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Movimento Parque do Bixiga realiza dia no parque

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Sábado, dia 16, o Movimento Vem Parque do Bixiga realizou o “Dia no parque”.

 

A ideia de realizar a atividade neste formato, com atrações e oficinas é de apresentar à população do Bixiga o que podemos realizar se tivermos um parque aqui.

 

Recheado de shows que foi do forró ao rock, a festividade teve fogueira, quadrilha e até carrinho de rolimã.

 

Diversas entidades do bairro que apoiam e participam do Movimento realizaram atividades. A Casa Mestre Ananias fez a tradicional paçoca de pilão, iguaria recheada de história. Também fizeram samba de roda comandado por Rodrigo Minhoca.

 

A Associação de Mulheres Unidas Venceremos montou uma barraquinha que distribuiu pipoca e doces para a molecada.

 

Nossa diretoria montou uma tenda onde pintaram a cara da criançada sob as mãos da nossa talentosa diretora de cultura, Natiele França e distribuiu Pipas, onde nosso diretor de esportes, Jéferson Santos armava, colocava rabiola e ensina aos mais novos as artimanhas do brinquedo de papel.

Veja abaixo as fotos do evento, por Gustavo Gonçalves

 

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UMES se reúne com João Cury, atual Secretário da Educação de São Paulo

 

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Na última quarta-feira, dia 13, o Secretário de Educação João Cury recebeu Lucas Chen, presidente da UMES em seu gabinete para discutir parcerias e reivindicações dos estudantes, com o Estado de São Paulo. Esse encontro foi histórico para a entidade, onde reunir com o secretário e abrir diálogo para fomentar a luta dos estudantes, é um momento único e que representa avanço por meio do governo de São Paulo.

 

O encontro contou com a presença do presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), Luís Sobral; o coordenador de Infraestrutura e Serviços Escolares da SEE, Júlio César Ramos e o coordenador de projetos da UMES, Ulisses José Ramos.

 

A discussão da UMES se baseou na prestação de contas em relação as promessas e os compromissos realizados do atual Governador de São Paulo, Marcio França, com os estudantes presentes no 26° Congresso da UMES, onde o governador prometeu uma reforma de cada escola presente no congresso. Além disso, discutiu-se também um novo modelo de participação da sociedade na escola, através de um canal participativo para a ampla discussão e melhorias nas instituições escolares.

 

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Dentre todas as discussões, reivindicações e propostas apresentadas, entender a posição do governo sobre a atual reforma do ensino médio, o governo propôs para a entidade participar da comissão de estudo sobre a reforma do ensino médio, onde o governo, a entidade e a sociedade possam discutir sobre o tema e melhora-lo, já que para o governo, essa reforma tem pontos que precisam melhorar e aprimorar.

 

Na avaliação de Cury, a UMES tem uma visão progressista e uma pré-disposição para construir soluções em conjunto para os desafios que envolvem os estudantes e a escola pública. “Queremos pessoas assim, com apreço ao diálogo, que trabalhem a construção coletiva e permanente, para darmos uma resposta aos nossos alunos que estão angustiados porque recebem informações muitas vezes que não são reais e se preocupam. O pensamento deles é o seguinte: estão decidindo minha vida e não estou participando. Ainda estamos iniciando a discussão sobre o que a gente quer, mas já sabemos o que a gente não quer. Não queremos nada de cima para baixo, onde os alunos fiquem na periferia das decisões que estão sendo tomadas”, finaliza João Cury.

 

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No final da discussão, a secretaria mostrou-se aberta a UMES, e que a entidade possa apresentar projetos que possam contar com a parceria da SEE. A visita e o encontro foram produtivos para ambas as partes e assim começa essa grande parceria histórica que tem a beneficiar e muito a escola pública e os estudantes.

 

CD de “Canção dentro do pão” é lançado pelo CPC-UMES!

Nesta quinta-feira, 14, o CPC-UMES lançou o CD da peça Canção dentro do pão, em cartaz no Cine-teatro Denoy de Oliveira.

 

Com a presença da diretora Beth Dorgam, do maestro Marcus Vinicius de Andrade, do diretor musical Léo Pinheiro e do presidente do CPC, Valério Bemfica, após a peça, o elenco brindou os convidados com algumas canções, entre elas a “última” (Embolée finale – última faixa do CD), como chama a pequena Antonia, filha de Rebeca Braia, nossa Jacqueline na peça, que subiu ao palco e cantou junto com o elenco.

 

Marcus Vinicius registrou a importância do CPC conseguir lançar o CD, já que “nossa peça não é feita com nenhum patrocínio, nenhuma Lei de Incentivo. Tudo é bancado pela UMES, por esse grupo de estudantes que entendem a importância de se investir em Cultura.” Além disso, Marcus Vinicius contou um pouco sobre as composições para a peça, em especial sobre a faixa 4 do CD, O que tem dentro do pão?, “dentro do pão tem nação, tem povo, e é esse povo que temos aqui, que vai à luta nesses tempos de retirada de direitos, que luta contra qualquer inimigo da nossa nação!”. Ao finalizar sua fala, o maestro chamou toda diretoria da UMES recém eleita ao palco.

 

Para Chen, presidente da UMES, “é uma honra ter feito parte da diretoria que colocou a peça em cartaz, que hoje completam exatamente 11 meses em cartaz e agora ser o presidente que pôde dividir o palco com esses artistas maravilhosos para o lançamento desse CD. A cultura é parte fundamental da formação do jovem, ela estimula de diversas formas diferentes a criatividade e o senso crítico. É essa cultura que produzimos no CPC, cultura que faz pensar e que valoriza a produção nacional em toda sua dimensão, da música ao teatro, de filmes à livros e espero que nossa gestão possa ajudar a lançar mais CD’s, peças, filmes e tudo de bom que é produzido por nosso povo.”

 

Ao som das músicas do CD o elenco acompanhou o público até o coquetel, o tiraram fotos e o maestro autografou os CD’s.

 

 

Veja abaixo as fotos do lançamento por Valério Bemfica

 

 

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Ensino técnico à favor do desenvolvimento do Brasil!

Resolução do 26° Congresso da UMES sobre o ensino técnico.

 

 

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O país está cada vez mais caminhando para um momento onde a população não tem direito de um estudo adequado. A era da corrupção transcreve o Brasil a um momento onde poucos conseguem ter uma profissionalização adequada. No cenário atual de crise política econômica, sofremos o reflexo de políticas contra o povo também em nossas escolas técnicas, como o corte de investimentos que vem nos assombrando nesses 25 anos do governo Alckmin. 

 

Governador envolvido em esquema de corrupção, não fornecia alimentação adequada para seus alunos, que com muita luta e ocupações em 2016, junto com a UMES e os grêmios, conquistaram a merenda escolar nas Etecs. 

 

Não somente isso, a cada ano ainda sentimos a decisão do governo Dilma refletindo, que fez um corte de R$10 bilhões na educação em 2015, junto à PEC 55 (PEC da Morte) que congela o investimento público que muito afeta o setor da educação. 

 

Descaso que já fez antes no PRONATEC, programa que fornece vagas para os alunos em instituições profissionalizantes privadas, transferindo dinheiro público para estes, que nem se quer pode ser chamada de técnico, uma vez que forma jovens em cursos extremamente precários e de prestação de serviço, como de auxiliar administrativo, operador de computador, e por aí vai. 

 

Essa política contra o povo afeta principalmente nossa educação, que ano a ano se encontra mais sucateada. Onde também por falta de verba, as Etec’s são sustentadas pela Associação de Pais e Mestres (APM), contribuindo com em média 80% da renda, e que sem esse dinheiro de pais e alunos, muitas estariam hoje de portas fechadas. Um absurdo sem tamanho pois nossas escolas técnicas são públicas e deveria ser prioridade para o governo Alckmin que nega o repasse da verba para o setor público, onde a máfia que se instala dentro do governo desvia bilhões de reais todos os anos e deixa o povo carente de ensino adequado. 

 

O baixo orçamento reservado para as ETEC’S empurrou nossas escolas para o setor de serviços, que apesar de necessário, não deveria ser maioria como demonstra a realidade onde temos 156 (67%) cursos de prestação de serviço e apenas 34 (15%) cursos de desenvolvimento, que são mais avançados, e com maior propriedade teórica e prática, que conseguem desenvolver tecnologia para avançar a indústria. Com os cursos de serviço ocorre o contrário, pois não precisam de materiais específicos para concluir o curso, e quando formados, os jovens não têm maiores opções acadêmicas, porque são ensinados a apertar parafuso, e jogados aos milhares, sem nenhuma experiência prática no mercado de trabalho. 

 

Outra realidade vivida por nós em sala de aula que demonstra a falta de investimento em cursos de formação mais técnica é a necessidade do aluno em ter que comprar os componentes para poder acompanhar as aulas.

 

Queremos investimentos reais e efetivos, para abertura de mais cursos que desenvolvam tecnologias, capazes de mudar este quadro, e que o ensino técnico deixe de estar a serviço de empresas, mais ainda, principalmente para que o ensino técnico realmente cumpra seu papel, e os estudantes formados consigam desenvolver o que foi aprendido de forma mais ampla, impulsionando o crescimento de nosso país. 

 

A luta das ETEC’S têm sido construída, e em 2016 nós, alunos, mostramos que a escola é nossa, e que não vamos mais aceitar o sucateamento e o descaso dela. Por mais investimento e vamos à luta por um ensino técnico de qualidade.

 

 

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“Anna Karenina. A história de Vronsky” estreou no Brasil em grande circuito

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O filme do diretor Karen Shakhnazarov será exibido em 20 estados do Brasil, em dezenas de cinemas nas maiores cidades do país – São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Santos e Florianópolis. Provavelmente o interesse do público latino-americano pelo cinema russo nunca foi tão significativo, se comparado ao despertado por outras obras cinematográficas filmadas nos anos 1990-2000.

A pré-estreia do filme foi realizada no cinema “Cinearte Petrobras”, em São Paulo. O longa foi apresentado ao público brasileiro pelo diretor, que também é Diretor geral do Estúdio Mosfilm.

“A sala estava cheia, o público reagiu muito bem, embora eu não acredite que o espectador brasileiro, em sua ampla maioria, esteja familiarizado com o trabalho de Lev Tolstói. Nesse sentido, as pessoas estavam livres de quaisquer estereótipos nas suas percepções. A relação entre um homem e uma mulher para eles também é óbvia e compreensível, como para qualquer outro espectador. Eles simplesmente não têm a conexão com a fonte original – o texto de Tolstói.”

 

“Como convidados de honra, estiveram presentes o Embaixador da Rússia no Brasil, Serguei P. Akopov, e o Cônsul Geral da Rússia em São Paulo, Yuri M. Lezgintsev. Antes do início do filme, o chefe da missão diplomática russa enfatizou que a estreia do filme representa um novo marco no desenvolvimento das relações russo brasileiras na esfera da cultura. Shakhnazarov observou que dentro do Brasil existe agora muito interesse na Rússia, país que sedia a Copa do Mundo de 2018. Simultaneamente com a exibição de Anna Karenina, foi lançada na televisão uma retrospectiva de vários filmes soviéticos, produzidos pelo Mosfilm em diferentes anos.

 

“A Rússia é tratada com simpatia. Isso se deve, acima de tudo, pela outrora poderosa influência social e política da URSS sobre os países da América Latina”, avaliou Shakhnazarov. “Há um movimento sério de esquerda no Brasil, cujos líderes, de uma forma ou de outra, se relacionam com a experiência soviética, com as ideias soviéticas. A influência cultural russa, pelo contrário, não é sentida com a mesma abrangência. Provavelmente só uma camada muito estreita da sociedade, notadamente a intelectualidade, conhece a literatura clássica russa. Mas os filmes soviéticos são lembrados. Assim, até hoje a Rússia é percebida através do prisma da experiência soviética.”

 

A estreia de “Anna Karenina” literalmente “despertou” o interesse da mídia brasileira. Materiais sobre o filme foram publicados na grande mídia do Brasil: no Estado de São Paulo (São Paulo), Folha de São Paulo (São Paulo), O Globo (Rio de Janeiro), o Jornal do Brasil (Rio de Janeiro), Hoje no Cinema (Salvador), e muitos outros. Comentários positivos apareceram em publicações ligadas ao cinema como Cinéfilos, Adorocinema, Woomagazine, Revista Preview, Cinepop, Revista de Cinema e outros. E o interesse por parte da imprensa continua inabalável. Ao que tudo indica, isso convenceu os distribuidores da necessidade de prolongar a exibição do filme pelo menos mais uma semana.

 

Durante a visita a São Paulo, Karen Shakhnazarov também se comunicou com os estudantes da União Municipal dos Estudantes Secundaristas (UMES). Em encontros com o diretor, os jovens observaram que o filme que eles assistiram reflete de forma plena a riqueza da cultura russa, sobre a qual, no entanto, eles conheciam muito pouco.

 

“Na questão cultural, a influência dos Estados Unidos no Brasil prevalece. O mesmo vale para o espaço dos meios de comunicação. As pessoas são pouco informadas sobre a cultura russa, sobre a história da Rússia, sobre o que está acontecendo hoje em nosso país”, admite o diretor. “Mas tive o sentimento de que a juventude brasileira contesta com determinação a dominação cultural dos Estados Unidos. Em geral, eles têm um sentimento nacional muito interessante – esta é uma nação extremamente original, que incorpora os traços dos europeus, americanos e dos povos africanos. Ao mesmo tempo, os brasileiros estão abertos a tudo de novo. A reação ao filme ‘Anna Karenina. História Vronsky’ confirmou que eles estão extremamente interessados na história da Rússia”, concluiu Shakhnazarov.

 

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Conteúdo publicado no site do Estúdio Mosfilm em 14/06. Clique aqui para ler o original.

 

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Assista ao filme “Meus Caros Amigos 2”, de Mario Monicelli, na Mostra Permanente de Cinema Italiano da UMES!

meus caros amigos 2

 

Na próxima segunda-feira (18), a Mostra Permanente de Cinema Italiano apresentará o filme “Meus Caros Amigos 2”, de Mario Monicelli. Aproveite, só na UMES você confere o melhor do cinema italiano com entrada franca!

 

Confirme sua presença no Facebook!

 

A sessão será iniciada às 19 horas no Cine-Teatro Denoy de Oliveira, na Rua Rui Barbosa, 323, Bela Vista. Chame sua família e seus amigos, participe!

 

 

MEUS CAROS AMIGOS 2 (1982), DE MARIO MONICELLI

 

SINOPSE

Nesta continuação de Meus Caros Amigos, os velhos companheiros de escola estão no cemitério visitando o túmulo do falecido amigo Giorgio Perozzi (Philippe Noiret). O falido conde Lello Mascetti (Ugo Tognazzi), o Doutor Sassaroli (Adolfo Celi), o arquiteto Rambaldo Melandri (Gastone Moschin) e o dono do restaurante Necchi (Renzo Montagnani) brincam e recordam as grandes façanhas realizadas pelo divertido grupo de amigos.

 

O DIRETOR

Crítico cinematográfico desde 1932, de 1939 a 1949 colaborou em cerca de 40 filmes, como argumentista, roteirista e assistente de direção. O começo de seu trabalho como diretor ocorre em 1949, em parceria com Stefano Vanzina, em “Totò Cerca Casa”. A colaboração dos dois diretores deu origem a oito filmes, dentre os quais os célebres “Guardie e Ladri” (1951) e “Totò a Colori” (1952). Em 1953 inicia o trabalho solo. “Os Eternos Desconhecidos” (1958), com elenco composto por Vittorio Gassman, Marcello Mastroianni, Totò e Claudia Cardinale, é considerado o pri meiro do filão da commedia all`italiana. Em 1959, “A Grande Guerra” ganhou o Leão de Ouro do Festival de Veneza e rendeu sua primeira indicação ao Oscar. A segunda viria em 1963, com “Os Companheiros”. Diversas outras películas merecem destaque, em sua carreira de mais de 60 filmes: “O Incrível Exército de Brancaleone” (1966), “Meus Caros Amigos” (1975), “Um Burguês Muito Pequeno” (1977), “Quinteto Irreverente” (1982).

 

Confira nossa programação completa!

 

SERVIÇO

Filme: Meus Caros Amigos 2 (1982), de Mario Monicelli

Duração: 121 minutos

Quando: 18/06 (segunda-feira)

Que horas: pontualmente às 19 horas

Quanto: entrada franca

Onde: Rua Rui Barbosa, 323 – Bela Vista (Sede Central da UMES SP)

 

 

 

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“Pela Primeira Vez”, longa-metragem captado via economia colaborativa, está em cartaz no Cine-Teatro Denoy de Oliveira!

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Uma nova maneira de fazer cinema independente. É assim que o longa-metragem “Pela Primeira Vez” teve sua estreia em 26 de maio em São Paulo, após ser inteiramente captado através de financiamento coletivo pelo site Benfeitoria. Com um time que reúne 100 jovens cineastas, o filme é formado por sete histórias sobre o mesmo tema: o primeiro encontro entre duas pessoas.

 

A economia colaborativa, movimento que mostra a nova percepção de mundo e a importância de dividir e trabalhar em conjunto, permitiu não só viabilizar a produção e captação, como também a interação do público. “O cinema precisa dessa nova interação, onde o público não é só mero espectador, mas parte ativa do filme”. Filmado entre setembro e dezembro de 2016 e finalizado em novembro de 2017, “Pela Primeira Vez” tem o intuito também de estimular jovens cineastas, mostrando as possibilidades de produzir cinema independente de qualidade.  

 

 

As sete histórias, dirigidas por sete diretores são:

 

– O que aconteceu naqueles primeiros dias (Lucas Durão)

– Invisível (Nando Dalberto)

– Foi assim (Carolina Mattei)

– Sedan (Pedro Formigoni)

– A Partir do Todo (Maria Cabianca e Cauê Telles)

– Deibid Bob (Luiza Azevedo)

– Por Fraldas e Flores (Gabriel Manso)

 

 

A UMES é uma apoiadora deste filme e exibe toda quarta-feira às 19 horas de forma gratuita no Cine-Teatro Denoy de Oliveira.

Todos os nossos amigos e amigas que frequentam o Cine-Teatro estão devidamente convidados para participar desta exibição ímpar!

 

Assista ao trailer: https://youtu.be/Q09sEE51Hek

 

 

 

SERVIÇO

O que: “Pela Primeira Vez”, de Lucas Durão, Nando Dalberto, Carolina Mattei, Pedro Formigoni, Maria Cabianca, Cauê Telles, Luiza Azevedo e Gabriel Manso

Quando: Quarta-feira – 13 de junho a 4 de julho

Que horas: pontualmente às 19 horas

Quanto: entrada franca

Onde: Rua Rui Barbosa, 323 – Bela Vista (Sede Central da UMES SP)

 

 

 

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Reivindicações realizadas durante o 26° Congresso da UMES já começam a ser realizadas. Veja o balanço desse primeiro mês de gestão da diretoria

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Passados um mês após o 26° Congresso da UMES, a diretoria já se organizou muito em atividades distintas como a Luta pelo parque do Bixiga, Luta contra os tubarões da educação e contra as privatizações e muitas outras das quais ainda persistem. Mas também, daqui pra frente, a direção organiza suas ideias e já esquematiza muita luta  como exemplo, a manifestação do dia do estudante em agosto.

 

Dentre o balanço do congresso, muitas coisas que foram aprovadas pelos estudantes e assim reivindicadas nos dias de hoje, foi o compromisso afirmado junto ao atual Governador do estado Marcio França, de uma garantia de que cada escola que estivesse no congresso, o governo tentaria fazer pelo menos uma das reivindicações das quais os alunos apontaram os problemas e que esperam por realizações.

 

Os casos mais recentes das reivindicações propostas já começaram a aparecer. A EE. Dom Pedro I, escola de São Miguel na Zona Leste de São Paulo recebeu a vistoria dos engenheiros da FDE (Fundação para o  Desenvolvimento da Educação) e com isso, detectaram os problemas nas quadras poliesportivas da unidade e decretaram a reforma imediata das mesmas. Segundo o laudo da pericia dos engenheiros, as quadras encontram com diversos problemas, entre eles, a fiação, rachaduras no solo e danificações nos degraus e nas grades.

 

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Diretor Alexandre com o ofício autorizando a reforma da EE. Dom Pedro I

 

Para Alexandre, diretor da EE. Dom Pedro I, “A luta dos estudantes e a organização dessas propostas feitas no congresso da UMES foram fundamentais para que hoje, a reforma possa se concretizar”. 

 

Gostaria de agradecer a UMES pelo apoio a nossa escola. Apoio este que trás um movimento de apropriação da realidade visando engajar o jovem nas lutas pela melhoria da escola pública movimento bom de crescimento da cidadania na nossa juventude. Gostaria muito que meus colegas diretores de escola pudessem abrir primeiro o coração e depois as portas de nossas escolas para caminhamos juntos com nossos alunos e a UMES rumo a construção de uma sociedade mais livre mais democrática e mais feliz. Educar para vivermos mais e melhor junto com a juventude é o nosso papel. Gostaria também de agradecer a intervenção da UMES onde recebemos uma visita técnica visando a reforma de nossas quadras e outras reformas. Não podemos esquecer também que houve o compromisso do governador firmado com os estudantes que está sendo executado. Parabéns ao Sr. Governador que está cumprindo com sua palavra dada. Excelente atitude que serve de lição para nossa juventude.”

 

Na mesma linha do balanço desse primeiro mês da gestão, os diretores da UMES organizaram um boletim informativo do congresso, contendo as informações, pautas e lutas da gestão a serem seguidas, visando prestar contas aos estudantes das escolas de São Paulo. O diretor Tiago da EE. Caetano de Campos – Consolação saudou a ação da UMES de divulgar o boletim informativo aos alunos da instituição; “Parabéns pelo informe colado no Caetano, informando as ações da UMES. É fundamental a democracia com esse tipo de prestações de contas quanto ao trabalho desenvolvido pelos movimentos sociais. Tenho muito orgulho de vocês e da presença de vocês no Caetano. É de extrema importância ao diretor acolher e ouvir os movimentos estudantis que em muito colaboram para construirmos espaços democráticos que permitem tentarmos juntos melhorar a educação em nosso tempo.” Afirmou Tiago.

 

Veja aqui o Boletim informativo do congresso da UMES

 

 

 

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Assista ao filme “À Luz do Sol”, de Roberto Faenza, na Mostra Permanente de Cinema Italiano da UMES!

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Na próxima segunda-feira (11), a Mostra Permanente de Cinema Italiano apresentará o filme “À Luz do Sol”, de Roberto Faenza. Aproveite, só na UMES você confere o melhor do cinema italiano com entrada franca!

 

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A sessão será iniciada às 19 horas no Cine-Teatro Denoy de Oliveira, na Rua Rui Barbosa, 323, Bela Vista. Chame sua família e seus amigos, participe!

 

 

À LUZ DO SOL (2005), DE ROBERTO FAENZA

 

SINOPSE

Filme baseado em acontecimentos reais. Conta a luta do Padre “Pino” Puglisi contra a máfia e os esforços empreendidos para a melhoria de Brancaccio (Bairro de Palermo), ajudando menores abandonados e a população mais carente da região.

 

O DIRETOR

O cineasta italiano Roberto Faenza nasceu em Turim e formou-se no Centro Sperimenale di Cinematografia, em Roma, 1965. Fez sua estreia como diretor com “Escalada” (1968), que mostra como o filho hippie de um ricaço vai sendo transformado em indivíduo apto para dirigir a indústria da família. Suas atividades não se limitam ao cinema: autor de ensaios e livros, é professor de Comunicação de Massa. Em 1993, ganhou o David di Donatello de Melhor Diretor com o filme “Jonas que Viveu na Baleia”. Dirigiu também uma biografia não autorizada de Berlusconi, “Sílvio Forever” (2 011), além de “Corações Covardes” (1990), “Sostiene Pereira” (1995), “Jornada da Alma” (2002); “Alla Luce del Sole” (2005), ”Um Dia Essa Dor Será Útil” (2012) entre outros.

 

Confira nossa programação completa!

 

SERVIÇO

Filme: À Luz do Sol (2005), de Roberto Faenza

Duração: 90 minutos

Quando: 11/06 (segunda-feira)

Que horas: pontualmente às 19 horas

Quanto: entrada franca

Onde: Rua Rui Barbosa, 323 – Bela Vista (Sede Central da UMES SP)

 

 

 

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Audiência pública sobre a BNCC afirma: O povo é contra a privatização do ensino e a reforma do ensino médio!

 

Audiência pública sobre a BNCC afirma: O povo é contra a privatização do ensino e a reforma do ensino médio!

 

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Nesta sexta, dia 8, de certa forma, conturbada, iria ocorrer a etapa regional da Audiência Pública sobre a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) do CNE (Conselho Nacional de Educação) em São Paulo. Com as mais diversas reuniões, atos e discussões das quais o povo já afirmava sua indignação com a reforma e a privatização do ensino, a audiência tinha como propósito juntar toda essa discussão, mas, infelizente, não foi realizada por conta de protestos no plenário. 

 

A audiência tinha a intenção de discutir junto à sociedade os rumos da BNCC, que é um documento de caráter normativo que define os direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento para todas as crianças, jovens e adultos em escolas de educação básica de todo o Brasil.

 

Para Lucas Chen, presidente da UMES “A discussão em si na audiência se faz importante por conta do caráter no qual a BNCC pode seguir, pensando na privatização do ensino básico e na reforma do ensino médio, que das quais, não tem nenhum progresso e sim, uma série de agravantes que não refletem em uma escola de qualidade para todos e todas. Com isso, a organização da sociedade junto a essas audiências são fundamentais para que o CNE não aprove o retrocesso e o descaso com o ensino. O povo presente no plenário era inteiramente contra a privatização e a reforma do ensino médio, só que não houve uma discussão mais apurada, mais incisiva na audiência por conta dos ânimos de algumas pessoas presentes no espaço, mas não desistiremos de discutir com a sociedade, com os estudantes em suas escolas o quanto queremos uma escola de qualidade, somos inteiramente contra essa reforma que visa precarizar ainda mais nosso ensino e privatizar para que os grandes empresários tenham a nossa educação em suas mãos. Organizaremos a luta para que possamos fazer uma ótima manifestação no dia do estudante com toda nossa indignação com esses retrocessos do governo Temer. Educação não se vende! Contra os tubarões da educação! Não a privatização, a escola é nossa e não abrimos mão!” afirma Chen.

 

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Para Cesar Callegari, que é membro da pasta de educação básica do CNE “Hoje recebemos um recado claro que a reforma do ensino médio do Governo Temer não é aceita por estudantes e professores e não vai passar sem luta. Creio que a Lei do Ensino Médio tem que ser revogada. Ela é contra os interesses dos estudantes, dos professores e compromete o futuro da juventude e do próprio Brasil. Hei de propor que o CNE devolva a proposta de BNCC do ensino médio ao MEC (Ministério da Educação) e que, antes de avançarmos em definições, o país discuta mais democraticamente esse assunto, sem retrocessos” Afirma Callegari.

 

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Gabriel Gracia, 1°Tesoureiro da UMES declarou: “A audiência publica sobre a BNCC era de extrema importância para a sociedade civil e principalmente para os estudantes demonstrarem suas posições e opiniões sobre a lei N°13.415, a chamada Reforma do ensino médio, sabíamos que a audiência regional em São Paulo ditaria os rumos das que ocorreriam nas demais regiões, mas os ânimos de algumas pessoas presentes fizeram com que não pudesse haver uma discussão mais aberta com todos, que no caso, poderia ser mais clara na audiência. Essa lei de reforma do ensino médio é um crime contra a educação brasileira, e vai desde a retirada da obrigatoriedade de matérias que consideramos importantes para a formação de uma juventude critica e participativa, até de um interesse em mercantilizar e privatizar a educação brasileira, assim, diminuindo os investimentos na escola publica. E é por isso que aprovamos em nosso congresso junto com mais de 1200 estudantes que lutaríamos pela revogação dessa lei que além de criminosa é inconstitucional, então convocamos a todos os estudantes e grêmios estudantis para se somarem nessa luta junto com a nova diretoria da UMES! Dia do estudante a aula é na rua para lutarmos juntos contra a reforma do ensino médio e contra a aprovação automática!” Disse Gabriel.