Cortes na educação: UFRJ adia inicio das aulas
A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) adiou o inicio das aulas para o dia 9 de março devido greve dos prestadores de serviços terceirizados, por falta de pagamento. O calendário do Colégio de Aplicação da universidade também sofreu alterações e prevê retorno as aulas para a próxima segunda-feira (2).
Os funcionários terceirizados não receberam o salário de janeiro. De acordo com a assessoria da UFRJ, os pagamentos referentes ao mês de outubro e novembro foram feitos em janeiro e o de dezembro foi efetuado este mês. A reitoria da universidade afirmou em nota que enfrenta uma série de dificuldades financeiros.
“Em virtude do orçamento da União para 2015 não ter sido aprovado, a universidade tem recebido recursos do Governo Federal em parcelas mensais, correspondentes a apenas 1/18 do orçamento proposto para este ano. No ano passado, deixaram de ser repassados à UFRJ quase R$ 60 milhões, cerca de 20% de nosso orçamento. Assim, a reitoria tem mantido contato permanente com o Ministério da Educação (MEC), para garantir a liberação de recursos necessários a nossa universidade”, diz a nota.
Atualmente os serviços terceirizados dentro da universidade correspondem a cerca da metade do orçamento anual de custeio. “Qualquer alteração nos repasses para as empresas tem impacto imediato e direto sobre a rotina da universidade. Nos últimos dias, parte dos serviços de limpeza foi interrompida e, mesmo após a liberação de recursos pelo MEC, os trabalhos estão sendo retomados gradativamente”, acrescentou.
Durante o governo FHC a UFRJ enfrentou dificuldades parecidas, chegando a ter sua luz cortada devido a uma divida de R$ 5,8 milhões com a então Ligth.



Para o presidente da UMES, Kauê, “em 2014 apenas o pagamento de juros da dívida transferiu 311,4 bilhões aos bancos, isso é igual a mais de 6% do PIB. No mesmo ano o orçamento executado com educação foi de 3,7% do PIB, cerca de R$ 79,7 bilhões. Não bastasse o maior compromisso com os bancos, deixando a juventude abandona, o governo ainda cortou mais de R$ 7 bilhões da educação no início do ano, e segue aumentando os juros que engordam os banqueiros e empobrecem o nosso povo”. 





Para o presidente da UMES Marcos Kauê a premiação é o resultado “de um grande projeto que debateu três vezes em cada escola a importância dos jovens se libertarem das drogas para poder lutar e conquistar os seus direitos. Premiar uma aluna como a Gabrielle, que sonha ser jornalista, é muito importante porque incentiva e demonstra a importância da juventude estar unida na luta contra as drogas”.
José Carlos, pai de Gabrielle, disse que ficou muito feliz pela vitória de sua filha, e “satisfeito com o projeto”. “A droga influência demais os jovens, ela desfoca o jovem do estudo, do colégio e do esporte. A droga leva a morte, destrói famílias, amizades, destrói a estrutura que os jovens buscam e almejam. A Gabi tem desejo, tem o projeto de se tornar jornalista. Outros jovens que também têm vocação são iludidos, porque existe uma fragilidade com relação ao combate as drogas”. Ele também considera muito negativo alguns artistas e mídias estimularem o uso de drogas, “é preciso mais campanhas como essa durante o ano, o jovem precisa do amparo da sociedade, do colégio e da família para se conectar com essa situação”.






Para Jaqueline, foliã da escola Brigadeiro Gavião Peixoto, “o tema foi algo interessante sim, bastante diferente, uma boa forma de integração aquela roda de capoeira que fizeram. E realmente a capoeira é brasilidade!” Sabrina, também estudante do Gavião Peixoto, considerou que “o Bloco Caras Pintadas, foi o bloco de carnaval mais animado que eu fui. Foi tudo bem planejado, muito bem organizado e com ótimos convidados. Adorei os prêmios e sorteios”. Por fim, Sabrina disse que sambou “até doer os pés”.