da juventude estar unida na luta contra as drogas”.
José Carlos, pai de Gabrielle, disse que ficou muito feliz pela vitória de sua filha, e “satisfeito com o projeto”. “A droga influência demais os jovens, ela desfoca o jovem do estudo, do colégio e do esporte. A droga leva a morte, destrói famílias, amizades, destrói a estrutura que os jovens buscam e almejam. A Gabi tem desejo, tem o projeto de se tornar jornalista. Outros jovens que também têm vocação são iludidos, porque existe uma fragilidade com relação ao combate as drogas”. Ele também considera muito negativo alguns artistas e mídias estimularem o uso de drogas, “é preciso mais campanhas como essa durante o ano, o jovem precisa do amparo da sociedade, do colégio e da família para se conectar com essa situação”.